A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (17) o Projeto de Lei 848/11, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que suspende a retenção e o recolhimento da Contribuição Social Rural (o Funrural) incidente sobre a receita bruta referente à comercialização da produção rural e de fornecedores de bovinos para abate. A suspensão do pagamento valerá também para o recolhimento por sub-rogação (quando a empresa compradora recolhe a contribuição no lugar do produtor rural, pessoa física).
O relator da proposta, deputado Onofre Santo Agostini (DEM-SC), apresentou parecer favorável. Ele lembrou que a Justiça vem entendendo que a cobrança do Funrural no ato da comercialização é inconstitucional, tanto no caso da pessoa física quanto no recolhimento pela empresa compradora.
"A tributação, ainda que inafastável, não deverá ser exigível antes do término do exercício tributável", disse. "A retenção imediata do tributo após a efetivação do negócio jurídico impõe ao produtor ônus que interfere no retorno da produção, com reflexos diretos no novo investimento", complementou.Agostini ressaltou também que, no caso das cooperativas, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) hoje exige a retenção e o recolhimento do Funrural (2,1%) sobre o valor das mercadorias remetidas pelos seus associados para posterior venda. "A exigência sofrida pelas cooperativas é indevida. As cooperativas são associações sem fins lucrativos e têm como objetivo representar seus associados."
Inconstitucionalidade
O autor da proposta informou que o Funrural foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 3 de fevereiro de 2010. A contribuição, que incide sobre a receita bruta dos produtores rurais e de frigoríferos, é revertida para o pagamento de benefícios a trabalhadores do campo. O STF tomou a decisão ao julgar recurso extraordinário do frigorífico Mataboi S/A, de Mato Grosso do Sul.
Já o deputado Marcon (PT-RS) apresentou voto em separado à Comissão de Agricultura, no qual destaca que a decisão do STF refere-se a um caso específico, sem reconhecimento de repercussão geral, de forma que alcança somente os autores da ação.
Fonte: MilkPoint
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Deve intensificar a exportação de carnes no Brasil
O Brasil tem atualmente 2.095 fazendas pecuaristas habilitadas a exportar carne para a União Européia. São propriedades que se submeteram a um processo burocrático, lento e sujeito a auditorias de seis em seis meses. Nos bons tempos no continente europeu, fazendas que se sujeitaram ao protocolo e foram aprovadas na cobiçada lista receberam até R$ 10 a mais por arroba. Atualmente, porém, o prêmio fica entre R$ 3 e R$ 4 por arroba. Adicione-se a isso a crise na Europa para que o criador se pergunte se compensa continuar exportando.
Para economista Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea/Esalq/USP, o mercado exportador continua interessante para o produtor, mas é preciso ficar atento à crise. "O pecuarista deve buscar a excelência na produção de carne não só de olho no mercado externo, mas pensando no consumidor interno, que, no futuro, vai passar a exigir carne cada vez de melhor qualidade."
Já o consultor Hyberville Neto, da Scot Consultoria, também chama atenção para o consumo crescente de carne no Brasil pelas classes C e D. "O mercado interno aquecido acaba competindo com as exportações. Se o câmbio também não está favorável e o ágio sobre o "boi-Europa" não está compensador, o pecuarista tem que avaliar o que é melhor", diz. O diretor da Praterra Agropecuária, Caio Augusto Arroyo Barbosa, concorda. "Mesmo habilitado, o produtor deve colocar tudo na ponta do lápis. Este ano, com o confinamento 30% mais caro, foi mais negócio vender os animais antes, aproveitando os picos da arroba."
Na pecuária há 40 anos, Edson Crochiquia, com rebanhos em Agudos (SP) e em Pedra Preta e Paranatinga (MT) - em Agudos, são 5.200 cabeças, entre recria e confinamento. Já as de Mato Grosso são de cria, com 25 mil animais -, garante que o esforço compensa. "Além de a fazenda se profissionalizar, a qualidade dos animais aumenta significativamente." E arremata: "A pecuária brasileira não é de excelência, mas as fazendas que cumprem o protocolo de exportação podem ser consideradas de excelência."
Para o ciclo 2011/2012, a cota brasileira é de 10 mil toneladas. Crochiquia diz que dos 4 mil animais abatidos este ano, 2.200 cabeças vão para a Cota Hilton. "O prêmio para quem exporta para a União Européia varia de 2% a 4% a mais sobre o valor da arroba; na Cota Hilton, a premiação é de 4% a 7%", diz, satisfeito, o criador.
Fonte: Acrissul
Para economista Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea/Esalq/USP, o mercado exportador continua interessante para o produtor, mas é preciso ficar atento à crise. "O pecuarista deve buscar a excelência na produção de carne não só de olho no mercado externo, mas pensando no consumidor interno, que, no futuro, vai passar a exigir carne cada vez de melhor qualidade."
Já o consultor Hyberville Neto, da Scot Consultoria, também chama atenção para o consumo crescente de carne no Brasil pelas classes C e D. "O mercado interno aquecido acaba competindo com as exportações. Se o câmbio também não está favorável e o ágio sobre o "boi-Europa" não está compensador, o pecuarista tem que avaliar o que é melhor", diz. O diretor da Praterra Agropecuária, Caio Augusto Arroyo Barbosa, concorda. "Mesmo habilitado, o produtor deve colocar tudo na ponta do lápis. Este ano, com o confinamento 30% mais caro, foi mais negócio vender os animais antes, aproveitando os picos da arroba."
Na pecuária há 40 anos, Edson Crochiquia, com rebanhos em Agudos (SP) e em Pedra Preta e Paranatinga (MT) - em Agudos, são 5.200 cabeças, entre recria e confinamento. Já as de Mato Grosso são de cria, com 25 mil animais -, garante que o esforço compensa. "Além de a fazenda se profissionalizar, a qualidade dos animais aumenta significativamente." E arremata: "A pecuária brasileira não é de excelência, mas as fazendas que cumprem o protocolo de exportação podem ser consideradas de excelência."
Para o ciclo 2011/2012, a cota brasileira é de 10 mil toneladas. Crochiquia diz que dos 4 mil animais abatidos este ano, 2.200 cabeças vão para a Cota Hilton. "O prêmio para quem exporta para a União Européia varia de 2% a 4% a mais sobre o valor da arroba; na Cota Hilton, a premiação é de 4% a 7%", diz, satisfeito, o criador.
Fonte: Acrissul
Mendes Ribeiro é o novo ministro da Agricultura
O Palácio do Planalto anunciou na quinta-feira (18) a escolha do deputado Mendes Ribeiro como novo ministro da Agricultura. O nome do líder do governo no Congresso era o mais cotado para assumir o cargo deixado por Wagner Rossi, e a decisão ocorreu em conversa entre o parlamentar e a presidente Dilma Rousseff. Mendes Ribeiro tem 56 anos e está no quinto mandato de deputado federal.
Fonte Portal DBO
Fonte Portal DBO
EUA rejeita carne da JBS por excesso de vermífugo
Atenção para a notícia abaixo:
"O Ministério da Agricultura convocou reuniões com representantes da indústria de carne bovina e das companhias farmacêuticas de produtos veterinários, em Brasília, após os Estados Unidos (EUA) rejeitarem um carregamento de carne processada de uma unidade do frigorífico JBS de Barretos (SP). O secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Francisco Jardim, afirmou que uma carga da companhia foi refugada após o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar norte-americano detectar níveis do vermífugo ivermectina acima do permitido.
Os altos níveis de ivermectina na carne bovina processada já causaram o embargo do produto pelos Estados Unidos durante sete meses em 2010. O governo e as companhias foram obrigados a adotar uma nova revisão de avaliação do nível do vermífugo, reduzido de 100 partes por bilhão para 10 partes por bilhão, como exigido pelos norte-americanos. Com isso, em 24 de dezembro do ano passado, o embargo ao produto foi suspenso. A assessoria da JBS também confirmou o refugo e informou que iria encaminhar um posicionamento oficial ainda hoje sobre o caso. A companhia teria ainda outras cargas em análise por parte da autoridade sanitária norte-americana".
Fonte: Site da Carne – 17/08/2011
Já há algum tempo, temos preconizado o uso da vermifugação estratégica como a melhor forma de combater os parasitas internos e externos dos bovinos. O uso indiscriminado e constante da ivermectina como princípio ativo de vermifugação trouxe durante muito tempo grande benefícios aos pecuaristas, principalmente pela possibilidade que este vermífugo abre de combate tanto a parasitas internos quanto externos.
No entanto como nos últimos anos foi praticamente o único vermífugo usado em nossa fazendas passamos a correr risco de criar resistência a tal princípio ativo.
Agora mais um problema. Ou por dosagens excessivas ou por falta de escrúpulo do fazendeiro em não observar carência no abate dos animais, estamos sujeitos a imposição de mais uma barreira sanitária por parte dos importadores, o que acaba trazendo dificuldades para toda a cadeia produtiva da carne.
Preconizamos o uso alternado de princípios ativos na vermifugaçãoo do gado e como exemplo podemos citar o levamisol e o albendazole além da própria abamectina que muito próxima na sua composição molecular da ivermectina
Para melhor entender a vermifugação estratégica observe a tabela abaixo. Tire suas dúvidas também pelos nossos telefones 71 9965 6881 / 71 3353 3713 / 71 9934 9919 ou ainda pelo nosso e-mail:
http://www.gepecorte.com.br/
"O Ministério da Agricultura convocou reuniões com representantes da indústria de carne bovina e das companhias farmacêuticas de produtos veterinários, em Brasília, após os Estados Unidos (EUA) rejeitarem um carregamento de carne processada de uma unidade do frigorífico JBS de Barretos (SP). O secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Francisco Jardim, afirmou que uma carga da companhia foi refugada após o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar norte-americano detectar níveis do vermífugo ivermectina acima do permitido.
Os altos níveis de ivermectina na carne bovina processada já causaram o embargo do produto pelos Estados Unidos durante sete meses em 2010. O governo e as companhias foram obrigados a adotar uma nova revisão de avaliação do nível do vermífugo, reduzido de 100 partes por bilhão para 10 partes por bilhão, como exigido pelos norte-americanos. Com isso, em 24 de dezembro do ano passado, o embargo ao produto foi suspenso. A assessoria da JBS também confirmou o refugo e informou que iria encaminhar um posicionamento oficial ainda hoje sobre o caso. A companhia teria ainda outras cargas em análise por parte da autoridade sanitária norte-americana".
Fonte: Site da Carne – 17/08/2011
Já há algum tempo, temos preconizado o uso da vermifugação estratégica como a melhor forma de combater os parasitas internos e externos dos bovinos. O uso indiscriminado e constante da ivermectina como princípio ativo de vermifugação trouxe durante muito tempo grande benefícios aos pecuaristas, principalmente pela possibilidade que este vermífugo abre de combate tanto a parasitas internos quanto externos.
No entanto como nos últimos anos foi praticamente o único vermífugo usado em nossa fazendas passamos a correr risco de criar resistência a tal princípio ativo.
Agora mais um problema. Ou por dosagens excessivas ou por falta de escrúpulo do fazendeiro em não observar carência no abate dos animais, estamos sujeitos a imposição de mais uma barreira sanitária por parte dos importadores, o que acaba trazendo dificuldades para toda a cadeia produtiva da carne.
