segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Novus destaca tecnologias para melhorar desempenho de gado de corte

Especialista destaca minerais orgânicos quelatados com metionina protegida e óleo essencial para melhorar ganho de peso e eficiência alimentar
Sustentabilidade, Sistemas alternativos de alimentação, Melhora Genética, Utilização de forragem, Bem-estar animal e Função ruminal efetiva são destacados entre os maiores desafios da indústria de carne bovina por 20 lideranças da cadeia produtiva internacional durante o I Global Beef Roundtable, organizado pela Novus Internacional, nos Estados Unidos.
Em Denver, o grupo visitou a empresa Leachman Cattle of Colorado, líder em genética e também o Centro de Desenvolvimento de Pesquisa Agrícola e Centro de Educação (ARDEC) na Universidade Estadual do Colorado. No dia seguinte, o grupo visitou os escritórios da CattleFax e da Associação Nacional dos Pecuaristas para uma série de apresentações informativas sobre as tendências da indústria de carne bovina.
Com o objetivo de promover uma discussão sobre os desafios na produção de carne bovina e as necessidades para enfrentar estes desafios, a empresa reuniu, nos Estados Unidos, nutricionistas, gestores de confinamento, representantes de empresas de alimentos e fornecedores de alimentação de vários países para apresentar seus diferentes pontos de vista.
Segundo os especialistas que participaram do debate, para enfrentar estes desafios e oportunidades, o mercado precisa de melhorias na tecnologia de aplicação mineral, na digestibilidade da forragem, na eficiência do rúmen, na saúde e bem-estar dos animais, além de avaliação e compreensão dos antagonistas.
Como confraternização, o grupo participou do National Finals Rodeo que aconteceu em Las Vegas.
Desafios e oportunidades para a pecuária brasileira
O encontro foi importante não apenas para uma maior reflexão sobre o mercado mundial, como também para entendermos melhor o nosso papel neste cenário e como podemos contribuir com desafios da atividade, destacou o médico veterinário e gerente de Bovinos da Novus do Brasil, Valdecir Taffarel.
Para o mercado brasileiro, o especialista aposta no uso de tecnologias como minerais orgânicos e óleo essencial na nutrição de gado de corte para melhorar o desempenho no campo. "Uma dieta bem balanceada com uso de minerais orgânicos quelatados com metionina protegida pode ajudar a melhorar o ganho de peso. Da mesma forma, óleo essencial encapsulado tem demonstrado uma ferramenta eficaz para aumentar a eficiência alimentar".
Incrementar ganho de peso e conversão alimentar dos animais são destacado pelo especialista entre os principais desafios e também oportunidades da pecuária de corte brasileira. Para ele, este desafio pode ser superado através de melhorias em tecnologias, como aplicação mineral, eficiência do rúmen, saúde e bem-estar dos animais, além de maior avaliação e compreensão dos antagonistas. "Estas tecnologias tem o potencial de contribuir decisivamente para um avanço na produção de carnes no Brasil", disse Taffarel.
Boi Pesado – 07/02/2013
GEPECORTE COMENTA
Há pelo menos 20 anos que a TORTUGA, uma das empresas que a GEPECORTE representa, pesquisa e trabalha com os minerais orgânicos quelatados. No início houveram muitas reações do mercado, alegando inclusive que esta técnica era simples jogada de marketing comercial. Passados 15 anos só da GEPECORTE, como representante TORTUGA, o uso dos minerais orgânicos se consolidou no mercado e mais importante ainda se firmou como a melhor forma de suplementação alimentar mineral na pecuária.
Alimentar bactérias de rúmen, dieta bem balanceada, uso dos proteicos energéticos e proteínados, fazem hoje parte do dia a dia do campo. Ficamos satisfeitos em fazer parte desta história.

Boi sobe e grãos descem na BM&F em jan/13

No Brasil, os preços agrícolas oscilaram sem tendência clara no mercado futuro da BM&FBovespa em janeiro. As cotações médias do boi gordo voltaram a subir após quatro meses seguidos de queda e os contratos futuros de soja e milho perderam valor.
Na média, o preço do boi gordo subiu 1,08% na bolsa paulista em relação a dezembro, para R$ 96,70 a arroba, sustentado pela maior demanda por parte dos frigoríficos para a recomposição de estoques e pela postura retraída por parte dos vendedores. De modo geral, o mercado de boi tem se caracterizado pela estabilidade – nos últimos 12 meses, os preços futuros apresentam variação negativa de 1,66%.
Nos próximos meses, o mercado deve se voltar para o clima e o desenvolvimento das lavouras brasileiras, em busca de sinais mais claros sobre o tamanho da colheita, que começa em maio. Uma eventual valorização do real frente o dólar (um fator de desestímulo às exportações do Brasil) também pode dar sustentação às cotações.
Os contratos futuros de grãos perderam força na bolsa paulista. Os futuros de soja recuaram 2,14%, para US$ 29,84 por saca de 60 quilos – na variação anual, a commodity registrou alta de 8,8%. Já o milho desabou 6,9%, a R$ 30,07 por saca de 60 quilos. Apesar disso, o preço médio ficou 11,33% acima daquele registrado em janeiro de 2012.
De modo geral, os preços futuros dos grãos têm sido pressionados pela expectativa de uma safra recorde no Brasil. Se a previsão se confirmar, a tendência é de manutenção do viés de baixa durante os próximos meses.
Fonte: Beef Point – 03/02/2013

Contribuições ao Sisbov indicam nova formatação

Utilizado para identificação e certificação de bovinos e bubalinos a serem exportados para mercados que exigem rastreabilidade individual, o Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) está em processo de revisão para adequá-lo à nova legislação, instaurada pela Lei 12.097/2009 e regulamentada pelo Decreto 7.623/2011.
Na última semana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) colocou em consulta pública três projetos de Instruções Normativas (IN) que visam instituir o Sisbov em novo formato, determinar as especificações técnicas dos elementos de identificação individual dos bovinos e bubalinos pertencentes ao Sistema, além de estabelecer requisitos mínimos para protocolo de sistemas de rastreabilidade de bovinos e bubalinos de adesão voluntária.
De acordo com a Coordenação de Sistemas de Rastreabilidade (CSR/SDA), as mudanças no Sisbov vão possibilitar que protocolos privados de rastreabilidade de bovinos e bubalinos sejam acordados entre as partes, avaliados e homologados pelo Mapa e utilizados como respaldo à certificação sanitária internacional.
Além da adequação, há mudança no nome do Sistema, que passará a se chamar Sistema de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos.
Os textos foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) no dia 21 de janeiro e estão à disposição para consulta no site www.agricultura.gov.br, item legislação, subitem consultas públicas. Até o dia 19 de fevereiro, órgãos, entidades e pessoas interessadas no assunto podem enviar sugestões para as INs. A participação de todos os interessados é de vital importância para o processo de revisão das Instruções Normativas".
Fonte: Boi Pesado – 30/01/2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O registro do gado vale a pena?

