quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cotações


 

Cotação Boi gordo / 20.09.2011

PRAÇA

Bahia/ SSA

São Paulo

MS

MT

MG

GO

PARÁ

@/ R$

R$ 103,00

R$ 96,00

R$ 93,50

R$ 88,00

R$ 94,00

R$ 90,00

R$ 86,00

Base Posto Frigorífico.Pagamento 30 dd. Fonte: Scot Consultoria


 

Mercado Futuro / 21.09.2011

MESES

SET

OUT

NOV

DEZ

JAN

FEV

MAR

@/ R$

R$ 98,22

R$ 100,95

R$ 102,60

R$ 102,19

R$ 99,38

#

#

Fonte: BM&F. Beef Point


 


 


 


 

MS terá abate sanitário de animais sem origem

Não se pode vacilar........
MS terá abate sanitário de animais sem origem - PECUÁRIA.COM.BR#.TnuJbEQstrQ.twitter#.TnuJbEQstrQ.twitter

Ranking dos Dez Mais

Vejam na tabela abaixo o ranking dos dez maiores exportadores de carne bovina no mercado mundial em 2010

Fonte USDA/XP Investimentos

Seca Prolongada no Mato Grosso



Siga o vídeo, da reportagem do Globo Rural e vejam a situação de estiagem prolongada no Mato Grosso
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=jSYNKzcbHaY

FRIGORÍFICOS NA MIRA DOS INVESTIDORES

Depois de passarem a ter suas ações negociadas em bolsa, os grandes conglomerados frigoríficos nacionais, estão começando a ver que nem tudo são flores no mercado de capitais.
Primeiramente as ações destas empresas não conseguiram nunca chegar a ter avaliação por parte dos investidores compatível com seus preços de lançamento. Até  mesmo no biênio 2009/2010 quando a bolsa brasileira teve ganhos elevados. Com a queda ao longo do ano de 2011 dos índices da bolsa brasileira a situação ainda ficou mais difícil.
Agora os dois maiores deles ( JBS / Marfrig) têm tido, que se explicar para o mercado por conta do alto índice de alavancagem em que se encontram no momento.
O JBS para explicar suas estratégias para o mercado como um todo e a finalidade que dará a empresas adquiridas nos EUA. No caso do Marfrig foi ao mercado explicar a alienação de ativos e redução dos investimento para os próximos anos, visando justamente  reduzir o grau de endividamento e o perfil desta dívida da empresa.
Depois de tempos de "bois gordos" inclusive com investimentos do próprio BNDES nestas empresas elas podem estar vendo no horizonte tempos de "vacas magras ".

Novas e Boas Sementes na Agricultura?

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, que resultou em editorial do mesmo jornal, o novo Ministro da Agricultura falou de suas prioridades e metas para a pasta.
Para nós que lidamos com o setor não poderiam ser mais esperançosas as diretrizes que o Dep. Mendes Ribeiro, deseja implantar naquela que sendo uma das áreas mais importantes para a economia de país, representando mais de 30% do PIB nacional, vem nos últimos anos sendo sucateada, com inúmeros orgãos mudando de ministérios ou virando ministérios nesta gula fisiológica de que está acometido o Estado Brasileiro.
Primeiramente já é louvável o choque de gestão que o Ministro propõe para revitalizar a casa  e torna-la eficiente e produtiva. Segundo sua política de trazer de volta ou dar valor a orgãos que foram para outros setores. Para exemplificar a EMBRAPA, talvez uma das últimas empresas realmente eficazes no Estado Brasileiro, chegou a estar ameaçada de ser transferida para o Min. da Ciência e Tecnologia.
No momento em que a população brasileira e no particular o campo está tão descrente da classe política diante de tantos escândalos de corrupção, fica a nossa esperança que o novo ministro ataque nas duas frentes e esteja plantando novas e boas sementes no MAPA.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Expectativas para o mercado do boi gordo no último trimestre| SCOT CONSULTORIA

Expectativas para o mercado do boi gordo no último trimestre SCOT CONSULTORIA

Especulação toma conta do mercado do boi - PECUÁRIA.COM.BR

Momento de incertezas e volatilidade no mercado do boi gordo!
Especulação toma conta do mercado do boi - PECUÁRIA.COM.BR

PROFISSIONALISMO NO GERENCIAMENTO DA FAZENDA


Hoje em dia ter uma Fazenda, é moda de muita gente da cidade. Para uns é Investimento para outros talvez, Lazer.