Preconizamos o uso alternado de princípios ativos na vermifugaçãoo do gado e como exemplo podemos citar o levamisol e o albendazole além da própria abamectina que muito próxima na sua composição molecular da ivermectina
Para melhor entender a vermifugação estratégica observe a tabela abaixo. Tire suas dúvidas também pelos nossos telefones 71 9965 6881 / 71 3353 3713 / 71 9934 9919 ou ainda pelo nosso e-mail:
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Wolf Seeds / Naterra . A melhor Genética
Se você vai recuperar ou refromar pastagens tenha muito cuidado com a qualidade da semente que adquire.
Atualmente sementes são dos insumos de maior custo na formação das pastagens.
Depois da terra pronta plantar semente que não nascem potencializa o seu prejuízo.
Pense nisso ao adquirir sementes
http://www.facebook.com/video/video.php?v=251938384827155
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Produtividade da Pecuária Brasileira
Impressiona o ganho de produtividade da Pecuária Brasileira nos últimos dez anos. Impressiona mais ainda quando se compara com o ocorrido no resto do mundo.
A tabela abaixo desmistifica a lenda que o campo é causador de desmatamento, e provoca danos ambientais para o país.
Na verdade é o contrário. Diminuímos as áreas de pastagem em 2,21% e aumentamos o rebanho em 26,5%
Do campo vem boa parte dos ganhos da economia brasileira e ele responde por mais de 30% do PIB nacional.
#souagro.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Código Florestal deve ser votado na CCJ até dia 31, diz relator
O relator do projeto de lei que atualiza o Código Florestal Brasileiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Luiz Henrique (PMDB-SC), disse ontem (10) à Agência Brasil que pretende apresentar seu parecer até o dia 24 e, se não houver pedido de vista, votá-lo até dia 31.
Luiz Henrique, que também foi indicado para relatar a matéria nas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, disse que tem conversado "frequentemente" com o senador Jorge Viana (PT-AC), relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente, para organizar um calendário semelhante de apreciação e votação da proposta nas comissões. Uma vez aprovado o mérito do projeto na CCJ, Luiz Henrique garantiu que apresentará um só relatório nas outras duas comissões.
Já Jorge Viana disse que pretende convidar o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que relatou o Código Florestal na Câmara, para detalhar seu relatório aos senadores. "Vou seguir o que feito pelo Aldo, por isso acho importante que ele, como autor do relatório aprovado pelos deputados, participe da discussão no Senado", argumentou o senador petista.
A matéria é de Ivan Richard e Marcos Chagas, da Agência Brasil
Luiz Henrique, que também foi indicado para relatar a matéria nas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, disse que tem conversado "frequentemente" com o senador Jorge Viana (PT-AC), relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente, para organizar um calendário semelhante de apreciação e votação da proposta nas comissões. Uma vez aprovado o mérito do projeto na CCJ, Luiz Henrique garantiu que apresentará um só relatório nas outras duas comissões.
Já Jorge Viana disse que pretende convidar o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que relatou o Código Florestal na Câmara, para detalhar seu relatório aos senadores. "Vou seguir o que feito pelo Aldo, por isso acho importante que ele, como autor do relatório aprovado pelos deputados, participe da discussão no Senado", argumentou o senador petista.
A matéria é de Ivan Richard e Marcos Chagas, da Agência Brasil
Deputados aprovam prazo para laticínio informar preço do leite.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na última terça-feira (2) proposta que obriga o laticínio a informar ao produtor de leite o preço pago pelo litro do produto até o dia 25 do mês anterior à entrega. A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para ser votada pelo Plenário.
O texto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural ao Projeto de Lei 547/03, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Pela proposta, caso descumpra a determinação, o laticínio terá de pagar ao produtor o maior preço praticado no mercado.
O relator na CCJ, deputado João Magalhães (PMDB-MG), recomendou a aprovação. A comissão analisou o texto apenas quanto aos seus aspectos de admissibilidade, ou seja, se estava de acordo com a Constituição e com as normas gerais do Direito.
O texto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural ao Projeto de Lei 547/03, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Pela proposta, caso descumpra a determinação, o laticínio terá de pagar ao produtor o maior preço praticado no mercado.
O relator na CCJ, deputado João Magalhães (PMDB-MG), recomendou a aprovação. A comissão analisou o texto apenas quanto aos seus aspectos de admissibilidade, ou seja, se estava de acordo com a Constituição e com as normas gerais do Direito.
EUA voltam a barrar carne exportada pela JBS
As autoridades sanitárias norte-americanas voltaram a encontrar a presença do vermífugo ivermectina acima do permitido pelas regras dos EUA em uma carga de carne industrializada da JBS.
A carne, industrializada na unidade da companhia em Barretos (SP), foi devolvida pelo FSIS (Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar), após análises laboratoriais. A empresa foi informada na sexta-feira passada.
O órgão manterá análises laboratoriais em mais 15 carregamentos da unidade de Barretos e, caso problemas semelhantes sejam registrados, essa fábrica pode ser excluída da lista de frigoríficos habilitados a exportar carne industrializada para os EUA.
Essa não é a primeira vez que a JBS tem carregamento devolvido pelos americanos. No ano passado, os EUA encontraram a presença do vermífugo acima do permitido em uma carga de Lins (SP).
O episódio acabou em prejuízo para todo o setor. Os embarques de carne foram suspensos logo após a devolução da carga da JBS, no final de maio de 2010, e retomados apenas em dezembro.
A assessoria de imprensa da JBS informou que a devolução do contêiner de Barretos é um caso isolado, pois a empresa tem adotado todas as recomendações do acordo entre Brasil e EUA. Entre elas está o cuidado dos produtores em respeitar o prazo de carência da aplicação do ivermectina nos animais até o abate.
A matéria é de Mauro Zafalon, publicada na Folha de S.Paulo
A carne, industrializada na unidade da companhia em Barretos (SP), foi devolvida pelo FSIS (Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar), após análises laboratoriais. A empresa foi informada na sexta-feira passada.
O órgão manterá análises laboratoriais em mais 15 carregamentos da unidade de Barretos e, caso problemas semelhantes sejam registrados, essa fábrica pode ser excluída da lista de frigoríficos habilitados a exportar carne industrializada para os EUA.
Essa não é a primeira vez que a JBS tem carregamento devolvido pelos americanos. No ano passado, os EUA encontraram a presença do vermífugo acima do permitido em uma carga de Lins (SP).
O episódio acabou em prejuízo para todo o setor. Os embarques de carne foram suspensos logo após a devolução da carga da JBS, no final de maio de 2010, e retomados apenas em dezembro.
A assessoria de imprensa da JBS informou que a devolução do contêiner de Barretos é um caso isolado, pois a empresa tem adotado todas as recomendações do acordo entre Brasil e EUA. Entre elas está o cuidado dos produtores em respeitar o prazo de carência da aplicação do ivermectina nos animais até o abate.
A matéria é de Mauro Zafalon, publicada na Folha de S.Paulo
Emergentes se consolidam como principais clientes da carne brasileira
Mesmo diante do inevitável reflexo da crise no consumo de carne da UE, que importa cortes nobres e paga bem por isso, a pecuária nacional tem, nos países emergentes, um amplo mercado a ser explorado. "A crise de 2008 quebrou frigoríficos que dependiam das exportações. De 2006 a 2010, a UE caiu do primeiro para o quinto lugar na lista dos principais destinos da carne brasileira", diz o economista Thiago Bernardino de Carvalho, do Cepea. No caminho inverso, vêm os mercados "emergentes", como Irã, Hong Kong e Egito.
Segundo a Abiec, as exportações brasileiras de carne bovina para o Irã cresceram 325% entre 2006 e 2010; para Hong Kong, o salto foi de 141%. "A carne que vai para a China entra por Hong Kong", diz o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio. "Assim como a Europa, EUA e Japão também estão em dificuldades", diz Carvalho, do Cepea.
"Quem tem dinheiro e está comprando carne são os países emergentes". Conforme Carvalho, a UE compra principalmente cortes de primeira, como filé mignon, contrafilé e alcatra. Já os emergentes preferem cortes dianteiros, mais baratos. Com a atual crise, a China pode ser alternativa: "Embora ainda seja um mercado obscuro, pois cada província tem regras próprias de importação". Para Sampaio, "o desafio do frigorífico é desmontar o boi e ter um corte para cada mercado". A previsão da Abiec é a de que as exportações de carne bovina fechem este ano em US$ 5 bilhões. Em 2010, foram US$ 4,8 bilhões.
A matéria é de Fernanda Yoneya, publicada no jornal O Estado de S.Paulo
Segundo a Abiec, as exportações brasileiras de carne bovina para o Irã cresceram 325% entre 2006 e 2010; para Hong Kong, o salto foi de 141%. "A carne que vai para a China entra por Hong Kong", diz o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio. "Assim como a Europa, EUA e Japão também estão em dificuldades", diz Carvalho, do Cepea.
"Quem tem dinheiro e está comprando carne são os países emergentes". Conforme Carvalho, a UE compra principalmente cortes de primeira, como filé mignon, contrafilé e alcatra. Já os emergentes preferem cortes dianteiros, mais baratos. Com a atual crise, a China pode ser alternativa: "Embora ainda seja um mercado obscuro, pois cada província tem regras próprias de importação". Para Sampaio, "o desafio do frigorífico é desmontar o boi e ter um corte para cada mercado". A previsão da Abiec é a de que as exportações de carne bovina fechem este ano em US$ 5 bilhões. Em 2010, foram US$ 4,8 bilhões.
A matéria é de Fernanda Yoneya, publicada no jornal O Estado de S.Paulo
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Mendonça de Barros: crise não muda cenário para agronegócio
A crise internacional não muda o quadro desenhado para o agronegócio e para a demanda por alimentos nos próximos anos, avalia o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Para ele, caso os Estados Unidos e alguns países europeus entrem em recessão, pode haver uma freada nas economias do mundo emergente. Mas esses países continuarão puxando a demanda por comida.
"A renda e o consumo devem seguir aumentando nesses países. O mercado chinês e asiático tem um bocado para avançar". Ele também avalia que o dólar deve continuar fraco, o que beneficia os preços dos produtos negociados nessa moeda, caso das commodities agrícolas. "A evolução da gestão da crise sugere que o dólar permanecerá frágil. E a fraqueza do dólar ajuda a dar piso para as commodities."
No médio e longo prazos, Mendonça de Barros prevê que as mudanças estruturais no mercado de alimentos, como a adoção de biocombustíveis pelo mundo, também serão fatores de sustentação das cotações agrícolas. "Os preços se alteraram no século 21 porque a demanda passou a mandar no mercado."
Ele disse que o cenário de consumo forte de alimentos deve continuar por mais dez anos a 15 anos, a depender do crescimento da China e outros asiáticos e da demanda por energia. "As condições de demanda são de tal natureza que, para alterar isso, teríamos que desmontar o cenário asiático", diz.
A matéria é de Ana Conceição e Eduardo Magossi, publicada na Agência Estado
"A renda e o consumo devem seguir aumentando nesses países. O mercado chinês e asiático tem um bocado para avançar". Ele também avalia que o dólar deve continuar fraco, o que beneficia os preços dos produtos negociados nessa moeda, caso das commodities agrícolas. "A evolução da gestão da crise sugere que o dólar permanecerá frágil. E a fraqueza do dólar ajuda a dar piso para as commodities."
No médio e longo prazos, Mendonça de Barros prevê que as mudanças estruturais no mercado de alimentos, como a adoção de biocombustíveis pelo mundo, também serão fatores de sustentação das cotações agrícolas. "Os preços se alteraram no século 21 porque a demanda passou a mandar no mercado."