Advogada da Cone Sul Assessoria Empresarial, Dra. Maria Isabel Montañes, explica que a maioria dos criadores marcam os animais com ferrete, mas não têm o costume de registrá-los devidamente
Estabelecer a identidade perante terceiros tem sido, desde os tempos remotos, uma meta incansável. Neste processo, o mais antigo de todos os métodos de identificação é o nome, utilizado pelo homem para reconhecer seus semelhantes e tudo o que o circunda. Posteriormente, veio o processo do ferrete, que se baseava no uso de um instrumento de ferro aquecido para marcar criminosos, escravos e animais. Na Índia, as leis de Manu costumavam aplicar o talião simbólico, marcando com ferro em brasa, a face do culpado, que ficava, para o resto da vida, com o símbolo indicativo de seu crime. Na França, até 1562, os criminosos eram marcados com um ferrete em forma de flor de lis. Desse período até 1823, as autoridades francesas imprimiam nas costas dos delinquentes as letras V, W, GAL e F, conhecidas como "letras do fogo", que significavam, respectivamente, os ladrões primários, reincidentes, criminosos condenados às galés e os falsários.
Antes da Revolução Industrial, os senhores feudais já utilizavam o ferrete para distinguir seu gado e seus escravos. No gado, a tradição do ferrete teve seu apogeu nas Américas, como os cowboys e reis do gado, e continua até hoje, com a finalidade de oferecer segurança ao comprador, uma vez que, por meio dessa marca é possível identificar o histórico, alimentação, vacinação, produção, entre outros detalhes relacionados ao animal e sua criação. De acordo com a advogada da Cone Sul Assessoria Empresarial, Dra. Maria Isabel Montañes, a marcação de gado é extremamente necessária para distinção de propriedade. "Todo criador de gado deve adotar esse procedimento. Somente dessa forma sua criação será facilmente visualizada por outro criador", explica. "É importante salientar que o ferrete é uma marca, e como toda marca, é passível de registro com exclusividade".
A Dra. Maria Isabel, especialista em marcas e patentes, comenta que o Instituto Nacional  de Propriedade Industrial concede registros de marcas com exclusividade, conforme o termo utilizado. "A definição se haverá ou não essa exclusividade depende exclusivamente da própria marca e do segmento atuante. Quanto mais a marca for descritiva ou utilizar termos técnicos da área em que atua, menos exclusividade terá, de acordo com a Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, a qual regula os direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Por exemplo: uma fábrica de sapatos decide registrá-la como "Shoes". A palavra Shoes significa sapato em inglês, logo o INPI não pode conceder a exclusividade dessa palavra para ninguém nesse segmento", por trata-se de designação do produto fabricado, explica a Dra. Maria Isabel.
No caso do gado, a advogada, diretora da Cone Sul Assessoria Empresarial, comenta que muitos criadores marcam o boi com ferrete, mas não tem o costume de registrá-lo devidamente. "A única forma de requerer proteção é registrar a marca no INPI. Com essa ação, é possível impedir que outro criador utilize uma marca de ferrete idêntica ou semelhante, ou que faça lembrar ou parecer com a sua criação", finaliza a Dra. Maria Isabel Montañes.
Antes de realizar o depósito de qualquer marca junto ao INPI, é recomendável fazer uma análise prévia da viabilidade do pedido após uma busca de anterioridade, feito por profissional qualificado, no registro do próprio Instituto. Essa busca inicial é necessária para evitar o depósito de uma marca que mais tarde poderá ser considerada inviável por colidir com outra já depositada ou concedida.
Fonte: Boi Pesado – 31/01/2013

Aumento no número de abates de fêmeas deve impactar preços dos bezerros

O número de abate de fêmeas cresceu em torno de 44% durante os meses de janeiro a setembro de 2012
O mesmo percentual registrado no ano de 2006. Segundo o analista de mercado da Cross Investimentos, Caio Junqueira, se os números estiverem certos a situação é mais agravante do que em 2006 haja vista que esse ano em função da crise da aftosa houve uma aceleração de abate das matrizes.
Essa situação deve impactar segundo sinaliza o analista, nos preços dos bezerros e, consequentemente, em cotações menores para o boi terminado. A pecuária brasileira passa por um momento difícil, o que faz com que muitos produtores diminuam os seus rebanhos, segundo explica Junqueira.
"Isso é ruim para a cadeia como um todo, mas quem dá conta de sobreviver, provavelmente, irá colher bons frutos. E na época que o boi faltar no mercado e os preços estiverem melhores quem estiver com rebanho mais organizado vai poder ofertar e sair bem na curva do ciclo", disse o analista.
A tendência é que os pecuaristas que deixarem a atividade passem a ser arrendatários para as culturas de soja ou cana de açúcar conforme a região. "No entanto, essa situação abre uma luz no fim do túnel, uma vez que com menos pessoas confinando, há um investimento menor de intensificação de pastagens e abre uma porteira para uma possível alta", ressalta o analista.
Fonte: Boi Pesado – 30/01/2013

Brasil mantém cota para importação de leite em pó argentino

Empresários do setor de produtos derivados do leite do Brasil e da Argentina acertaram nesta terça, dia 28, em Buenos Aires, a manutenção, ao longo deste ano, do acordo para exportação de leite em pó argentino destinado ao mercado brasileiro.
Os limites foram renovados para o período de fevereiro deste ano a janeiro de 2014. A informação é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), confirmada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que acompanhou as negociações.
A renovação mantém em 3,6 mil toneladas mensais a quantidade de leite em pó que os argentinos podem exportar para o Brasil. A medida visa a proteger o mercado doméstico e evitar que se repitam episódios como o ocorrido em 2009, quando a exportação de 10 mil toneladas do produto em um único mês prejudicou o mercado brasileiro.
De acordo com a CNA, as importações do leite em pó da Argentina e do Uruguai dobraram entre 2008 e 2009. A entidade pediu ao governo uma política de licenças não automáticas para importação de lácteos, que resultou no primeiro acordo em 2009 e vem sendo renovado.
Fonte: Canal Rural – 29/01/2013

Embrapa inicia estudo inédito de controle de parasitas na pecuária


O  pós-doutorado de uma das pesquisadoras da Embrapa Pecuária Sudeste nos Estados Unidos colocará a Embrapa entre as instituições pioneiras no Brasil nos estudos de controle biológico por meio de bactérias e insetos que se relacionam por simbiose, especialmente as bactérias do gênero Wolbachia. Esses organismos infectam alguns dos principais parasitas dos animais ruminantes, como a mosca-dos-chifres, a mosca-das-bicheiras e os carrapatos de bovinos.
Nos Estados Unidos, a pesquisadora Lea Chapaval irá estudar a infestação de mosquitos da malária por Wolbachia, foco do trabalho de sua orientadora, a cientista Sara Lustigman, Ph.D. em parasitologia molecular. Segundo Lea, o objetivo é trazer as técnicas utilizadas lá e adaptá-las para carrapatos e moscas no Brasil. Com essa caracterização inicial será possível identificar no futuro linhagens promissoras de Wolbachia para o controle de parasitas na pecuária e definir novas estratégias de controle integrado.
Durante três meses, a partir de fevereiro, a pesquisadora será orientada por Sara em uma parceira entre o The Johns Hopkins Hospital e o New York Blood Center (Centro de Sangue de Nova York). Fundado em 1889, o Johns Hopkins é um dos hospitais mais renomados nos EUA, e foi pioneiro na combinação de atendimento a pacientes, pesquisa e ensino.
A identificação da relação entre a Wolbachia e o parasita pode contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias de controle parasitário que minimizem a utilização de pesticidas nos sistemas pecuários de produção. Garantindo, assim, alimentos mais seguros para a população, com menos resíduos, e diminuindo as barreiras sanitárias determinadas pela presença de contaminantes pesticidas nos alimentos de origem animal.
Apesar de possuir o maior rebanho comercial do mundo, com mais de 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil enfrenta problemas de aceitação de sua carne em outros países, principalmente por fatores ligados à sanidade dos animais. "A presença de endo e ectoparasitas está ligada ao menor ganho ou à perda de peso, além da predisposição a outras doenças. Tudo isso gera perdas econômicas, que podem ser evitados com o controle de verminoses", afirma Lea.
Fonte: Boi Pesado – 29/01/2013


Acordo entre Brasil e UE sobre bem-estar de animais projeta melhorar qualidade da carne

Brasil e União Europeia vão constituir grupo de trabalho para intercâmbio regular de informações e cooperação técnica para o bem-estar de animais de produção. A assinatura do acordo foi feita nesta quinta, dia 24, durante a 6ª Cúpula Brasil-União Europeia.
Segundo o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, os técnicos brasileiros terão oportunidade de trocar experiências com profissionais especializados no tema.
- Na União Europeia estão os mais avançados na área - disse.
O bem-estar de animais de produção se refere aos cuidados que devem ser tomados com os animais, desde o nascimento até o momento do abate. De acordo com o Mapa, o manejo inadequado, além de causar estresse e sofrimento desnecessário, afeta diretamente a qualidade da carne em fatores como cor, pH, consistência e tempo de prateleira, entre outros.
Porto destacou ainda, que o Brasil ainda tem "duas pendências" com a União Europeia em relação às exportações de carne bovina. A primeira trata da exigência de certificação individual de propriedades, que não é cobrada de outros países.
- Não tem fundamentação científica - argumentou o secretário.
O secretário do Mapa disse que o número de propriedades credenciadas para exportar carne bovina para a União Europeia caiu de 12 mil para cerca de três mil após a exigência da certificação.
A outra pendência, de acordo com Porto, está relacionada à cota de exportação de cortes nobres, que o Brasil não consegue atingir nem 10% devido à exigência de que o gado seja alimentado 100% por pastagem.
Boi Pesado – 25/01/2013

Números da pecuária revelam crescimento do setor em 2012

Tanto o volume de animais abatidos, quanto a oferta de vacas e o consumo per capita, apresentaram aumento no ano passado
O desfrute do rebanho brasileiro  foi de 21,3% em 2012, aumento de 1,5% em relação a 2011, quando o índice foi de 19,8%, segundo levantamento da Scot Consultoria. Os abates de bovinos no país passaram de 42,2 milhões em 2011 para 45,5 milhões de cabeças no ano passado. O acréscimo foi gerado pelo aumento na oferta de fêmeas, devido à fase do ciclo pecuário.
A maior oferta de vacas também aumentou a disponibilidade interna de carne bovina, mesmo com as exportações em alta. Ela está estimada em 8,4 milhões de tec em 2012, aumento de 7,6% frente às 7,8 milhões de tec em 2011.
O consumo per capita de carne bovina também cresceu no ano passado. De acordo com estimativa da Scot Consultoria, foram consumidos 42,3kg/ano, aumento de 6,7%, na comparação com o do ano anterior, que foi de 39,7kg/ano.
Fonte: Site da Carne – 22/01/2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Alcides Torres entrevista Rodrigo Paniago sobre as pressões sobre a pecu...


ExBlog do Código Florestal: Homenagem das pick-ups RAM aos agricultores americ...

Repercutindo emtodo o meio rural a homenagem aos agricultores americanos.
O agro pecuristas brasileiro têm ganho em eficiência e produtividade de todos os outros no mundo.
Mereciam melhor tratamento!!!!


ExBlog do Código Florestal: Homenagem das pick-ups RAM aos agricultores americ...: O comercial a seguir foi ao ar ontem durante a transmissão da final do campeonato de futebol americano nos Estados Unidos, o Superbowl. Talv...

Clima de 2012 ainda interfere no preço dos animais no Oeste da Bahia.

Grave seca que ocorreu em todo nordeste no ano de 2012 interfere diretamente no preço atual dos animais no primeiro semestre de 2013.

No ano de 2012 a região nordeste do Brasil sofreu uma seca intensa, no oeste da Bahia as chuvas cessaram ao final de fevereiro e só retornaram 8 meses depois, em outubro. Contudo, coincidentemente, houve um veranico no mês de dezembro. Esta situação provocou diversos danos nas lavouras e pastagens da região. Mesmo com o veranico de dezembro, muitos pecuaristas insistiram manter a lotação normal para o período das águas e com isso não houve condição adequada para as pastagens se recuperarem, ocasionando redução significativa no ganho de peso dos animais.
O severo período de seca de 2012, somado ao veranico de dezembro do mesmo ano, provocou uma maior oferta de vacas para abate no início deste ano, mesmo assim houve redução significativa na oferta de animais terminados, além de queda no desempenho na estação de monta. A redução na oferta foi tamanha que ocorreu um fato atípico, o preço da arroba no oeste da Bahia está maior (0,25%) do que no Estado de São Paulo neste início de ano, quando o normal seria de 2,8 a 5,9% menor, como ocorrido nos dois anos anteriores.
Segundo o Manfred Folz, consultor da Boviplan, em casos mais graves fazendas perderam áreas de pastagem devido à estação prolongada da seca de 2012, inclusive ocorreram casos mais raros, onde houve morte de pastagens também no período das águas, devido ao estresse hídrico somado à alta pressão de pastejo relativa.
No entanto, destaca o consultor da Boviplan, apesar das dificuldades climáticas alguns clientes da Boviplan, como a Fazenda Barra localizada em São Desiderio - BA, que já vem desenvolvendo estratégias de conservação de volumosos e confinamento de bovinos, conseguiram atravessar esse período sem sofrer grandes consequências.
De acordo com o consultor da Boviplan, as fazendas da região que possuem estratégias para enfrentar longos períodos secos, tiveram inclusive a oportunidade de aproveitar a maior oferta de animais magros para terminação em confinamento.
Manfred Folz alerta que também será muito importante o uso destas estratégias para o ano de 2013, pois é esperada novamente uma seca severa para a região oeste da Bahia.

Fonte: Boviplan

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Custo de produção sobe em janeiro


O custo de produção na pecuária de corte começou o ano em alta na comparação com o desempenho de dezembro, conforme os cálculos da Scot Consultoria No mês de janeiro, os valores subiram 3,4% para os sistemas de produção de baixa tecnologia e 1,3% para os mais tecnificados.
Comum para este período do ano, os gastos com funcionários aumentaram em razão do aumento do salário mínimo, que passou de R$ 622,00 para R$ 678,00, alta de 9% em janeiro sobre dezembro. Contudo, esse avanço deve se diluir ao longo dos próximos meses, uma vez que trata-se de um reajuste anual.
Os suplementos minerais subiram 2,6%, com maior impacto para as propriedades com menor tecnologia.
Por outro lado, itens que pesaram no bolso do produtor ao longo de 2012 recuaram no começo de janeiro. É o caso dos concentrados energéticos e proteicos, que caíram 0,3% e 2,6%, respectivamente. "O mercado para grãos já está mais tranquilo. Há perspectiva de recuperação na oferta e produção, o que tira a pressão sobre o preço em contraste com o ano passado", avalia Gustavo Aguiar, analista da Scot Consultoria.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área das culturas de soja e milho devem crescer 3% e 5,7% respectivamente nesta safra, enquanto a produção estimada é de 4,7% a mais no caso do milho 1º safra e 21,5% para a soja. 
Portal  DBO – 21/01/2013

Revisão do Sisbov está em consulta pública


Utilizado para identificação e certificação de bovinos e bubalinos a serem exportados para mercados que exigem rastreabilidade individual, o Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) está em processo de revisão para adequá-lo à nova legislação, instaurada pela Lei 12.097/2009 e regulamentada pelo Decreto 7.623/2011.
Nesta segunda, dia 21, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) colocou em consulta pública três projetos de Instruções Normativas (IN) que visam instituir o Sisbov em novo formato, determinar as especificações técnicas dos elementos de identificação individual dos bovinos e bubalinos pertencentes ao Sistema, além de estabelecer requisitos mínimos para protocolo de sistemas de rastreabilidade de bovinos e bubalinos de adesão voluntária.
De acordo com a Coordenação de Sistemas de Rastreabilidade (CSR/SDA), as mudanças no Sisbov vão possibilitar que protocolos privados de rastreabilidade de bovinos e bubalinos sejam acordados entre as partes, avaliados e homologados pelo Mapa e utilizados como respaldo à certificação sanitária internacional.
Além da adequação, há mudança no nome do Sistema, que passará a se chamar Sistema de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos. Os textos foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda. Durante 30 dias, órgãos, entidades e pessoas interessadas no assunto podem enviar sugestões para as IN e para o e-mail
consultsisbov@agricultura.gov.br.
Fonte:Canal Rural – 21/01/2013