Ele disse que o cenário de consumo forte de alimentos deve continuar por mais dez anos a 15 anos, a depender do crescimento da China e outros asiáticos e da demanda por energia. "As condições de demanda são de tal natureza que, para alterar isso, teríamos que desmontar o cenário asiático", diz.
A matéria é de Ana Conceição e Eduardo Magossi, publicada na Agência Estado
Pressão se confirma e commodities recuam
A esperada pressão dos tremores irradiados dos Estados Unidos e da Europa sobre as cotações das commodities se confirmou e os principais produtos agrícolas negociados nas bolsas de Chicago e Nova York registraram forte queda ontem. Foi o primeiro dia de negociações após o rebaixamento da nota dos papéis da dívida americana pela agência de avaliação de risco Standard & Poor's.
Especificamente no caso dos grãos, transacionados em Chicago e com maior liquidez entre as agrícolas, as previsões de clima favorável às lavouras dos EUA também não ajudaram a conter a sangria, o que reduz os temores inflacionários globais mas prejudica países exportadores de alimentos como os próprios EUA e o Brasil.
Fonte: Beef Point
Especificamente no caso dos grãos, transacionados em Chicago e com maior liquidez entre as agrícolas, as previsões de clima favorável às lavouras dos EUA também não ajudaram a conter a sangria, o que reduz os temores inflacionários globais mas prejudica países exportadores de alimentos como os próprios EUA e o Brasil.
Fonte: Beef Point
Brasil segue negociando com a Rússia, mas embargo parece impactar pouco a carne bovina
A indústria de carne suína cobra uma ação mais ágil do governo para a recuperação do mercado russo. O embargo do país a frigoríficos brasileiros, que vigora desde junho, é apontado como principal responsável pela queda nas exportações em julho. Na carne bovina, a cobrança é a mesma. Mas a indústria frigorífica destaca que o impacto do embargo russo no setor é bem menor.
Acrimat aponta desafios para a pecuária
Hoje o Brasil é o maior produtor comercial de proteína vermelha do mundo. Mas, para a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) muitos desafios precisam ser enfrentados dentro e fora do Brasil, apesar dessa colocação. "O Brasil está sendo observado e cobrado pelo mundo, pois é daqui que sairá o alimento que o planeta precisa", disse o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari. Ele aponta três grandes desafios e as ações que são necessárias para que o país continue produzindo alimento: mostrar que o Brasil não tem passivo e sim ativo ambiental, melhorar a renda do produtor e erradicar a febre aftosa.
Fonte: Beef Point
Fonte: Beef Point
Indicadores Econômicos x Produtos Agrícolas.1º Semestre 2011
Produto | Unidade | Jan/11 | Jun/11 | Variação |
Milho Grão | R$/saca | R$ 30,00 | R$ 31,00 | 3,33% |
Soja Grão | R$/saca | R$ 51,00 | R$ 45,00 | -11,76% |
Boi Gordo | R$/@ | R$ 101,20 | R$ 96,85 | -4,30% |
Leite | R$/litro | R$ 0,72 | R$ 0,85 | 11,97% |
Couro Verde | R$/Kg | R$ 1,35 | R$ 1,70 | 25,93% |
Dólar | R$ | R$ 1,67 | R$ 1,58 | -5,39% |
Ouro | R$/g | R$ 74,30 | R$ 80,49 | 8,33% |
Bovespa | Pontos | 68.494 | 62.403 | -8,89% |
Poupança | Acumulado jan/11 a jun/11 | 3,63% | ||
Fonte: Scot Consultoria / BM&F BOVESPA WWW.scotconsultoria.com.br
Vendas de leite têm alta de 3% no país no primeiro semestre
Apesar da recente desaceleração do ritmo de crescimento da economia do país, a tendência de aumento da renda da população nos últimos anos continua a puxar para cima as vendas de leite no mercado doméstico.
Dados compilados pela Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) mostram que, no total, as vendas alcançaram 5,105 bilhões de litros no primeiro semestre de 2011, 3,2% mais que em igual período do ano passado.
Carro-chefe dessa comercialização, o leite longa vida registrou incremento de 4% na mesma comparação e o volume vendido somou 2,86 bilhões de litros de janeiro a junho. As vendas de leite em pó subiram 7,4%, para o equivalente a 1,45 bilhões de litros, e houve queda de 6% do caso do leite pasteurizado, para 795 milhões de litros.
"Há consumo de leite em 99% dos lares brasileiros. Mesmo com a economia crescendo menos, o aumento da renda mantém as vendas em alta", afirma Laércio Barbosa, presidente da ABLV.
Como historicamente as vendas de leite no Brasil são mais fortes no segundo semestre do que no primeiro, diz Barbosa, é possível que o aumento no acumulado de 2011 alcance 5%. Em 2010, as vendas totalizaram 5,5 bilhões de litros.
Apesar da boa fase da demanda interna, notadamente no Nordeste, a ABLV continua a chamar a atenção para a alta das importações de leite em pó. "Nesse momento de entressafra no país está tudo calmo, mas se as importações seguirem aquecidas na safra os produtores terão problemas".
Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, o período de safra começa entre os meses de setembro e outubro. E na atual entressafra, desde junho, houve mais problemas na oferta do que o normal em consequência de adversidades climáticas.
O presidente da ABLV destaca que o acordo que limitou as importações desde a Argentina a 3,3 mil toneladas por mês, prorrogado até o último dia 31 de julho, será rediscutido pelos dois países na semana que vem. Se o volume acordado crescer, a pressão sobre os produtores brasileiros certamente vai aumentar.
As informações são do Valor Econômico,adpatadas pela Milk Point .
Dados compilados pela Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) mostram que, no total, as vendas alcançaram 5,105 bilhões de litros no primeiro semestre de 2011, 3,2% mais que em igual período do ano passado.
Carro-chefe dessa comercialização, o leite longa vida registrou incremento de 4% na mesma comparação e o volume vendido somou 2,86 bilhões de litros de janeiro a junho. As vendas de leite em pó subiram 7,4%, para o equivalente a 1,45 bilhões de litros, e houve queda de 6% do caso do leite pasteurizado, para 795 milhões de litros.
"Há consumo de leite em 99% dos lares brasileiros. Mesmo com a economia crescendo menos, o aumento da renda mantém as vendas em alta", afirma Laércio Barbosa, presidente da ABLV.
Como historicamente as vendas de leite no Brasil são mais fortes no segundo semestre do que no primeiro, diz Barbosa, é possível que o aumento no acumulado de 2011 alcance 5%. Em 2010, as vendas totalizaram 5,5 bilhões de litros.
Apesar da boa fase da demanda interna, notadamente no Nordeste, a ABLV continua a chamar a atenção para a alta das importações de leite em pó. "Nesse momento de entressafra no país está tudo calmo, mas se as importações seguirem aquecidas na safra os produtores terão problemas".
Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, o período de safra começa entre os meses de setembro e outubro. E na atual entressafra, desde junho, houve mais problemas na oferta do que o normal em consequência de adversidades climáticas.
Apesar das incertezas de curto prazo nas economias internacional e doméstica, Barbosa reitera que o segmento de lácteos deverá registrar em 2011 seu maior déficit comercial em uma década, com importações equivalentes a mais de 1 bilhão de litros.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Cenário Para a Pecuária
"O cenário de médio-longo para a pecuária brasileira é muito promissor. Demanda crescente e poucos países aptos a atender essa demanda. No curto prazo, a perspectiva também é boa, mas vale reforçar a necessidade de se atentar a uma nova realidade de custos e preços mais altos, onde a diferença de rentabilidade do produtor eficiente para o ineficiente é muito grande. Se torna cada vez mais importante o profissionalismo, gestão, produtividade e saber vender e comprar bem".
Em recente artigo no BeefPoint, Miguel Cavalcante, concluiu o ref. artigo, resumindo sob sua ótica, como vê o cenário para a pecuária brasileira.
Creio que o pensamento dele, se aproxima bastante do que imaginamos e como vemos as perspectivas para os criadores.
Foco basicamente em quatro vetores:
1. Tendência de manutenção de rentabilidade positiva para a pecuária fundamentada no aumento da demanda tanto externa quanto interna com melhoria de níveis salariais.
2. Gerenciamento eficaz do controle de custeio e investimentos, tornando possível melhor rentabilidade.
3. Gestão profissional da empresa pecuária.
4. Conhecimento de mercado.
Arroba do boi volta a fechar a R$ 100 em São Paulo
Segundo notícia e dados divulgados pelo CEPEA, a @ do boi voltou a bater na casa dos R$ 100,00 para pagamento a prazo e menos impostos. Este preço não era paraticado há alguns meses.
As escalas continuam curtas com dificuldades dos frigoríficos de se abastecerem por conta daqueles pecuaristas que têm boi gordos criados a pasto resitirem em vender seus animais aguardando novos reajustes nos preços.
A semana passada comentei no nosso twitter (@gepecorte) e neste blog, sobre a possibilidade da entre-safra e os preços reajustados estarem se antecipando nas regiões sudeste e centro-oeste que são as maiores produtoras do país.
Hoje a minha pergunta é se estaríamos passando por uma "bolha" (para usar termo da moda) nos preços praticados?
A dúvida fica por conta de o quanto os bois de confinamento irão influenciar estes preços mais adiante, bem como caso haja uma antecipação das chuvas nestas regiões, proporcionando a chegada dos bois de pasto mais cedo que o habitual.
No nosso caso em particular, do Estado da Bahia, o cenário se mostra um pouco diferente pois o clima seco em muitas das regiões produtoras tem forçado ao pecuarista vender os bois que estão gordos "ou quase gordos" criando uma oferta maior que a demanda. Lógicamente fazendo com que o preço da @ do boi em nosso estado tenha se estabilizado por volta de R$ 95,00 já abatidas as despesas.
Como sempre digo é preciso que o pecuarista esteja sempre ligado aos movimentos do mercado, clima,etc. além da sua situação particular da porteira para dentro.
Não podemos mais fazer pecuária somente olhando nossos bois e nossos pastos. O resultado econômico-financeiro do empreendimento depende cada vez mais de fatores externos e na maioria das vezes, sem influência direta de nossa ações.
Balança do agronegócio registra saldo de US$ 34 bi no primeiro semestre
Café, complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro e produtos florestais foram os setores que mais contribuíram para o resultado. O valor representa acréscimo de 20,5% em relação ao registrado em 2010
A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit de US$ 34,7 bilhões de janeiro a junho de 2011. O valor representa um crescimento de 20,5% no saldo de negócios externos do setor em relação ao mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 28,8 bilhões. As exportações totalizaram US$ 43,1 bilhões, o que representa elevação de 23,4% em relação ao mesmo período de 2010. As importações apresentaram variação positiva de 36,8%, no mesmo período, totalizando US$ 8,3 bilhões.
O incremento das exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo), carnes, complexo sucroalcooleiro (etanol e açúcar), produtos florestais e café – que juntos responderam por 82,4% do total das exportações – foi o principal responsável pelo resultado positivo da balança. O valor embarcado dos cinco produtos foi de US$ 35,5 bilhões.
“Tivemos um expressivo aumento das exportações de soja em grão tanto em quantidade quanto em valor. O destaque negativo foi a queda do volume exportado de óleo de soja, produto com maior renda agregada”, analisa o diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio (DPI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcelo Junqueira Ferraz.
Fonte: Agrolink/MAPA
A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit de US$ 34,7 bilhões de janeiro a junho de 2011. O valor representa um crescimento de 20,5% no saldo de negócios externos do setor em relação ao mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 28,8 bilhões. As exportações totalizaram US$ 43,1 bilhões, o que representa elevação de 23,4% em relação ao mesmo período de 2010. As importações apresentaram variação positiva de 36,8%, no mesmo período, totalizando US$ 8,3 bilhões.
O incremento das exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo), carnes, complexo sucroalcooleiro (etanol e açúcar), produtos florestais e café – que juntos responderam por 82,4% do total das exportações – foi o principal responsável pelo resultado positivo da balança. O valor embarcado dos cinco produtos foi de US$ 35,5 bilhões.
“Tivemos um expressivo aumento das exportações de soja em grão tanto em quantidade quanto em valor. O destaque negativo foi a queda do volume exportado de óleo de soja, produto com maior renda agregada”, analisa o diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio (DPI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcelo Junqueira Ferraz.
Fonte: Agrolink/MAPA
terça-feira, 12 de julho de 2011
Alta de matéria-prima pode elevar preços do leite longa vida no país
A alta dos preços do leite aos produtores em decorrência do clima adverso - seca prolongada no Sudeste e Centro-Oeste e frio excessivo no Sul - e dos maiores custos de produção deve levar as indústrias de leite longa vida a reajustarem seus preços.
Em junho (pagamento referente ao produto entregue em maio), o leite ao produtor alcançou um preço médio de R$ 0,814 por litro no país. No pagamento anterior, ficara em R$ 0,799 por litro, conforme levantamento da Scot Consultoria.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa (ABLV), Laércio Barbosa, os preços do leite longa vida no mercado subiram cerca de 10% do início do ano - período de safra - até maio. Então, ficaram os dois últimos meses estáveis, negociados por R$ 1,70 a R$ 1,80, em média, no atacado do país.
Com a elevação do preço da matéria-prima por conta da menor captação de leite pelas indústrias, a tendência é de nova alta, na casa dos 10% até setembro quando se inicia a safra nas principais bacias leiteiras do país, prevê Barbosa.
Citando o índice de captação de leite Cepea/Esalq, o dirigente lembra que em maio a produção nacional caiu 2% em comparação com mês anterior.
Além de a produção no Sul do país - que está em período de safra - ter ficado abaixo do esperado, Barbosa observa que o consumo de lácteos de uma maneira geral segue firme.
Fonte: Seagri
Em junho (pagamento referente ao produto entregue em maio), o leite ao produtor alcançou um preço médio de R$ 0,814 por litro no país. No pagamento anterior, ficara em R$ 0,799 por litro, conforme levantamento da Scot Consultoria.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa (ABLV), Laércio Barbosa, os preços do leite longa vida no mercado subiram cerca de 10% do início do ano - período de safra - até maio. Então, ficaram os dois últimos meses estáveis, negociados por R$ 1,70 a R$ 1,80, em média, no atacado do país.
Com a elevação do preço da matéria-prima por conta da menor captação de leite pelas indústrias, a tendência é de nova alta, na casa dos 10% até setembro quando se inicia a safra nas principais bacias leiteiras do país, prevê Barbosa.
Citando o índice de captação de leite Cepea/Esalq, o dirigente lembra que em maio a produção nacional caiu 2% em comparação com mês anterior.
Além de a produção no Sul do país - que está em período de safra - ter ficado abaixo do esperado, Barbosa observa que o consumo de lácteos de uma maneira geral segue firme.
Fonte: Seagri
O preço do leite in natura alcançou níveis históricos neste ano e deve provocar o aumento dos preços praticados pela indústria já nos próximos dias, tendendo a permanecer em aceleração, mesmo que moderada, até setembro, quando começa a safra nas principais bacias leiteiras do País.
"Estamos observando uma valorização contínua da matéria-prima em todas as regiões do País, o que obriga a indústria a rever suas previsões e repassar esses custos ao comércio, para que o negócio continue viável", afirma Laércio Barbosa, presidente da ABLV. "O que motiva tal valorização é o período de entressafra particularmente severa pelo qual atravessamos, com forte queda na temperatura e o aumento dos custos de produção. Esses fatores, aliados ao maior consumo dos produtos lácteos em geral, deverão sustentar o preço do Leite Longa Vida em níveis mais altos até o fim de setembro", completa.
Fonte: MilkPoint
"Estamos observando uma valorização contínua da matéria-prima em todas as regiões do País, o que obriga a indústria a rever suas previsões e repassar esses custos ao comércio, para que o negócio continue viável", afirma Laércio Barbosa, presidente da ABLV. "O que motiva tal valorização é o período de entressafra particularmente severa pelo qual atravessamos, com forte queda na temperatura e o aumento dos custos de produção. Esses fatores, aliados ao maior consumo dos produtos lácteos em geral, deverão sustentar o preço do Leite Longa Vida em níveis mais altos até o fim de setembro", completa.
Fonte: MilkPoint
Mercado reage
Nesta semana o mercado do boi gordo trabalhou em ambiente mais firme e o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 97,55/@, acumulando valorização de 1,08%. O indicador a prazo registrou alta de 1,32% nos últimos 7 dias, sendo cotado a R$ 98,85/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Segundo o Cepea, como a oferta de animais de pasto é bastante limitada e a de bois confinados ainda é pequena, frigoríficos têm encontrado dificuldade para preencher as escalas. Mesmo assim muitos frigoríficos tem evitado negociar a preços mais altos na tentativa de conter um movimento de alta, mas a pressão baixista já começa a perder força.
Fonte: BeefPoint por André Camargo
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Segundo o Cepea, como a oferta de animais de pasto é bastante limitada e a de bois confinados ainda é pequena, frigoríficos têm encontrado dificuldade para preencher as escalas. Mesmo assim muitos frigoríficos tem evitado negociar a preços mais altos na tentativa de conter um movimento de alta, mas a pressão baixista já começa a perder força.
Fonte: BeefPoint por André Camargo
Caem as exportações de gado em pé. 35% no primeiro semestre
Com recuo para 190 mil animais as exportações de gado vivo pelo Brasil recuaram 35%. Em valores o recuo é de 27% com números absolutos atingindo os U$ 198 milhões segundo dados da Ministério do Desenvolvimento.
Este volume menor se deveu principalmente a queda nas exportações para a Venezuela que reduziu suas compras de 256 mil para 152 mil animais vivos.
Já as importações do Líbano, o segundo maior mercado brasileiro, mantiveram evolução neste ano. As empresas brasileiras colocaram 39 mil animais no país de janeiro a junho, com aumento de 47% em relação a igual período do ano anterior. As receitas com as compras libanesas subiram de US$ 17,4 milhões no primeiro semestre do ano passado para US$ 32 milhões neste ano.
Segundo Gastão Carvalho Filho da Boi Branco esta situação deve se inverter em breve pois a Venezuela deverá voltar a comprar, até por uma questão de abastecimento.
Além da queda nas importações da Venezuela, o Brasil enfrentou a concorrência esporádica de exportações do Uruguai, da Colômbia e da Austrália, afirma o dono da Boi Branco, empresa líder nas vendas para o Líbano.
Fonte: Mauro Zafalon, publicada na Folha de S.Paulo
Este volume menor se deveu principalmente a queda nas exportações para a Venezuela que reduziu suas compras de 256 mil para 152 mil animais vivos.
Já as importações do Líbano, o segundo maior mercado brasileiro, mantiveram evolução neste ano. As empresas brasileiras colocaram 39 mil animais no país de janeiro a junho, com aumento de 47% em relação a igual período do ano anterior. As receitas com as compras libanesas subiram de US$ 17,4 milhões no primeiro semestre do ano passado para US$ 32 milhões neste ano.
Segundo Gastão Carvalho Filho da Boi Branco esta situação deve se inverter em breve pois a Venezuela deverá voltar a comprar, até por uma questão de abastecimento.
Além da queda nas importações da Venezuela, o Brasil enfrentou a concorrência esporádica de exportações do Uruguai, da Colômbia e da Austrália, afirma o dono da Boi Branco, empresa líder nas vendas para o Líbano.
Fonte: Mauro Zafalon, publicada na Folha de S.Paulo
Logística ! Gargalo para o Agronegócio
Está cada vez mais evidente, como as deficiências de infra-estrutura serão o maior entrave para o crescimento do país. Armazenamento, Estradas, Portos etc... vêm se mostrando cada vez mais deficitários para a necessidade do volume e tamanho da agro pecuária brasileira.
Em recente audiência no Congresso Nacional o assessor da CNA , Luiz Antonio Fayet comentou o assunto e especificamente em relação a estrutura portuária citou dados e números que demonstram esta realidade.
Segundo Fayet, na última safra, alguns Estados das Regiões Norte e Nordeste deixaram de produzir três milhões de toneladas de soja e milho por não haver portos marítimos próximos com capacidade para escoar a produção. Em razão disso, acrescentou Fayet, cerca de 50 mil empregos permanentes não foram gerados. "Com este apagão portuário que está aí, nós estamos condenados a não crescer", afirmou o consultor da CNA.
Segundo Fayet, são necessários investimentos da ordem de U$ 30 bilhões até 2020 para superar o gargalo dos portos marítimos no Brasil. "O Governo não tem esse dinheiro, até porque teve de cortar R$ 50 bilhões do orçamento deste ano", disse durante audiência pública na Câmara dos Deputados.
As informações são da Assessoria de Comunicação da CNA adaptadas pela Equipe Gepecorte
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Defesa agropecuária terá conferência
Difundir o conceito de defesa agropecuária, divulgar seu caráter estratégico e promover a integração do conhecimento, unindo as áreas científica, social e de produção.
Esses são objetivos da III Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária lançada ontem, no auditório da Secretaria da Agricultura (Seagri), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O evento será realizado em Salvador, no período de 23 a 27 de Abril de 2012, com o tema ‘Responsabilidade Compartilhada’.
Na solenidade, o secretário da Agricultura do Estado, Eduardo Salles, afirmou que o Brasil é celeiro do mundo e a Bahia tem grande participação na produção agrícola. Para o diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Paulo Emílio Torres, “o País tem qualidade produtiva, por isso a defesa agropecuária precisa ser discutida como questão de soberania nacional”.
Nos últimos dois anos, segundo Torres, grandes conquistas foram alcançadas pela Seagri, por meio da Adab, a exemplo da extinção da Zona Tampão, a criação do primeiro Mestrado Profissional em Defesa Agropecuária no Brasil, a implantação do Sisbi e da Central de Laboratórios. “Tudo isso é resultado de um esforço em conjunto, de ações compartilhadas, de comprometimento e dedicação de profissionais, entidades do setor em prol do bem comum”.
Fonte: Seagri/Ba
Esses são objetivos da III Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária lançada ontem, no auditório da Secretaria da Agricultura (Seagri), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O evento será realizado em Salvador, no período de 23 a 27 de Abril de 2012, com o tema ‘Responsabilidade Compartilhada’.
Na solenidade, o secretário da Agricultura do Estado, Eduardo Salles, afirmou que o Brasil é celeiro do mundo e a Bahia tem grande participação na produção agrícola. Para o diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Paulo Emílio Torres, “o País tem qualidade produtiva, por isso a defesa agropecuária precisa ser discutida como questão de soberania nacional”.
Nos últimos dois anos, segundo Torres, grandes conquistas foram alcançadas pela Seagri, por meio da Adab, a exemplo da extinção da Zona Tampão, a criação do primeiro Mestrado Profissional em Defesa Agropecuária no Brasil, a implantação do Sisbi e da Central de Laboratórios. “Tudo isso é resultado de um esforço em conjunto, de ações compartilhadas, de comprometimento e dedicação de profissionais, entidades do setor em prol do bem comum”.