Produção de leite com bem-estar bovino é modelo rentável


Diariamente as vacas abrigadas no Centro Zootécnico da Unoeste, no campus II, são ordenhadas. Após o procedimento ser realizado, o rebanho é levado ao campo para pastar, uma vez que o manejo é feito com a produção de leite a pasto. Esse passeio contribui para o bem-estar do gado e aprimora a produção, sendo modelo para os produtores rurais alavancarem o próprio negócio.
A atividade, com a reforma de pastagem, faz parte da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), sistema que agrupa a captação de leite, cultivo de soja e a extração de madeira, pois na mesma área há o plantio de eucaliptos. As árvores, plantadas em renques, não interferem na produção de grãos nem no pasto e ainda beneficiam o gado ao fazerem sombra, o que possibilita um clima mais agradável. Assim, com mais qualidade, o animal fica mais tempo na pastagem "e consequentemente aumenta a produção de leite e reduz o custo com a suplementação", expõe o técnico responsável pelo Centro Zootécnico da Unoeste, Paulo Claudeir Gomes da Silva.
A soja também é fator positivo. Ela torna o solo melhor, já que "um dos principais fatores benéficos dela é a fixação de nitrogênio, deixando a terra mais fértil", explica Silva. Por todos esses motivos a ILPF é incentivada pelo zootecnista e professor da Unoeste. De acordo com ele, é um manejo que possibilita diferentes fontes de renda aos produtores rurais, sendo acessível a todos, especialmente aos pequenos, que "conseguem fazer a integração com mão de obra familiar".
Quem já pensa em usufruir dos benefícios da ILPF, tanto academicamente quanto profissionalmente, é Heloisa Girotto Junqueira Pita, 15, estagiária do Centro Zootécnico e futura estudante de Zootecnia. "Aqui ganho experiência, o que contribuirá muito com a minha profissão", conta ela, atualmente aluna da 2ª série do ensino médio integrado com o técnico em Agropecuária.
Fonte:O Leite – 18/01/2013

Possibilidade de retenção de boiadas se opõe ao consumo lento de carne bovina no início de ano


No balanço geral do levantamento realizado pela Scot Consultoria, as variações de preços registradas em sete das 31 praças pecuárias para o boi gordo apontam para alta. Destaque para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde foram registradas valorizações na maior parte das praças pesquisadas.
Em Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), o boi gordo está cotado em R$ 91,50/arroba e R$ 86,00/arroba, à vista, respectivamente. Em São Paulo, a referência está estável em R$ 97,00/arroba, à vista. As escalas de abate atendem, em média, de quatro a cinco dias úteis.
No momento, há dois fatores que tendem a equilibrar o mercado. De um lado, o consumo de carne que historicamente desacelera em janeiro e, do outro, a possibilidade de retenção dos animais no pasto à espera de melhores preços, com as chuvas em boa parte do Brasil.
No mercado atacadista de carne bovina com osso foi registrado novo recuo nas cotações, fato que está alinhado à demanda fraca. Isso pode afetar o mercado do boi, caso a tendência seja mantida, dizem os pesquisadores.
Fonte:Canal Rural – 18/01/2013

Mercado de reposição com situações bastante distintas


Mercado de reposição marcado por situações diferentes nas praças levantadas.
Na Bahia, a seca tem prejudicado as pastagens, o que fez com que a demanda por animais diminuísse neste início de ano. As cotações caíram 1,35%, na média das categorias pesquisadas.
No Pará, Tocantins e Maranhão o mercado ainda está lento, devido às chuvas que não se regularizaram na região.
Em Minas Gerais, a demanda começa a dar sinais de melhora, mas ainda com pequeno volume de negócios.
No Rio Grande do Sul, a demanda melhorou devido ao bom volume de chuvas das últimas semanas. O garrote teve alta de 1,09% na semana.
Em São Paulo, as chuvas, que parecem ter se regularizado, começam a refletir no aumento da demanda por animais de reposição, com a melhora na situação das pastagens.
O mercado do boi gordo firme desde meados de dezembro também dá ânimo para os produtores saírem às compras.
Os preços dos animais de reposição tiveram alta no estado e há expectativas de melhora no volume de negócios para as próximas semanas. O garrote ficou cotado em R$960,00/cabeça, 2,13% mais que na semana anterior.
Fonte:Blog do Scot – 18/01/2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Previsão do Tempo via CPTEC


Acesse o link abaixo e veja se vai chover na sua região.


ZCOU provocar� chuva forte localizada em parte do Brasil

Link para você se manter atualizado com os preços agrícolas

AGROLINK - Cotações de commodities agrícolas, com preços atualizados diáriamente em todos os estados brasileiros. Preço de soja, trigo, milho, arroz, hortifruti.

Diferença entre os preços de machos e fêmeas aumentou em 2012


No último ano, houve aumento na quantidade de fêmeas abatidas, o que gerou desvalorização maior nas cotações da categoria em relação à dos machos, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em 2012, o preço dos machos terminados em São Paulo foi 9,1% maior que o das fêmeas. No ano anterior, a diferença foi de 8%.
Durante o processo de retenção de fêmeas ocorrido entre 2007 e 2010, a diferença entre as cotações das categorias diminuiu devido à menor disponibilidade. Além da variação existente ao longo do ciclo pecuário, com as fases de retenção e descarte de fêmeas, existe a sazonalidade ao longo do ano.
No primeiro trimestre de 2013, a venda das fêmeas que não emprenharam na estação de monta pressiona as cotações e tende a aumentar o diferencial.
Fonte: Beef World – 16/01/2013

Boi: escalas de abate ficam mais heterogêneas


Em São Paulo, as indústrias que ofertaram preços de balcão mais altos nos últimos dias estão com escalas mais confortáveis. A diferença entre as escalas também aumenta a diversidade de preços entre os frigoríficos.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, nesta terça-feira (15/1), o preço referência para o boi gordo no estado fechou em R$97,00/@, à vista, e R$98,00/@, a prazo.
Por outro lado, a oferta de animais terminados não está abundante, uma vez que boa parte dos frigoríficos busca boiadas em praças vizinhas, como Mato Grosso do Sul  e Goiás.
A saída dos pecuaristas do mercado nas primeiras semanas do ano sustenta, em parte, a arroba em alguns estados.
No mercado atacadista de carne com osso as cotações estão estáveis.
Fonte: Boi Pesado – 16/01/2013

Mapa estuda mudança de plano agropecuário


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estuda criar uma política específica para a cadeia pecuária nacional, além de aperfeiçoar as diretrizes oficiais destinadas à produção brasileira de grãos. Em reuniões com entidades ligadas ao agronegócio no último fim de semana, no Mato Grosso, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, discutiu propostas diferenciadas para o próximo Plano Agrícola e Pecuário (PAP).
Organizaremos a cadeia produtiva por meio da Embrapa, e o Plano Safra dará o suporte em termos de custeio e de investimento do que precisa ser feito", destacou o representante. "Alinharemos as estratégias do Plano para que os recursos cheguem cada vez mais na ponta e vamos trabalhar para fazer uma política de governo ainda mais voltada para a produção", afirmou. Segundo o secretário, a elaboração de uma estratégia característica para a pecuária de corte e de leite envolve o debate tanto com técnicos ligados ao Mapa e vinculadas quanto com entidades ligadas ao setor.
Este ano, o Ministério da Agricultura pretende focar em ações específicas para a pecuária brasileira. Uma das propostas em estudo é o direcionamento de recursos a linhas de crédito diferenciadas. Políticas voltadas para a produção de grãos também deverão ser aperfeiçoadas este ano, em que terá peso a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Além do debate com a iniciativa privada, o novo PAP contará com a colaboração dos técnicos envolvidos com o Projeto de Regionalização do Mapa, que discute as prioridades no direcionamento de recursos a partir das realidades produtivas locais.
Fonte: A granja – 16/01/2013