Fonte: Seagri/Ba
Alta do Milho
Apesar de no início do ano os preços do milho terem sinalizado que teríamos melhores margens para que o pecuarista usasse o grão nas suas dietas de confinamento e semi-confinamento esta tendência reverteu nos últimos dois meses por conta de fatores que não se apresentavam àquela época.
Como importante insumo para as dietas de terminação da boiada, esta alta já cria problemas para aqueles que pretendiam usar a estratégia da suplementação a pasto, como ferramenta de estratégia produtiva e econômica.
Como importante insumo para as dietas de terminação da boiada, esta alta já cria problemas para aqueles que pretendiam usar a estratégia da suplementação a pasto, como ferramenta de estratégia produtiva e econômica.
Na safra a queda dos preços do milho chegaram a 11%. De Maio para cá o mercado se firmou e neste momento a relação de troca, milho x @boi gordo caiu 20% em relação aos últimos treze meses.
Como esta estratégia alimentar, em função dos preços da @ do boi gordo se mostrou extremamente compensadora em 2010 para o engordador, vai ser preciso que este engordador faça direitinho suas contas de custo de produção da @ para este ano, e não correr riscos.
Olho no boi, nos pastos e no mercado. A nossa atividade não se restringe mais a somente da porteira para dentro.
Preço da arroba do boi gordo sobe com menor oferta, aponta Cepea
Indicador Esalq/BM&FBovespa acumulou alta de 1,08%, nos últimos sete dias
Os preços da arroba de boi gordo subiram nos últimos dias em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), devido à baixa disponibilidade de animais para abate.
Em sete dias, o Indicador do boi gordo Esalq/BM&FBovespa, à vista, CDI – São Paulo, com Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), acumulou alta de 1,08%, fechando a R$ 97,55 nessa quarta, dia 6.
Fonte: CEPEA
Como citamos no comentário de ontem neste mesmo blog é clara a tendencia momentânea de inflexão da curva de preços da @ do boi gordo para alta.
Resta sabermos se este movimento se manterá, tornando-se firme e duradouro até o auge da entre-safra. Devemos ter um hiato deste movimento por ocasião da chegada ao mercado dos bois de confinamento que ainda não estão sendo ofertados.
Para bois de pasto é clara a pouca oferta neste momento.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Mercado se Move
Nos últimos dias o mercado do boi gordo no centro-oeste e sudeste teve comportamento diferente daquele que vinha ocorrendo.
As escalas ficaram curtas e demanda e oferta caminharam em sentido contrário.
Frigoríficos só estão conseguindo bois para até a sexta -feira na sua escala de abate, e o índice CEPEA já teve pequena reação.
Precisamos ver se este movimento e tendência se mantém ao longo do mês indicando uma mudança na curva de preços.
Será que estamos iniciando a entre-safra?
Aguardar para ver!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Custo no Confinamento
Uma continha rápida postada por Caio Junqueira Neto no site BeefPoint.
Atenção confinadores.# Boi magro R$1.250,00 * 5,50 (diaria)* 85 dias = R$1.717,50 / 18,5 @ =R$92,83 de custo engordado
Será que os confinamentos irão aumentar este ano provocando automaticamente maior oferta de boi gordo no período de entresafra?
E o que isto representa em relação ao preço da @ para o mesmo período?
O leitor que faça sua análise!
Atenção confinadores.# Boi magro R$1.250,00 * 5,50 (diaria)* 85 dias = R$1.717,50 / 18,5 @ =R$92,83 de custo engordado
Será que os confinamentos irão aumentar este ano provocando automaticamente maior oferta de boi gordo no período de entresafra?
E o que isto representa em relação ao preço da @ para o mesmo período?
O leitor que faça sua análise!
O Agronegócio e o Sucesso do Brasil no Mercado de Carnes
A Senador Kátia Abreu apresentou uma das palestras do Congresso Internacional da Carne, realizado em Campo Grande/MS, em junho passado. Segundo a senadora e presidente da CNA é preciso dar a devida importância da Agricultura e da Pecuária brasileira. "Nos últimos 10 anos, se não fosse o Agronegócio, a balança comercial brasileira seria negativa. Sem o Agronegócio teríamos um déficit de R$ 40 bilhões em 2010".
Kátia Abreu ressaltou que 90% das reservas cambiais responsáveis por manter a economia equilibrada e longe da crise vieram das exportações do Agronegócio. "O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de aves, mesmo viando ao exterior apenas 19% da nossa produção, e seguimos abrindo novos mercados devido a nossa mobilidade no sistema de produção e capacidade de atender as exigências dos compradores", comentou.
André Camargo por BeefPoint
Kátia Abreu ressaltou que 90% das reservas cambiais responsáveis por manter a economia equilibrada e longe da crise vieram das exportações do Agronegócio. "O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de aves, mesmo viando ao exterior apenas 19% da nossa produção, e seguimos abrindo novos mercados devido a nossa mobilidade no sistema de produção e capacidade de atender as exigências dos compradores", comentou.
André Camargo por BeefPoint
Custos de produção devem reduzir confinamentos em Goiás
No sudoeste de Goiás os confinamentos estão praticamente lotados de animais. Apesar de muitos acreditarem que haveria um aumento no volume de gado confinado, esta expectativa não deve se cumprir, por causa dos altos custos de produção.
Goiás é responsável por quase 50% dos confinamentos do Brasil. Na região, a arroba do boi está sendo vendida a R$ 89 em média. Preço melhor do que no ano passado.
Em 2010 mais de um milhão de animais foram confinados. Em abril deste ano a Associação Nacional dos Confinadores acreditava que haveria um aumento de 31% no volume. Mas para o analista Fábio Paiva, esta expectativa não deve se confirmar. Ele conta que deve se manter o mesmo patamar do ano passado, mas não acredita em falta e sim em redução.
Fonte: Canal Rural
Goiás é responsável por quase 50% dos confinamentos do Brasil. Na região, a arroba do boi está sendo vendida a R$ 89 em média. Preço melhor do que no ano passado.
Em 2010 mais de um milhão de animais foram confinados. Em abril deste ano a Associação Nacional dos Confinadores acreditava que haveria um aumento de 31% no volume. Mas para o analista Fábio Paiva, esta expectativa não deve se confirmar. Ele conta que deve se manter o mesmo patamar do ano passado, mas não acredita em falta e sim em redução.
Fonte: Canal Rural
segunda-feira, 4 de julho de 2011
IBGE: abate de fêmeas aumentou 11,5% em relação ao 1º trimestre de 2010
Segundo a pesquisa trimestral de abates, no 1º trimestre de 2011 foram abatidas 7,097 milhões de cabeças de bovinos, representando queda de 1,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 0,2% em relação ao mesmo período de 2010.
Houve aumento de 19,4% na participação das fêmeas (vacas e novilhas) no abate total. Em relação mesmo período do ano passado, o abate de fêmeas cresceu 11,57%.
O peso acumulado de carcaças de bovinos (1,640 milhão de tonelada) no 1º trimestre de 2011 foi inferior ao registrado no 4º trimestre de 2010 (-2,6%) e no 1º trimestre de 2010 (-3,1%). A variação do peso acumulado foi mais negativa que a do número de cabeças abatidas, significando que os animais abatidos no 1º trimestre de 2011 eram mais leves.
A persistência de forte estiagem iniciada no 3º trimestre de 2010 nas principais regiões produtoras, reduzindo o crescimento das pastagens, pode ter contribuído para a redução do peso e da oferta de animais.
Fonte: BeefPoint
Houve aumento de 19,4% na participação das fêmeas (vacas e novilhas) no abate total. Em relação mesmo período do ano passado, o abate de fêmeas cresceu 11,57%.
O peso acumulado de carcaças de bovinos (1,640 milhão de tonelada) no 1º trimestre de 2011 foi inferior ao registrado no 4º trimestre de 2010 (-2,6%) e no 1º trimestre de 2010 (-3,1%). A variação do peso acumulado foi mais negativa que a do número de cabeças abatidas, significando que os animais abatidos no 1º trimestre de 2011 eram mais leves.
A persistência de forte estiagem iniciada no 3º trimestre de 2010 nas principais regiões produtoras, reduzindo o crescimento das pastagens, pode ter contribuído para a redução do peso e da oferta de animais.
Fonte: BeefPoint
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Embargo russo à carne brasileira deve terminar na próxima semana, diz Rossi
Equipe de técnicos brasileiros estará na Rússia para ajustar acordo entre os países
O embargo russo à carne brasileira deverá terminar na próxima semana. A notícia foi anunciada pelo ministro de Agricultura, Wagner Rossi, que esteve nesta sexta, dia 1º, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul.
O ministro participou de uma audiência sobre o desenvolvimento regional. Ele anunciou que a exportação de carne suína para a Rússia deve ser normalizada na próxima semana. Uma equipe de técnicos brasileiros estará no país para ajustar o acordo entre os países.
Rossi participou de um encontro do G-20 em Paris e conversou com ministros russos e responsáveis pela questão sanitária ambiental naquele país. Para restabelecer a exportação de carne suína, Rossi afirmou que os laboratórios brasileiros receberão investimentos.
Fonte: Canal Rural
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Cavalos e Encourados no Desfile de Dois de Julho!
Enquanto, o nosso trânsito é caótico, o nosso metrô não acaba, o Pelourinho é abandonado, SSA é uma cidade sem o menor sinal de gestão e planejamento público, o MP, ONGS etc ficam a discutir se cavalos devem participar do cortejo do Dois de Julho. Já na lavagem do Bonfim esta discussão estéril ocorreu. Não seria melhor fiscalizar o que realmente deveria ser fiscalizado. Não me lembro, desde que me entendo, e não sou tão novinho assim, de nenhum equino que tenha morrido por participar das festividades. Além do que é cultural. Representam (os encourados) parte de um povo que lutou pela independência definitiva do Brasil.
Algo está errado! Não é a participação dos cavalos no desfile, a culpa dos males que sofre o cidadão baiano!
Acorda Bahia!
Wagner Rossi diz que Brasil não aceitará controle de preço nos alimentos
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, realizou nesta quarta-feira (29), um balanço da participação brasileira na reunião do G-20 Agrícola, realizada este mês na França; e da eleição de José Graziano da Silva para o cargo de diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), na Itália. Segundo Rossi, no G-20 agrícola o Brasil deixou claro que não aceitará controle sobre os preços dos alimentos, que defende uma política de transparência sobre os dados agrícolas mundiais e aumento da produção para evitar crises de segurança alimentar ao redor do mundo.
De acordo com Rossi, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, chegou a tentar reavivar o discurso sobre a necessidade de controle de preços para os produtos agrícolas, mas não foi bem-sucedido nessa proposta, que desagrada ao Brasil. "A posição do Brasil foi muito simples. Defendemos que o aumento da produção é necessário para resolver a questão dos preços, na busca pelo equilíbrio. E isso foi incorporado nos discursos de vários outros países e até no texto final da reunião do G-20 agrícola", disse Rossi.
Fonte: BeefPoint
De acordo com Rossi, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, chegou a tentar reavivar o discurso sobre a necessidade de controle de preços para os produtos agrícolas, mas não foi bem-sucedido nessa proposta, que desagrada ao Brasil. "A posição do Brasil foi muito simples. Defendemos que o aumento da produção é necessário para resolver a questão dos preços, na busca pelo equilíbrio. E isso foi incorporado nos discursos de vários outros países e até no texto final da reunião do G-20 agrícola", disse Rossi.
Fonte: BeefPoint
quarta-feira, 29 de junho de 2011
NÚMEROS QUE IMPRESSIONAM
Nos últimos 14 anos a área de pastagem no Brasil diminuiu em 6 milhões de hectares.
No mesmo período a produção de carne aumentou em 61% passando de 5,9 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC) em 1997 para 9,5 milhões de TEC em 2010.
A relação entre produção de carne e a área de pastagem melhorou em 66%.
Em 1997 produzia-se 33,8 Kg de carne em 1 Há. Em 2010 são 55,6 Kg por Hectare.
A produção de carne no Brasil evoluiu zootecnicamente, sanitariamente e economicamente.
Resumidamente isto chama-se produtividade.
Mais empregos em todos os setores da cadeia, desenvolvimento tecnológico, divisas.
Muito diferente da infâmia que querem impingir ao setor pecuário de mal feitor do meio ambiente.
Devemos melhorar sempre a responsabilidade social e ambiental das nossas empresas e propriedades pecuárias.
Mas temos que ser respeitados, e devemos esclarecer a sociedade do papel do setor para o país.
No mesmo período a produção de carne aumentou em 61% passando de 5,9 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC) em 1997 para 9,5 milhões de TEC em 2010.
A relação entre produção de carne e a área de pastagem melhorou em 66%.
Em 1997 produzia-se 33,8 Kg de carne em 1 Há. Em 2010 são 55,6 Kg por Hectare.
A produção de carne no Brasil evoluiu zootecnicamente, sanitariamente e economicamente.
Resumidamente isto chama-se produtividade.
Mais empregos em todos os setores da cadeia, desenvolvimento tecnológico, divisas.
Muito diferente da infâmia que querem impingir ao setor pecuário de mal feitor do meio ambiente.
Devemos melhorar sempre a responsabilidade social e ambiental das nossas empresas e propriedades pecuárias.
Mas temos que ser respeitados, e devemos esclarecer a sociedade do papel do setor para o país.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Confinamento: Aumenta ou diminui em 2011?
Durante a Feicorte Bruno Andrade, Zootecnista da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), falou sobre as expectativas dos associados da Assocon para o confinamento de 2011. Veja o que eles estão esperando:
"A gente fez uma primeira pesquisa em março/abril e o pessoal estava bem otimista, tanto é que ela mostrava 31% de expectativa de crescimento. Entretanto, foram passando os meses e a gente viu que o preço do boi gordo foi dando uma piorada, os insumos continuaram altos e a aquisição do boi magro ainda continua alta. Então a gente está vendo que o pessoal está pensando duas vezes antes de investir um pouco mais na atividade para este ano, mas ainda é cedo para dizer o que vai acontecer".
"A primeira pesquisa ou é muito otimista ou é muito pessimista".
"Nessa primeira pesquisa que a gente fez, a gente verificou que a quantidade de gado comprado para o ano de 2011 é semelhante a quantidade comprada no ano de 2010".
"A expectativa de crescimento é que pode ser comprometida; se os preços continuarem se deteriorando, essa expectativa não vai acontecer e o confinamento não vai crescer esse ano". Publicado por BEEFPOINT
segunda-feira, 27 de junho de 2011
JBS é o maior exportador brasileiro de carne
O grupo JBS continua na primeira posição no ranking de receita com exportações brasileiras de carne no acumulado do ano até maio, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
As vendas externas do grupo no período totalizaram US$ 1,090 bilhão, avanço de 166,8% ante US$ 408,795 milhões. O Bertin, incorporado em setembro de 2009 pelo grupo, cujos números ainda são divulgados em separado pela Secex, não figurou na lista de maio. Com esse resultado, a JBS ficou na oitava posição no ranking geral das 40 principais empresas brasileiras em exportação de janeiro a maio, mesma colocação obtida no levantamento anterior.
Fonte: BeefPoint adaptado por Gepecorte
As vendas externas do grupo no período totalizaram US$ 1,090 bilhão, avanço de 166,8% ante US$ 408,795 milhões. O Bertin, incorporado em setembro de 2009 pelo grupo, cujos números ainda são divulgados em separado pela Secex, não figurou na lista de maio. Com esse resultado, a JBS ficou na oitava posição no ranking geral das 40 principais empresas brasileiras em exportação de janeiro a maio, mesma colocação obtida no levantamento anterior.
Fonte: BeefPoint adaptado por Gepecorte
G20 fecha acordo para conter volatilidade de preços agrícolas
Os ministros da agricultura do G20, grupo que reúne os países ricos e as principais economias emergentes, chegaram na quinta-feira (23) em Paris a um acordo para conter a volatilidade dos preços agrícolas e reforçar a segurança alimentar no mundo.
A proposta da França, que preside neste ano o G20, foi integralmente aprovada na reunião ministerial que durou dois dias, apesar das divergências iniciais de países como a China, a Índia e a Austrália.
Os ministros concordaram em aumentar a produção agrícola, necessária para atender ao aumento da demanda mundial e que deverá permitir também conter os aumentos dos preços das commodities.
O documento final do encontro não indica números sobre o aumento da produção. No acordo, o grupo defende o aumento dos investimentos e de transferência de tecnologias aos países em desenvolviment
No comunicado de 26 páginas divulgado após a reunião, os ministros afirmam que, para alimentar a população mundial, que deverá ultrapassar 9 bilhões de pessoas em 2050, a produção agrícola deveria aumentar, segundo estimativas, em 70% nesse prazo e quase dobrar nos países em desenvolvimento.
No Brasil, segundo o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a produção agrícola deverá aumentar entre 3% e 5% ao ano na próxima década. Mas o excedente de exportação, por sua vez, deverá crescer 10% ao ano, diz Rossi.
Fonte: BeefPoint adaptado por Gepecorte
A proposta da França, que preside neste ano o G20, foi integralmente aprovada na reunião ministerial que durou dois dias, apesar das divergências iniciais de países como a China, a Índia e a Austrália.
Os ministros concordaram em aumentar a produção agrícola, necessária para atender ao aumento da demanda mundial e que deverá permitir também conter os aumentos dos preços das commodities.
O documento final do encontro não indica números sobre o aumento da produção. No acordo, o grupo defende o aumento dos investimentos e de transferência de tecnologias aos países em desenvolviment
No comunicado de 26 páginas divulgado após a reunião, os ministros afirmam que, para alimentar a população mundial, que deverá ultrapassar 9 bilhões de pessoas em 2050, a produção agrícola deveria aumentar, segundo estimativas, em 70% nesse prazo e quase dobrar nos países em desenvolvimento.
No Brasil, segundo o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a produção agrícola deverá aumentar entre 3% e 5% ao ano na próxima década. Mas o excedente de exportação, por sua vez, deverá crescer 10% ao ano, diz Rossi.
Fonte: BeefPoint adaptado por Gepecorte
"BRASIL A NOVA FAZENDA DO MUNDO"
Com esta manchete de página do importante "Le Monde", jornal francês,os ministros de agricultura do G-20 foram recebidos para a reunião que se iniciou em 22/06.
Sem dúvida o Brasil será um dos pesos pesados do encontro, e a manchete demonstra que o país poderá nos próximos dez anos assumir a liderança total do setor. O Brasil já é líder no comércio de açúcar, café, suco de laranja e carnes.
Relevantes temas serão debatidos ; controle de preços agrícolas, e eliminação dos subsídios agrícolas serão sem dúvida, os mais polêmicos já que os países exportadores não devem aceitar nenhum tipo de controle sobre os preços e EUA e Europa resistem em acabar com o subsídios para o setor.
No momento em que o Brasil atinge este status de celeiro do mundo e com a eleição de Francisco Graziano para Diretor-Geral da FAO, é mais que oportuno que o nosso governo saiba conduzir a política agrícola de forma racional e estimulando a produtividade consciente sem os radicalismos que vimos por ocasião da votação do código florestal.
Precisamos agora além de consolidar a nossa posição do cenário mundial, agregarmos valor aos nossos produtos primários, para obtermos mais divisas e qualificarmos a nossa agro-pecuária.
Graziano eleito para FAO
Após vencer a disputa pelo cargo de diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), o brasileiro José Graziano da Silva, 61, disse neste domingo que sua prioridade à frente do organismo - que tem orçamento de US$ 1 bilhão - será o combate à fome.
"Precisamos erradicar a fome e ajudar os países mais pobres", disse o professor e agronômo brasileiro em seu primeiro pronunciamento, perante representantes de 177 nações. "A partir de agora, deixo de ser o candidato dos brasileiros para ser o diretor-geral de todos os países. Estou convencido, com base em minha experiência no Brasil e em outros países, que erradicar a fome é uma meta razoável e alcançável", afirmou ainda Graziano, recebendo muitos aplausos.
De acordo com dados da ONU, o mundo tem cerca de 1 bilhão de pessoas famintas.
Crise Global
Na apresentação de seu programa, Graziano admitiu que "houve um longo período de negligência com a agricultura, a pesca, as florestas e em desenvolvimento rural e segurança alimentar" no mundo. A recente crise econômica global e a crise de alimentos é um alerta para que acordemos. Lembra-nos que estamos interconectados, e isso é mais evidente na alimentação e na agricultura", disse na véspera ao apresentar seu programa.
As informações são da Folha Online, resumidas e adaptadas pela Gepecorte
"Precisamos erradicar a fome e ajudar os países mais pobres", disse o professor e agronômo brasileiro em seu primeiro pronunciamento, perante representantes de 177 nações. "A partir de agora, deixo de ser o candidato dos brasileiros para ser o diretor-geral de todos os países. Estou convencido, com base em minha experiência no Brasil e em outros países, que erradicar a fome é uma meta razoável e alcançável", afirmou ainda Graziano, recebendo muitos aplausos.
De acordo com dados da ONU, o mundo tem cerca de 1 bilhão de pessoas famintas.
Crise Global
Na apresentação de seu programa, Graziano admitiu que "houve um longo período de negligência com a agricultura, a pesca, as florestas e em desenvolvimento rural e segurança alimentar" no mundo. A recente crise econômica global e a crise de alimentos é um alerta para que acordemos. Lembra-nos que estamos interconectados, e isso é mais evidente na alimentação e na agricultura", disse na véspera ao apresentar seu programa.
As informações são da Folha Online, resumidas e adaptadas pela Gepecorte
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Revendo a Rastreabilidade
O diretor de negociações sanitárias e fitossanitárias do Ministério da Agricultura, Otávio Cançado, afirmou, de acordo com nota, que os europeus estão dispostos a receber propostas alternativas em relação aos requisitos de rastreabilidade do gado brasileiro em substituição ao atual sistema. Na segunda-feira, Cançado se reuniu com representantes da Comissão Europeia, em Bruxelas, para tratar das exportações de carnes à UE e da mudança dos requisitos de rastreamento e o controle de trânsito de bovinos para abate dentro da cota Hilton.
Também ontem, Otávio Cançado falou para autoridades do Parlamento Europeu durante um workshop sobre perspectivas de comércio agrícola entre o Brasil e a União Europeia. O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Fonte: Valor Econômico
Também ontem, Otávio Cançado falou para autoridades do Parlamento Europeu durante um workshop sobre perspectivas de comércio agrícola entre o Brasil e a União Europeia. O evento foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 21 de junho de 2011
E Viva S. João
Não há festa mais identificada com o interior de todo o Nordeste do Brasil, quanto o São João. Em cada cidade, vilarejo, povoados o clima junino vai se espalhando, e o "tabaréu" para usar expressão do tempo em que S. João era com fogueira, licor, "adrianino", traque de massa, assume este clima e curte a festa que com certeza é a que êle mais gosta.