Números da pecuária revelam crescimento do setor em 2012


O desfrute do rebanho brasileiro foi de 21,3% em 2012, aumento de 1,5% em relação a 2011, quando o índice foi de 19,8%, segundo levantamento da Scot Consultoria. Os abates de bovinos no país passaram de 42,2 milhões em 2011 para 45,5 milhões de cabeças no ano passado. O acréscimo foi gerado pelo aumento na oferta de fêmeas, devido à fase do ciclo pecuário.
A maior oferta de vacas também aumentou a disponibilidade interna de carne bovina, mesmo com as exportações em alta. Ela está estimada em 8,4 milhões de tec em 2012, aumento de 7,6% frente às 7,8 milhões de tec em 2011.
O consumo per capita de carne bovina também cresceu no ano passado. De acordo com estimativa da Scot Consultoria, foram consumidos 42,3kg/ano, aumento de 6,7%, na comparação com o do ano anterior, que foi de 39,7kg/ano.
Fonte:Canal Rural – 16/01/2013
Gepecorte comenta
Os números e indicadores acima são parâmetro muito importantes para a pecuária. Quando se fala em taxa de desfrute, estamos nos reportando diretamente a produtividade dos nossos rebanhos e propriedades rurais.
Apesar de não haver um aumento expressivo nesta taxa em 2012 já atingimos o patamar acima dos 21%. A taxa de desfrute representa em porcentagem quanto do rebanho possível de comercializar foi para o abate. Temos aumentado gradativamente este índice mas, ainda estamos longe de países com produtividade elevada que chegam a desfrute de 30 a 33 %.
Outro indicador importante é o consumode carne bovina que já atingiu a marca de 42 Kg/ano. Isso mostra que o mercado interno vai crescendo e se consolidando permitindo que o preço da @ do boi não esteja tão atrelado a exportação e suas intempéries comerciais e sanitárias . Vide caso da vaca louca no Paraná.
O que temos que analisar é que ainda há muita disparidade entre os índices do Centro-Oeste e  osdo Nordeste por exemplo. Será necessário também nesta área encurtarmos as desigualdades entre as regiões para termos uma melhor média nacional.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

ZCAS ainda provoca chuva forte localizada em parte do Brasil


Boas notícias para a pecuária e agricultura da Bahia. Esperemos que se confirmem.
Ajuda aí S.Pedro!
ZCAS ainda provoca chuva forte localizada em parte do Brasil

Produtos lácteos ficaram até 11,6% mais caros no ano passado


No ano passado, os produtos lácteos no atacado ficaram, em média, 4,1% mais caros do que em 2011, segundo levantamento da Scot Consultoria. No mesmo período, no varejo, a alta foi de 5,7%.
Em relação a 2011, o atacado e o varejo reajustaram seus produtos em 8,3% e 11,6%, respectivamente, em relação a 2010. O comportamento do mercado de lácteos em 2012, de altas mais comedidas, pode ser explicado pelo aumento do preço da matéria-prima, maior concorrência entre os laticínios e maior volume de importações, de acordo com os pesquisadores.
Fonte:Canal Rural – 15/01/2013

Temer negociará solução para embargo russo à carne brasileira


A presidente Dilma Rousseff delegou ao vice-presidente Michel Temer, nesta segunda-feira, a missão de buscar uma solução para o embargo à carne brasileira proposto pela Rússia. Uma comitiva liderada pelo primeiro-ministro russo Dmitri Medvedev visitará o Brasil na segunda quinzena de fevereiro, provavelmente no dia 20, quando Temer se reunirá com as autoridades russas e tentará uma saída para as barreiras impostas à entrada de carnes brasileiras no mercado russo.
Em maio de 2011, Temer esteve na Rússia para participar de reunião da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia (CAN), o mais alto fórum de discussões das relações bilaterais entre os dois países.
O país é o maior importador de carne bovina brasileira, o segundo de carne suína e o quinto de carne de frango, mas tem colocado exigências sanitárias questionadas pelas autoridades brasileiras.
Em dezembro, em visita à Rússia, a presidente Dilma disse em entrevista ter recebido de Medvedev sinais de que pode haver um “desfecho positivo” na retirada das barreiras. Na ocasião, porém, não se chegou a uma solução para o impasse comercial.
Há expectativa que uma nova reunião bilateral entre Dilma e Medvedev ocorra quando a comitiva russa desembarcar em fevereiro no Brasil. Em maio de 2011 Temer esteve na Rússia para participar de reunião da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia (CAN), o mais alto fórum de discussões das relações bilaterais entre os dois países.
Fonte: Beef World – 15/01/2013

Indústrias pressionam cotações do mercado do boi gordo


Parte das indústrias esteve fora das compras na segunda, dia 14, e outras aproveitaram para pressionar as cotações, principalmente nas praças vizinhas a São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria.
As chuvas dos últimos dias têm atrapalhado os embarques em algumas regiões, como em Goiás, o que colaborou para ritmo lento dos negócios. Em São Paulo, a referência para o animal terminado ficou em R$ 97,00/arroba à vista e R$ 98,00/arroba a prazo. Porém, foram registrados negócios pontuais acima destes valores.
As escalas de abate evoluíram pouco e atendem, em média, entre três e quatro dias úteis. Nos últimos dias, as vendas de carne com osso têm sido razoáveis.
O escoamento do dianteiro está melhor, segundo observaram os pesquisadores, enquanto os negócios com as peças de traseiro enfraqueceram.
Mercado de reposição em Minas Gerais
O mercado de reposição continua lento em Minas Gerais. Em relação à semana passada, os preços seguem sem alteração para as categorias boi magro (12 arrobas), garrote (9,5 arrobas) e bezerro de ano (7 arrobas). Estes estão cotados em R$ 1.100,00, R$ 910,00 e R$ 700,00 por cabeça, respectivamente.
No período, a única categoria de macho que teve alteração de preço foi o bezerro desmamado (5,5 arrobas), que passou de R$ 590,00 para R$580,00/cabeça, desvalorização de 1,7%.
Segundo os pesquisadores, o que tem contribuído para este cenário é a boa oferta de animais, associada à demanda ruim, que têm sido influenciada pela baixa qualidade dos pastos.
Já na comparação com o mesmo período ano passado, todas as categorias tiveram desvalorização. A que teve maior queda nos preços, porém, foi o bezerro desmamado, com 12,1%. Em 2012, ele estava cotado em R$ 660,00/cabeça.
Fonte: Canal Rural – 15/01/2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Pesquisa revela que o pecuarista brasileiro perdeu margem nos últimos 9 anos


A margem do pecuarista brasileiro, entre 2004 e 2012, foi o tema abordado por André Luiz Barbosa Delgado, aluno do curso de Engenharia Agronômica da Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz? (USP/ESALQ), em trabalho de iniciação científica
O estudo, construído com a colaboração da economista Nicole Rennó Castro, e da Gestora Ambiental Mariane Crespolini dos Santos, foi apresentado na 20ª edição do Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP (Siicusp), que ocorreu entre 22 e 26 de outubro de 2012.
Delgado analisou dados de custo de produção e da arroba, obtidos no Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Utilizando como base principal o Custo Operacional Efetivo (COE), que inclui todo tipo de desembolso, assim como mão de obra, sementes, fertilizantes, corretivos, pesticidas, combustíveis, lubrificantes, reparos do maquinário e medicamentos, Delgado  constatou que "a alta mais expressiva do COE, superior a 36%, foi em 2008, acompanhando os preços de importantes insumos."
Em sua pesquisa, orientada por Sergio de Zen, docente do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), o estudante conseguiu expor dados que relatam quedas e altas durante o período da pecuária brasileira analisado, entretanto, durante os 9 anos analisados, a conclusão não é positiva. "O pecuarista brasileiro perdeu margem no período analisado, ainda que a perda tenha sido atenuada em 2010. Nos anos seguintes, retornou-se à tendência de queda, que foi expressivamente acentuada em 2012", encerra o autor.
Fonte: Boi Pesado – 14/01/2013