Infelizmente, pelo menos no meu entender, os festejos juninos aqui na Bahia se transformaram em forro axé perdendo características que lhe eram tão peculiares. O São João aculturou-se e acabou desviando seus caminhos para atender aos requisitos comerciais, e o lobby da indústria da música.
Mas não vamos aqui debater este tema que certamente levaria a longas discussões e opiniões, e talvez não chegassemos a nehuma conclusão.
O que gostaria era de desejar a todos que lêem e seguem este blog um felícissimo São João.
De preferência nas suas fazendas, ali ao pé da fogueira, curtindo um licorzinho e o frio costumeiro da época na maioria das regiões do interior da Bahia.
Juízo, muito juízo nas estradas. Se o engarrafamento estiver brabo, relaxe, vá curtindo o S. João desde a viagem e aproveite quando chegar ao destino.
VIVA SÃO JOÃO!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
PREÇO REPOSIÇÃO / MACHO NELORE
Vejam na tabela abaixo os preços praticados nas principais praças produtoras para a reposição de machos nelores.
Observem que não houve redução siginificativa principalmente para os bezerros de apartação nos valores pagos por este animal.Normalmente o preço da reposição é balisadora da @ do boi gordo. Acho muito pouco provável depois que os ajustes de lotação (devido ao período de estiagem que se inicia), e venda dos últimos bois gordos ainda remanescentes nas pastagens, o preço da @ do boi gordo não volte a subir no mínimo para melhorar a relação de troca para o engordador.
Com os preços da tabela abaixo e os preços pagos pela @ do boi ( R$ 98,00/@) em média, a relação de troca se situa por volta de 2,3. Não é das piores mas, está no limite para se ter uma boa rentabilidade na engorda.
Fonte Beefpoint. 18.06.2011
Observem que não houve redução siginificativa principalmente para os bezerros de apartação nos valores pagos por este animal.Normalmente o preço da reposição é balisadora da @ do boi gordo. Acho muito pouco provável depois que os ajustes de lotação (devido ao período de estiagem que se inicia), e venda dos últimos bois gordos ainda remanescentes nas pastagens, o preço da @ do boi gordo não volte a subir no mínimo para melhorar a relação de troca para o engordador.
Com os preços da tabela abaixo e os preços pagos pela @ do boi ( R$ 98,00/@) em média, a relação de troca se situa por volta de 2,3. Não é das piores mas, está no limite para se ter uma boa rentabilidade na engorda.
Fonte Beefpoint. 18.06.2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Aumenta a produção, mas aumenta ainda mais o consumo
De acordo com o IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população brasileira em 2010 era de 191 milhões de habitantes.
Com uma taxa de crescimento populacional de 1,1% ao ano, que é o que pudemos observar nos últimos dois anos, é possível projetar que o Brasil terá 237 milhões de habitantes em 2030. E até lá, a pecuária brasileira deverá crescer quanto para acompanhar a população?
De acordo com o Departamento Norte Americano de Agricultura, o USDA, o consumo brasileiro per capita de carne bovina em 2010 foi de 37,8kg, o que resulta em uma demanda interna de 7,2 milhões de toneladas de carne/ano.
No ano passado, o Brasil exportou 951 mil toneladas métricas de carne bovina. No primeiro semestre de 2011, o volume mostra crescimento de 13% maior se comparado ao mesmo período de 2010.Se mantivermos o consumo per capta registrado atualmente, em 2030 a demanda será de 8,9 milhões de toneladas, sem levar em conta as exportações brasileiras.
Sem falar do crescimento econômico do país, que por si só já impulsiona o consumo de proteína de melhor qualidade. Para se ter uma idéia do aumento do poder de compra do brasileiro, em 1994 comprava-se 1,4 cestas básicas com um salário contra 2,1 cestas em 2010. Um incremento de 50%!
A demanda interna deverá ser, portanto, 24% maior do que a registrada atualmente, considerando apenas o crescimento vegetativo da população e a produção brasileira terá mercado para crescer.
Com o aumento da demanda por proteínas de melhor qualidade, existem duas possibilidades (que podem ser combinadas para chegar a um bom resultado): aumentar o tamanho do rebanho ou aumentar a produtividade.
Para projetar a primeira alternativa, levem em consideração um crescimento de 30% ao ano para as exportações. Se elas forem somadas ao consumo interno (com um consumo per capta estático), a demanda total de carne seria de 14,5 milhões de toneladas em 2030. Portanto, o crescimento do rebanho deverá ser de 39% ou 81 milhões de cabeças.
A segunda alternativa seria aumentar a taxa de desfrute, que teria que chegar a 34% para acompanhar a demanda por carne. Hoje esse desfrute gira em torno de 17%, ou seja, o aumento necessário seria de 100%. Alem da previsão de crescimento brasileiro, outros países emergentes deverão encontrar situação semelhante, ou seja, aumento do consumo de proteínas animais
A conclusão dessa simulação nos leva a crer que há grande necessidade de um aumento dos índices produtivos e de competitividade, que deveriam se voltar principalmente ao maior Fonte: Bigma.Consultoria
Ligia Pimentel. Médica Veterinária. Especialista em Commodities.
Embargo russo não deve afetar preço da arroba do boi gordo, dizem especialistas
Especialistas que participam da Feicorte, em São Paulo, avaliam que o embargo russo às carnes brasileiras não deve afetar os preços da arroba do boi gordo. A suspensão das compras por parte da Rússia passou a valer nesta quarta, dia 15. O governo brasileiro ainda aguarda uma resposta sobre um pedido para a retirada das restrições. Na opinião dos analistas, mesmo que haja redução nos embarques, a tendência de alta para a carne bovina deve ser mantida.
Para Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria, a situação acontece justamente em um período de baixa oferta de animais. Ele acredita que quando a Rússia voltar a comprar carne, os preços vão estar mais altos.
— Eu considero que o preço da arroba do boi já atingiu um certo piso. Tanto é que apesar da pressão dos compradores de tentar derrubar o preço da arroba do boi, ela se mantém, aqui na praça de São Paulo, em torno de r$ 97, r$ 98, livre de Funrural — avalia Torres.
A matéria é do site Canal Rural
Para Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria, a situação acontece justamente em um período de baixa oferta de animais. Ele acredita que quando a Rússia voltar a comprar carne, os preços vão estar mais altos.
— Eu considero que o preço da arroba do boi já atingiu um certo piso. Tanto é que apesar da pressão dos compradores de tentar derrubar o preço da arroba do boi, ela se mantém, aqui na praça de São Paulo, em torno de r$ 97, r$ 98, livre de Funrural — avalia Torres.
A matéria é do site Canal Rural
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Época de compra e plantio de sementes forrageiras
Quando estamos iniciando a safra 2011, o setor está mais esperançoso, em função tanto da melhor remuneração da @ do boi, quanto para melhores preços para as sementes de forrageiras.Muitos pecuaristas adiaram seus projetos de investimento em reforma e formação de pastagens em virtude das condições desfavoráveis para compra dos insumos necessários para realizar estes projetos.Principalmente para adubos (55% do custo) e sementes que responde por volta de 25% do custo da formação da pastagem.
Por isso mesmo é necessário tomarmos muito cuidado na hora do plantio e planejarmos bem as ações a serem implementadas.
A começar pela amostragem da área a ser plantada, que caso seja necessário deve sofrer as coreções necessárias.
No preparo do solo ter todo o cuidado pois sementes de capim são muito miúdas e requer um solo bem destorreado e nivelado, com boa aração e gradeação.
O passo seguinte é a escolha da grampinea a ser implantada. Fuja dos capins milagrosos. Em geral só fazem milagres ao bolso dos vendedores.Observe as seguintes características e critérios:
Fertilidade do solo, topografia, umidade, clima, precipitação, topografia , categoria animal e tipo de exploração: carne ou leite.
Para compra da semente seguem "dez mandamentos básicos":
1. Só compre sementes de boa origem e de preferência onde o vendedor preste assitência tácnica.
2. Verifique se a semente que está recebendo confere em pureza, germinação e valor cultural com a comprada.
3. Guarde a nota fiscal e se possível o número do lote ou lotes recebidos.
4.Se comprou de dois ou mais lotes marque onde plantou cada um.
5.Retire uma amostra e plante 100(cem) sementes perto da casa ou em um vaso. Se não ficar satisfeito com o resultado contacte imediatamente o vendedor.
6.Guarde uma amostra da semente para aferições futuras.
7. Verifique as condições da sacaria.
8.Anote as datas do plantio.
9.Qualquer problema fale logo com o vendedor para que ele fale com a empresa produtora.
10.Plante na época adequada e na devida profundidade.
Atenção: Semente que o vendedor recomenda que se plante além da recomendação técnica que está relacionada ao VC( VALOR CULTURAL), é porque ele não confia na semente que está vendendo.
para saber mais sobre sementes forrageiras consulte nosso site: http://www.gepecorte.com.br/
FONTE: WOLF SEEDS DO BRASIL/NATERRA
Por isso mesmo é necessário tomarmos muito cuidado na hora do plantio e planejarmos bem as ações a serem implementadas.
A começar pela amostragem da área a ser plantada, que caso seja necessário deve sofrer as coreções necessárias.
No preparo do solo ter todo o cuidado pois sementes de capim são muito miúdas e requer um solo bem destorreado e nivelado, com boa aração e gradeação.
O passo seguinte é a escolha da grampinea a ser implantada. Fuja dos capins milagrosos. Em geral só fazem milagres ao bolso dos vendedores.Observe as seguintes características e critérios:
Fertilidade do solo, topografia, umidade, clima, precipitação, topografia , categoria animal e tipo de exploração: carne ou leite.
Para compra da semente seguem "dez mandamentos básicos":
1. Só compre sementes de boa origem e de preferência onde o vendedor preste assitência tácnica.
2. Verifique se a semente que está recebendo confere em pureza, germinação e valor cultural com a comprada.
3. Guarde a nota fiscal e se possível o número do lote ou lotes recebidos.
4.Se comprou de dois ou mais lotes marque onde plantou cada um.
5.Retire uma amostra e plante 100(cem) sementes perto da casa ou em um vaso. Se não ficar satisfeito com o resultado contacte imediatamente o vendedor.
6.Guarde uma amostra da semente para aferições futuras.
7. Verifique as condições da sacaria.
8.Anote as datas do plantio.
9.Qualquer problema fale logo com o vendedor para que ele fale com a empresa produtora.
10.Plante na época adequada e na devida profundidade.
Atenção: Semente que o vendedor recomenda que se plante além da recomendação técnica que está relacionada ao VC( VALOR CULTURAL), é porque ele não confia na semente que está vendendo.
para saber mais sobre sementes forrageiras consulte nosso site: http://www.gepecorte.com.br/
FONTE: WOLF SEEDS DO BRASIL/NATERRA
terça-feira, 7 de junho de 2011
COTAÇÕES
MERCADO FÍSICO BOI GORDO / @ 03/06/2011
SP MS MT GO MG BA
R$ 98,00 / R$ 92,00 / R$ 93,00 / R$ 91,00 / R$ 90,00 / R$ 100,00
MERCADO FUTURO BOI GORDO / @ 06/06/2011
JUL AGO SET OUT NOV DEZ
R$ 99,30 / R$ 100,05 / R$ 100,88 / R$ 101,58 / R$ 101,59 / R$ 101,12
Pelas tabelas acima nota-se claramente uma queda de braço entre os pecuaristas e os frigoríficos, pricipalmente no centro-sul e centro-oeste para ver até aonde vai a oferta da safra naquelas regiões. Só que o frio começa a apertar por lá e o final de bois a pasto devem ser entregue nos próximos 30 dias . Daí pra frente so Deus sabe....... Bois confinados, maior ou menor oferta , será a esta altura especulação.
No mercado da Bahia a oferta aumentou um pouco até porque boi gordo acima de 18@ no pasto pode virar prejuízo.
Creio que com entrada da estação seca na maioria das regiões a tendencia será esta oferta aumentar ainda mais fazendo o preço ter uma queda por um período. Mas também na minha visão inevitavelmente lá por outubro/ novembro deveremos ter uma reação do preço. Vamos aguardar.
SP MS MT GO MG BA
R$ 98,00 / R$ 92,00 / R$ 93,00 / R$ 91,00 / R$ 90,00 / R$ 100,00
MERCADO FUTURO BOI GORDO / @ 06/06/2011
JUL AGO SET OUT NOV DEZ
R$ 99,30 / R$ 100,05 / R$ 100,88 / R$ 101,58 / R$ 101,59 / R$ 101,12
Pelas tabelas acima nota-se claramente uma queda de braço entre os pecuaristas e os frigoríficos, pricipalmente no centro-sul e centro-oeste para ver até aonde vai a oferta da safra naquelas regiões. Só que o frio começa a apertar por lá e o final de bois a pasto devem ser entregue nos próximos 30 dias . Daí pra frente so Deus sabe....... Bois confinados, maior ou menor oferta , será a esta altura especulação.
No mercado da Bahia a oferta aumentou um pouco até porque boi gordo acima de 18@ no pasto pode virar prejuízo.
Creio que com entrada da estação seca na maioria das regiões a tendencia será esta oferta aumentar ainda mais fazendo o preço ter uma queda por um período. Mas também na minha visão inevitavelmente lá por outubro/ novembro deveremos ter uma reação do preço. Vamos aguardar.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE
Em excelente artigo no site BEEF POINT, Miguel da Rocha Cavalcanti, faz uma análise sobre os índices de produtividade de uma fazenda pecuária.
Chama, inclusive, atenção para a distorção que pode haver na lucratividade pecuária, se pensarmos somente em UA/Ha,como parâmetro de boa receita na propriedade.
Interessantissimo de ler. Visitem o link abaixo e comprovem.
http://bit.ly/kL4BvM
Chama, inclusive, atenção para a distorção que pode haver na lucratividade pecuária, se pensarmos somente em UA/Ha,como parâmetro de boa receita na propriedade.
Interessantissimo de ler. Visitem o link abaixo e comprovem.
http://bit.ly/kL4BvM
domingo, 5 de junho de 2011
GESTÃO, GESTÃO E GESTÃO....
Estamos em família selecionando algumas fotos, que não vem ao caso aqui citar o motivo, e me deparo com a preciosidade acima. Desculpem se qualidade não é condizente com a tecnologia dos dias de hoje , mas ela é muito antiga e foi o melhor que conseguimos deste "retrato" como dizia minha avó.
Ela me diz muito por vários motivos, e acabou me fazendo pensar sobre a gestão nas fazendas de agro-pecuária nos dias de hoje, assunto que tem a ver com a postagem neste mesmo blog de matéria sobre custos e sua gestão em propriedades rurais.
A foto acima é lá pelo ano de 1976, e operando o trator CBT, que já não é mais fabricado no país está nada menos, nada mais que meu saudoso pai (Adroaldo Pedreira) que me ensinou quase tudo em pecuária e me fez gostar das coisas do campo.
Independente da paixão que tinha por máquinas, há trinta e cinco anos atrás inovava naquela região onde até hoje está a nossa propriedade rural, no uso da mecanização para formação de pastagens.
Era uma nova "ferramenta" que passava a utilizar na busca da melhoria da produtividade e qualidade das pastagens.
É curioso também ve-lo dirigindo a máquina, e aí sim inovando mais do que nunca, pois dispensou por bom tempo um operador para seu "novo brinquedinho".
Está estampada nesta foto a contradição que gostaria de analisar e que afinal é o verdadeiro tema desta nota. Em muitas regiões principalmente no sul do país, e mais ainda em outros países é o próprio fazendeiro que opera suas máquinas com o auxílio muitas vezes de outros membros da família.
Esta deveria ser uma prática mais usual nas nossas atividades rurais, onde o proprietário deveria morar e trabalhar exclusivamente para a propriedade, principalmente se tratando de pequenas e médias fazendas.
No caso em particular isto não era possível pois meu pai tinha outra atividade em Salvador o que o fazia como a maioria de todos outros proprietários um fazendeiro de fim de semana.
Desta forma criava-se a contradição administrativa, que é tema deste artigo. Muitas feramentas inovadoras, introdução de melhoria tecnológica sem o devido acompanhamento paralelo da gestão administrativa.
Nos últimos dez a quinze anos, período que mais ou menos que equivale ao tempo de existência da GEPECORTE, vimos serem introduzidas na pecuária inúmeras tecnologias visando melhorar a produtividade do setor. Só para exemplificar: pastejo rotacionado, inseminação artificial, plantio direto, confinamento, minerais proteicos energéticos, e etc etc...
Seriamos cegos, e desinformados em negar a melhoria de resultados que todas estas ferramentas trouxeram para a pecuária. No entanto também vimos ao longo deste período muitas destas tecnologias serem abandonadas, ou deixadas de lado, por falta de gestão na administração das fazendas que fizessem ou tirassem das mesmas o máximo do seu potencial. Ou talvez pior: manter o uso de determinada ação tecnológica sem os resultados esperados , se tornando esta ação, um produto de custo elevado para a propriedade sem o retorno econômico financeiro desejável ou acarretando prejuízo para o fazendeiro.
No meu entender será preciso cada vez mais, num mundo corporativo e competitivo em que vivemos introduzirmos nas propriedades rurais, mecanismos de gestão administrativa condizentes com o avanço tecnlógico que utilizamos na propriedade.
Citamos alguns exemplos a seguir e estaremos oportunamente, os debatendo mais profundamente neste blog e em artigos no nosso site.
1.LIDERANÇA
Não se mede a liderança pela capacidade de fazer as pessoas trabalharem para você mas, com você.
2.CAPACIDADE DE REALIZAÇÃO
Eu termino o que inicio.
3.PENSAMENTO ESTRATÉGICO
o EMPRESÁRIO estratégico tenta criar antecipadamente as situações que irá viver e, com isso, se preparar para ter em mãos as possíveis armas e movimentos necessários para o sucesso diante dos desafios.
4.GESTÃO DE PROJETOS
É preciso harmonizar competências e habilidades para atingir os objetivos.
5.CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Você usa as mesmas técnicas e estratégias há vários anos e não sabe porque seu negócio vem caindo.
6.GESTÃO DE PESSOAS
Administrar relacionamentos tem sido um grande vilão dos resultados em equipe.
Ela me diz muito por vários motivos, e acabou me fazendo pensar sobre a gestão nas fazendas de agro-pecuária nos dias de hoje, assunto que tem a ver com a postagem neste mesmo blog de matéria sobre custos e sua gestão em propriedades rurais.
A foto acima é lá pelo ano de 1976, e operando o trator CBT, que já não é mais fabricado no país está nada menos, nada mais que meu saudoso pai (Adroaldo Pedreira) que me ensinou quase tudo em pecuária e me fez gostar das coisas do campo.
Independente da paixão que tinha por máquinas, há trinta e cinco anos atrás inovava naquela região onde até hoje está a nossa propriedade rural, no uso da mecanização para formação de pastagens.
Era uma nova "ferramenta" que passava a utilizar na busca da melhoria da produtividade e qualidade das pastagens.
É curioso também ve-lo dirigindo a máquina, e aí sim inovando mais do que nunca, pois dispensou por bom tempo um operador para seu "novo brinquedinho".
Está estampada nesta foto a contradição que gostaria de analisar e que afinal é o verdadeiro tema desta nota. Em muitas regiões principalmente no sul do país, e mais ainda em outros países é o próprio fazendeiro que opera suas máquinas com o auxílio muitas vezes de outros membros da família.
Esta deveria ser uma prática mais usual nas nossas atividades rurais, onde o proprietário deveria morar e trabalhar exclusivamente para a propriedade, principalmente se tratando de pequenas e médias fazendas.
No caso em particular isto não era possível pois meu pai tinha outra atividade em Salvador o que o fazia como a maioria de todos outros proprietários um fazendeiro de fim de semana.
Desta forma criava-se a contradição administrativa, que é tema deste artigo. Muitas feramentas inovadoras, introdução de melhoria tecnológica sem o devido acompanhamento paralelo da gestão administrativa.
Nos últimos dez a quinze anos, período que mais ou menos que equivale ao tempo de existência da GEPECORTE, vimos serem introduzidas na pecuária inúmeras tecnologias visando melhorar a produtividade do setor. Só para exemplificar: pastejo rotacionado, inseminação artificial, plantio direto, confinamento, minerais proteicos energéticos, e etc etc...
Seriamos cegos, e desinformados em negar a melhoria de resultados que todas estas ferramentas trouxeram para a pecuária. No entanto também vimos ao longo deste período muitas destas tecnologias serem abandonadas, ou deixadas de lado, por falta de gestão na administração das fazendas que fizessem ou tirassem das mesmas o máximo do seu potencial. Ou talvez pior: manter o uso de determinada ação tecnológica sem os resultados esperados , se tornando esta ação, um produto de custo elevado para a propriedade sem o retorno econômico financeiro desejável ou acarretando prejuízo para o fazendeiro.
No meu entender será preciso cada vez mais, num mundo corporativo e competitivo em que vivemos introduzirmos nas propriedades rurais, mecanismos de gestão administrativa condizentes com o avanço tecnlógico que utilizamos na propriedade.
Citamos alguns exemplos a seguir e estaremos oportunamente, os debatendo mais profundamente neste blog e em artigos no nosso site.
1.LIDERANÇA
Não se mede a liderança pela capacidade de fazer as pessoas trabalharem para você mas, com você.
2.CAPACIDADE DE REALIZAÇÃO
Eu termino o que inicio.
3.PENSAMENTO ESTRATÉGICO
o EMPRESÁRIO estratégico tenta criar antecipadamente as situações que irá viver e, com isso, se preparar para ter em mãos as possíveis armas e movimentos necessários para o sucesso diante dos desafios.
4.GESTÃO DE PROJETOS
É preciso harmonizar competências e habilidades para atingir os objetivos.
5.CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Você usa as mesmas técnicas e estratégias há vários anos e não sabe porque seu negócio vem caindo.
6.GESTÃO DE PESSOAS
Administrar relacionamentos tem sido um grande vilão dos resultados em equipe.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Aproveitem um pouco do tempo em que estiverem navegando na internet para conhecer um pouco do que é capaz a agro-pecuária brasileira.
A atividade está muito longe de ser unicamente vilã do meio ambiente.Uma grande maioria já pratica a atividade com sustentabilidade pois sabe que dela depende a sobrevivência do seu negócio.
A grande maioria são desmatadores profissionais desta atividade que contam com a eterna impunidade e falta de fiscalização dos orgãos públicos no Brasil.
Vejam é muito bom!
http://www.youtube.com/watch?v=aoiP-WK3V8o&feature=player_embedded
A atividade está muito longe de ser unicamente vilã do meio ambiente.Uma grande maioria já pratica a atividade com sustentabilidade pois sabe que dela depende a sobrevivência do seu negócio.
A grande maioria são desmatadores profissionais desta atividade que contam com a eterna impunidade e falta de fiscalização dos orgãos públicos no Brasil.
Vejam é muito bom!
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