A demanda atual por carne bovina está regulada, com os estoques enxutos do produto. De acordo com a Scot Consultoria, aos poucos a oferta de boiadas vem aumentando e os frigoríficos vão recompondo suas escalas de abate, elevando a produção de carne. Porém, o incremento de oferta ainda é tímido e não mexeu com o mercado na última semana.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na última sexta, dia 11, em São Paulo, a referência para o animal terminado fechou em R$97,00 por arroba à vista e R$98,00 por arroba a prazo. Como é típico para o dia, havia tentativas de baixa. Boa parte dos frigoríficos do Estado sentiu dificuldade de compra, mas aos poucos as programações de abate evoluem. As escalas estão mais heterogêneas, quando comparadas ao início da última semana e atendem, em média, quatro dias úteis.
No acumulado dos últimos sete dias, houve valorização de 2,5%, em média, com destaque para os cortes de dianteiro, que ficaram 3,4% mais caros. Segundo os pesquisadores, janeiro é um mês de população mais descapitalizada, o que gera aumento da demanda por cortes menos nobres, pela migração de consumo.
A oferta de boiadas melhorou em algumas praças, como em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Já o cenário do Rio Grande do Sul é o contrário, onde a oferta está enxuta devido à má qualidade das pastagens nativas. No atacado de carne com osso, as cotações ficaram estáveis, porém, foram verificados negócios pontuais abaixo das referências.
O movimento de alta é atípico para este período do ano. Em 2011, nas duas primeiras semanas de janeiro, houve queda de 3,5% nos preços e, em 2012, a desvalorização foi de 2,2%. A oferta menor de carne bovina gerou este comportamento. A tendência para o curto prazo é que a oferta do produto aumente. Isto ocorre paralelamente à demanda mais calma de meados de janeiro.
Fonte: Canal Rural – 14/01/2013

Com pouco aumento da oferta de boiada, preço dos cortes de carne bovina se mantém alto


A demanda atual por carne bovina está regulada, com os estoques enxutos do produto. De acordo com a Scot Consultoria, aos poucos a oferta de boiadas vem aumentando e os frigoríficos vão recompondo suas escalas de abate, elevando a produção de carne. Porém, o incremento de oferta ainda é tímido e não mexeu com o mercado na última semana.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na última sexta, dia 11, em São Paulo, a referência para o animal terminado fechou em R$97,00 por arroba à vista e R$98,00 por arroba a prazo. Como é típico para o dia, havia tentativas de baixa. Boa parte dos frigoríficos do Estado sentiu dificuldade de compra, mas aos poucos as programações de abate evoluem. As escalas estão mais heterogêneas, quando comparadas ao início da última semana e atendem, em média, quatro dias úteis.
No acumulado dos últimos sete dias, houve valorização de 2,5%, em média, com destaque para os cortes de dianteiro, que ficaram 3,4% mais caros. Segundo os pesquisadores, janeiro é um mês de população mais descapitalizada, o que gera aumento da demanda por cortes menos nobres, pela migração de consumo.
A oferta de boiadas melhorou em algumas praças, como em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Já o cenário do Rio Grande do Sul é o contrário, onde a oferta está enxuta devido à má qualidade das pastagens nativas. No atacado de carne com osso, as cotações ficaram estáveis, porém, foram verificados negócios pontuais abaixo das referências.
O movimento de alta é atípico para este período do ano. Em 2011, nas duas primeiras semanas de janeiro, houve queda de 3,5% nos preços e, em 2012, a desvalorização foi de 2,2%. A oferta menor de carne bovina gerou este comportamento. A tendência para o curto prazo é que a oferta do produto aumente. Isto ocorre paralelamente à demanda mais calma de meados de janeiro.
Fonte: Canal Rural – 14/01/2013

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mercado do boi gordo verifica vendas crescentes em momento de estabilidade


 
 

Mesmo com alterações ocorrendo pontualmente, o mercado do boi gordo segue estável nesse início de ano, segundo pesquisa da Scot Consultoria. Aos poucos, porém, é possível perceber que a movimentação dos negócios vem ganhando força com a retomada das vendas de boiadas.
Em São Paulo, as escalas de abate atendem, em média, de quatro a cinco dias úteis e, em Minas Gerais, a média é de sete dias úteis. Na Bahia, há relatos de boa oferta de animais e clima bastante seco.
Ainda segundo levantamento da Scot Consultoria, no mercado atacadista de carne com osso de São Paulo, não houve alterações no preço das peças, onde o boi casado de animais castrados está cotado em R$ 6,52/kg. Isso gera a venda uma carcaça por R$ 97,73/arroba, 0,3% abaixo do preço, a prazo, pago na compra do boi gordo.
Na região norte de Minas Gerais, a arroba dói boi gordo está valorizada. Lá, o boi gordo está cotado em R$ 90,00/arroba, valorização de R$ 2,00 em relação ao início de janeiro. Na comparação com o mesmo período de 2012, porém, o pecuarista recebe atualmente R$ 7,00 a menos pela arroba.
A expectativa de curto prazo, segundo os pesquisadores, é com relação ao aumento de produção, com recomposição dos estoques de carne e como a demanda absorverá a oferta.

Mercado de reposição

O mercado ainda não retomou os negócios em grande parte das praças pesquisadas pela Scot Consultoria. No Pará, os produtores aguardam a melhora nas condições das pastagens. Os bois magros estão bem ofertados, mas a demanda está comedida.
Na Bahia e em Goiás, a oferta de animais de reposição está boa, mas a procura está fraca devido à seca, que ainda afeta boa parte dos Estados. No Maranhão, a oferta de animais está restrita. Há procura principalmente por fêmeas, mas os produtores não têm vendido os animais na expectativa de preços melhores.
No Rio Grande do Sul, as chuvas do final do ano colaboraram para a melhora das pastagens, o que fez com que a procura aumentasse neste início de ano, mas o volume de negócios ainda é pequeno. A vaca boiadeira e o garrote são as categorias mais procuradas no Estado.

Mercado de receptoras

O período de férias e os preços frouxos do boi gordo não estimulam a movimentação do mercado nas primeiras semanas do ano.  Segundo pesquisadores da Scot Consultoria, a boa oferta de animais terminados esperada para 2013 deve manter a arroba em patamares menores aos observados nos últimos anos, podendo gerar investimentos mais comedidos no setor de reprodução animal.
A expectativa é de movimentação calma até o final do próximo mês, quando os primeiros leilões, mesmo que pontualmente, começam a surgir.
 

Fonte: Canal Rural – 11/01/2013

Produção de leite deve continuar em alta



A pecuária leiteira não guardará recordações tão boas de 2012. Os preços pagos ao produtor permaneceram sob pressão, em torno de R$ 0,80 por litro na média nacional, e os custos de produção subiram mais de 20%, conforme o Cepea/Esalq, especialmente em razão da disparada dos preços de milho e farelo de soja, usados na ração dos animais.
Nesse contexto, diz Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, associação nacional que representa os pecuaristas, há poucos motivos para comemorações. "O ano foi marcado por preços que não conseguiram acompanhar os custos de produção". O segmento também enfrentou uma entressafra prolongada por conta da estiagem que afetou a recuperação das pastagens e segue a agoniar pequenos pecuaristas do Nordeste, que encaram desde meados de 2012 o desafio de manter seus rebanhos.
Mesmo com os percalços, a pecuária leiteira estima ter produzido no ano passado de 3% a 4% a mais que em 2011, ou cerca de 32,5 bilhões de litros. Segundo Jéssyca Guerra, da Scot Consultoria, a alta reflete sobretudo o desempenho dos Estados do Sul a partir do terceiro trimestre, decorrente de chuvas mais intensas e da suplementação do rebanho com o milho que não pode ser comercializado por conta da má qualidade derivada da seca. Conforme estudo do Rabobank, a previsão para o segmento no Brasil neste ano é de crescimento de 1,5% da produção só no primeiro semestre.
Uma recuperação também começa a ser sentida pelas indústrias de leite longa vida (UHT), que passaram por um aperto em seus estoques no início do segundo semestre de 2012 - considerados os mais baixos no prazo de um ano. Em setembro, os laticínios contabilizavam 100 milhões de litros (equivalentes a sete dias de produção), enquanto no mesmo período de 2011 havia 300 milhões (17 dias de produção).
Segundo Laércio Barbosa, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV), a recuperação da oferta da matéria-prima pelas indústrias nos últimos três meses permitiu que os laticínios mantivessem a estocagem de 100 milhões de litros, mas diante de uma outra situação: a época é de safra e o período de férias implica diminuição de consumo de leite. "É uma situação confortável nesse momento", diz. Conforme ele, a produção de longa vida fechou 2012 em 6 bilhões de litros, 4% a mais que em 2011.
Apesar dos sinais positivos, produtores e laticínios continuam a enfrentar a forte concorrência das importações (especialmente do Uruguai), que totalizaram aproximadamente US$ 690 milhões no ano passado - 13% a mais que em 2011 -, em leite em pó, iogurte, manteiga e queijo, entre outros. Os produtores têm tentado barrar as importações, sem sucesso, e programam protestos contra elas para este ano.
Segundo a Scot Consultoria, as perspectivas para 2013 apontam para um pequeno aumento no preço do leite ao produtor, de 2,5% a 3%. Para Jéssyca Guerra, o pecuarista estará mais preparado para planejar a alimentação suplementar em virtude do encarecimento dos grãos.

Fonte: O Leite – 10/01/2013

Alta acumulada de 8,3% para os custos de produção da pecuária de corte


Em dezembro, segundo levantamento da Scot Consultoria, o custo da pecuária de corte de alta tecnologia teve queda de 0,8%.
Porém, na comparação com dezembro do ano anterior, o Índice Scot, que mede a variação mensal do preço dos insumos, ponderados para o sistema de alta tecnologia, teve alta de 8,3%.
Destacamos os aumentos para os itens de alimentos concentrados proteicos, mão de obra (salário mínimo) e alimentos concentrados energéticos, com altas acumuladas de 38,4%, 14,1% e 10,0% no período, respectivamente.
Fonte:Boi Pesado – 10/01/2013

Países que barraram carne gastaram US$ 411 mi


Valor representa 7,2% de toda a receita obtida por exportadores de bovinos em 2012
São Paulo, SP, 09 de Janeiro de 2013 - Os países que suspenderam as importações de carne bovina do Brasil, devido ao caso atípico de vaca louca, gastaram US$ 411 milhões com compras do produto brasileiro no ano passado.
Esse valor representa 7,2% de toda a receita obtida pelos exportadores brasileiros com carne bovina em 2012.
Além de ser um percentual elevado, boa parte desses países vinha aumentando o ritmo de compras de carne brasileira.
Entre os nove países que colocaram barreiras à carne bovina brasileira, seis interromperam a compra de todos os produtos. Os demais as limitaram.
A Arábia Saudita, o mais representativo país da lista dos que impuseram embargos temporários, gastou US$ 164 milhões no ano passado, 21% mais do que em 2011.
China e Jordânia também estavam com ritmo forte de crescimento nas compras no ano passado em relação a 2011. Os chineses compraram 655% mais, enquanto os jordanianos aumentaram em 61% as despesas com as compras no Brasil.
O Líbano, na contramão dos demais, reduziu as compras em 27% em 2012, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento.
O embargo desses países teve pouco reflexo sobre as exportações de carne bovina no ano passado, já que o caso atípico de vaca louca foi anunciado pelo governo na primeira semana de dezembro.
Frango reduz vendas
Conforme os dados divulgados neste final de semana pelo sistema de estatísticas do governo, e compilados pela Folha, as exportações totais de carnes recuaram para US$ 14,4 bilhões no ano passado, 4% abaixo do volume financeiro de 2011.
Essa queda se deve ao recuo das receitas no setor de frango, enquanto as de carnes bovina e suína subiram.
O setor de frango, o principal na exportação de carnes, colocou 3,74 milhões de toneladas do produto no exterior, um volume 5% inferior ao de 2011. As receitas caíram para US$ 7,2 bilhões, 12% menos.
Se consideradas as vendas de outras aves, ovos e material genético, as vendas do setor de avicultura sobem para US$ 7,7 bilhões.
O setor de carne suína, apesar das fortes barreiras da Rússia e da Argentina, obteve desempenho acima do esperado. O volume exportado subiu para 575 mil toneladas, 11% mais do que em 2011. As receitas atingiram US$ 1,5 bilhão, com alta de 4%.
A venda externa de carne bovina somou US$ 5,74 bilhões no ano passado, alta de 7% sobre 2011.
Fonte:Boi Pesado – 09/01/2013

Mercado do boi gordo segue valorizado nas primeiras semanas do ano


Apesar do registro de algumas variações, o mercado do boi gordo segue com preços firmes, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em São Paulo, houve reajuste no preço referência a prazo, atualmente cotado em R$ 98,50/arroba. Os negócios à vista são feitos, em média, a R$ 97,00/arroba, sendo que há negócios acima destes valores.
As escalas em São Paulo estão aumentando, lentamente, mas não estão confortáveis a ponto de permitir pressão de baixa, de acordo com os pesquisadores. Na maioria dos casos, elas atendem entre três e quatro dias.
No mercado atacadista, a demanda por dianteiros está melhor, gerando valorização da peça. Os estoques estão em recuperação, mas ainda não voltaram aos níveis normais. É esperado que as cotações no atacado percam força com o consumo menor de janeiro e a oferta maior de animais para abate, o que pode gerar pressão de baixa no mercado do boi gordo nas próximas semanas.

Mercado de carne bovina

O mercado atacadista de carne bovina com osso tem se sustentado em janeiro, ainda segundo informações da Scot Consultoria. Depois da alta de 1,8% na abertura do mercado no ano, os preços do boi casado de animais castrados estão firmes em R$ 6,50/kg.
A redução dos abates no final de dezembro reduziu os estoques de carne e provocou valorizações. É esperada, porém, uma redução nos preços da carne ao longo do mês, já que a incidência de impostos e contas contraídas no final do ano descapitalizaram sazonalmente a população em janeiro, reduzindo o consumo.
Além disso, a tendência é de que a oferta de boiadas aumente, com a maior disponibilidade de pastagens e volta do pecuarista às vendas.
Fonte: Canal Rural – 09/01/2013

OIE pede fim de embargos ao Brasil

O diretor geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernard Vallat, pediu a países que estão impondo embargos às importações de carne bovina do Brasil, depois da descoberta de caso atípico da vaca louca no mês passado, que suspendam as restrições assim que possível, afirmando que a medida é injustificada.
Na semana passada, a secretária de Comércio Exterior do Brasil disse que o país estava considerando recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) se os países que impuseram restrições ao produto brasileiro não levantassem os embargos.
Desde o anúncio do caso atípico, dez países já suspenderam as compras de carne do Brasil ou a seus derivados: Japão, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, China e Taiwan adotaram embargo total; Jordânia e Líbano restringiram o produto do Paraná; Peru suspendeu completamente por três meses; o Chile restringiu apenas a compra de farinha de carne e de osso. A Arábia Saudita, porém, já voltou a comprar o gado vivo.
Os países informaram que estavam adotando restrições depois que a OIE divulgou informação do Ministério da Agricultura do Brasil de que os testes realizados com uma fêmea morta no Paraná em 2010 apontaram a existência do agente causador da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como mal da vaca louca.
O Ministério da Agricultura informou que o animal nunca desenvolveu a doença, apenas tinha a forma de EEB considerada "atípica" por cientistas.
Vallat disse que os países têm o direito de adotar embargos provisórios como resposta de emergência a surtos de doenças que dependem de mais informações, mas ele diz que não há razão para tais restrições neste caso.
"Um caso em uma população de 200 milhões de cabeças de gado não justifica a mudança de classificação", Vallat disse a repórteres.  
A organização com sede em Paris manteve a classificação para o produto do Brasil como risco insignificante para a EEB, o mais seguro entre as três categorias. Este status é concedido a países que mostraram que a doença não existe ou é extremamente restrita.
"De acordo com os padrões da OIE, eles devem acabar com o embargo assim que possível", disse.
A classificação para EEB do Brasil poderá ser discutida em encontro ordinário do comitê científico que deve acontecer em três semanas.
O Ministério da Agricultura informou que dará um prazo até março para que os países levantem os embargos à carne bovina do Brasil antes de tomar qualquer ação legal na OMC.
Vallat enfatizou que mesmo vindo de animais infectados, o consumo de carne vermelha pode ser considerado seguro para seres humanos, diferentemente do que ocorre com o cérebro ou a medula espinhal.

Os embargos totais ou parciais à carne bovina do Brasil em reação ao caso atípico de vaca louca devem ter maior impacto no primeiro trimestre deste ano para as exportações brasileiras, mas a recuperação de importantes mercados e a demanda crescente dos emergentes devem garantir um aumento das vendas no ano, avaliam especialistas.

Fonte: Portal DBO – 08/01/2013

Arroba do boi em 2012 foi a menor em três anos


Os preços da arroba da carne bovina fecharam 2012 com média menor do que os valores de 2011. Conforme o último alerta de mercado divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), o mercado da carne brasileira não acompanhou o crescimento esperado.
Em novembro o Ministério da Agricultura divulgou balanço dos abates de bovinos no país. O número foi 4% maior do que o mesmo período do ano passado.
Conforme o instituo, os indicadores ESALQ/BM&FBovespa apontaram que a arroba do boi teve média de R$ 97,92 em 2012. O valor é o menor dos últimos três anos.
Houve crescimento de 14% no volume de carne in natura embarcado entre janeiro e novembro comparativamente ao mesmo período de 2011, o que corresponde a quase 865 mil toneladas na parcial de 2012.
Fonte:Boi Pesado – 07/01/2013

Brasil decide jogar pela regra na negociação dos embargos à carne bovina


Nem a confirmação do embargo peruano à carne bovina brasileira fez o Brasil mudar o tom. Até março, a ordem é seguir o manual das boas maneiras nas negociações, para, só então, comprar uma briga na Organização Mundial do Comércio (OMC).
A suspensão do Peru é por 90 dias, ampliando para 10 o número de países com algum tipo de restrição – além dos nove com embargo à carne bovina, há ainda o Chile, que suspendeu a aquisição de farinha de carne e ossos do rebanho bovino brasileiro, mas mantém as compras da carne bovina. Os embargos vieram depois da confirmação, no mês passado, do registro de um caso não clássico da vaca louca em 2010, no Paraná.
Segundo o Ministério da Agricultura, os países que já deixaram de comprar a carne brasileira são responsáveis por uma pequena parcela das exportações, cerca de 5%. A maior preocupação é a Arábia Saudita, que figura entre os maiores importadores. Ainda assim, o país já autorizou o embarque de gado vivo do Pará.
Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, diz que o Brasil buscará negociações até março antes de tomar qualquer ação mais forte. A medida é recomendada pela OMC.
– Temos expectativa de que nesses três primeiros meses, a gente consiga remover os embargos. Se depois deste período não conseguirmos sucesso com algum país específico, sempre cabe recurso à OMC. E o Brasil não se furtará de fazê-lo – destacou.
Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, cada caso precisa ser avaliado individualmente. O dirigente defende o diálogo com mercados que pediram informações técnicas ao ministério e o endurecimento com Japão, Coreia do Sul e Taiwan, que fecharam as portas para o produto "sem explicações".
Fonte:Canal Rural – 04/01/2013

Custos de produção da pecuária de corte acumularam alta de 8,3% em 2012


Em dezembro, o custo da pecuária de corte de alta tecnologia teve queda de 0,8%, segundo levantamento da Scot Consultoria. Na comparação com dezembro do ano anterior, porém, o índice que mede a variação mensal do preço dos insumos, ponderados para o sistema de alta tecnologia, chegou a ter alta acumulada de 8,3%.
Entre os itens com maior elevação de preços, destacam-se os alimentos concentrados proteicos, os custos com mão de obra e os alimentos concentrados energéticos, com altas acumuladas de 38,4%, 14,1% e 10% no período, respectivamente.
Margens da indústria frigorífica em 2012 foram as melhores já registradas
O resultado consolidado de 2012 demonstra que a indústria frigorífica nunca trabalhou com margens tão positivas, ainda de acordo com pesquisa da Scot Consultoria. Enquanto a diferença entre o preço de venda carne sem osso, mais couro, sebo, miúdos e subprodutos (Equivalente Scot Desossa) e o preço pago pela arroba do boi gordo historicamente é de 20,5%, o último ano teve média de 27,1%.
Apenas nos meses de janeiro a março do ano passado a margem ficou abaixo de 25%. Isso mostra que, apesar do crescente índice de inadimplência da população, da redução da atividade industrial e outros indicadores negativos para a economia, o consumo ao longo do ano foi bom.
O aumento de abates em 2012 teve como consequência a maior disponibilidade interna de carne. As exportações também cresceram 8,5% em volume, ou seja, o ano foi muito bom para os frigoríficos. A pressão ficou com o produtor, que viu a remuneração diminuir e, mais uma vez, os custos aumentarem.

Fonte: Canal Rural – 04/01/2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Estamos de volta !

Como o mundo não acabou e 2013 já começou, estamos regressando de um período sabático e de um bom descanso.
No mundo da pecuária nada de muito extraordinário ocorreu nestes 15/20 dias. Eu disse nada de muito extraordinário, mas evidente que muita coisa aconteceu e /ou permaneceu no cenário agro pecuário.
Infelizmente na Bahia o cenário de estiagem persiste na maioria das regiões de produção de bovinos. Especialmente naquelas regiões que já viam sendo castigadas desde 2011. Apesar do alento das chuvas no início de novembro, de lá para cá o tempo "alevantou" "a rãzinha não raspou o caco de cuia' e a chuva foi embora.....
Vamos ter que continuar com as estratégias de suplementação ou diminuição do rebanho, para adequar as necessidades de cada fazenda.
O mercado reagiu mais pela falta do boi acabado (vítima da seca) do que por fundamentos de mercado. No centro sul e centro oeste do país o preço está sinalizando para pequena alta com os frigoríficos com suas escalas de abate sendo encurtadas.
Os embargos, boatos de embargos, disse me disse sobre o tal caso de "vaca louca" no Paraná, continuam fazendo seus estragos aqui e acolá.
Como já me referi anteriormente neste blog, a demora na divulgação e na qualidade da informação por parte do MAPA, não é compatível com a pujança da pécuária neste país e muito menos para uma nação que está entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina.
Neste ano de 2013 a GEPECORTE estará, com muito orgulho para nós, completando 15 anos.
procuramos nestes anos realizar um trabalho de qualidade tanto na área de assessoria como na área comercial, e sabemos que não fizemos tudo certo e muito menos tudo que gostaríamos de realizar. Mas o fizemos com muita dedicação a pecuária. Em especial a pecuária da Bahia.
Espero podermos continuar a realizar um trabalho que possa contribuir para a melhoria da qualidade da bovinocultura baiana.
Então .....começou. Usem este espaço para além de ser um veículo de informação, capacitação, notícias, ser também um veículo para suas críticas, sugestões etc.
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Um feliz ano a todos !