Qualquer que seja sua situação caro leitor, manda o bom senso que a sua propriedade deve ser tratada com uma Empresa. Do contrário, o negócio de final de semana vai ficar muito caro e o resultado corre o risco de “ir para o brejo”.
É fundamental que adote uma Gestão Profissional e que para tal a figura do Gerente e de Consultores Externos pode ser de grande valia.
Para que tenha essa Gestão é fundamental que tenha as seguintes ferramentas-chaves para uma eficaz Gestão:

1. Planejamento Estratégico – Objetivo, Indicadores, Metas e Planos;

2. Orçamento Anual de Investimento, Custeio e de Despesas;

3. Fluxo de Caixa;

4. Relatórios de Resultados Econômico-financeiros;

5. Estrutura Organizacional bem difundida com responsabilidades, autonomia e Sistema de Comunicação;

6. Políticas de Recursos Humanos.

Caso não tenha nenhuma delas, não fique preocupado, pois a grande maioria dos Fazendeiros, até mesmo Grandes Fazendeiros, não possuem essas ferramentas ou até mesmo vocação para a Gestão do Negócio. A grande ênfase tem sido nas Tecnologias, Máquinas e Equipamentos.
Acreditamos que o investimento em Estratégia, Pessoas e Inovação Gerencial é a chave para transformar a Fazenda em um negócio sustentável e de sucesso.

Paulo Augusto Oliveira Lopes
Mestre em Administração, Professor, CEO do Grupo Organiza, Diretor da MBL Agropecuária e Serviços.

Cafeicultor e Pecuarista
E-mail: pl42@gmail.com


 





Missão da UE avaliará bem-estar animal

O Brasil capacitando técnicos para atender as exigências sanitárias, ambientais, e de sustentabilidade dos importadores Europeus.
Algumas iniciativas neste sentido já são feitas há algum tempo, proncipalmente pelo Grupo Etco, da UNESP de Jaboticabal.
Missão da UE avaliará bem-estar animal -

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Aftosa: Ministério amplia medidas preventivas| SCOT CONSULTORIA

Aftosa: Ministério amplia medidas preventivas SCOT CONSULTORIA

Alerta Geral

Depois da confirmação da notícia do foco de aftosa no Parguai  os produtores, principalmente dos estados fronteiriços com aquele  país, estão em estado de alerta geral. Qualquer falha na fsicalização fronteiriça e/ou movimento de gado da região afetada pode gerar prejuízos incalculáveis para o Brasil. Portanto é papel de todos( produtores e autoridades) o máximo de seriedade nos controles de importação de gado e carne proveniente daquela região.
Na Argentina medidas duras já foram implantadas inclusive antecipando a vacinação nas regiões onde há fronteira com o estado Paraguai onde ocorreu o foco.
O MAPA também tomou medidas visando protejer o rebanho brasileiro.
Veja na postagem acima o que já virou instrução para a fiscalização de fronteiras e importação do Paraguai.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

OIE informa caso de Aftosa no Paraguai

OIE divulga hoje, 19 de setembro, caso de Aftosa confirmado pelo órgão SENASA (Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal) do Paraguai. Foram identificados 13 bovinos com o vírus na região de San Pedro, Paraguai.
"Não podemos em momento algum, falhar nos nossos controles de vacinas. Nem o fazendeiro nem os orgãos gorvernamentais.
O resultado direto desta falha será de grande prejuízo para a cadeia da carne no Paraguai . Pelo menos abate de 800 animais e fechamento para exportações no mercado mundial de carne bovina".

Defesa agropecuária da Bahia recebe R$ 5 milhões para investimento no setor

De acordo com o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, devido aos serviços da Adab, a Bahia é um dos poucos Estados brasileiros que assinaram convênio plurianual com o Mapa, no valor de R$ 20 milhões para os próximos quatro anos.

Atualmente, a Agência trabalha com os programas oficiais de defesa sanitária animal, normatizados pelo Mapa - Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias, Sanidade Avícola, Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, Sanidade dos Caprinos e Ovinos, Sanidade dos Equídeos, Sanidade dos Suídeos, Sanidade Apícola, Sanidade dos Animais Aquáticos e Educação Sanitária.
– Impulsionado pelo êxito alcançado no Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, aliado ao crescimento e organização das cadeias produtivas da pecuária, a Bahia vem qualificando o Sistema de Vigilância Veterinária, tornando-o compatível com a grandeza do seu agronegócio, garantindo a segurança sanitária cada vez mais exigida no mercado nacional e internacional, necessitando, por isso, de investimentos no segmento da defesa – explica o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres.
Fonte: Assessoria de Imprensa do governo da Bahia

Preços altos do milho mudarão mercado mundial de carnes

José Vicente Ferraz, diretor técnico da FNP, acredita que os preços altos do milho mudarão cenário do mercado mundial de carnes. Em artigo no jornal Folha de SP, defende que carne suína e de aves terão problemas de competitividade, pois os preços do milho estão num patamar muito acima do histórico.

Mais e mais analistas acreditam que os preços do milho, embora evidentemente sujeitos a oscilações, mudaram definitivamente para um nível médio muito maior do que o histórico.
"O motivo dessa alta estaria em razões estruturais ligadas essencialmente à incapacidade de elevar a oferta sem aumentar substancialmente os custos de produção, na proporção em que cresce a demanda", afirma Ferraz.
É provável que as carnes de ruminantes venham a desfrutar de alguma vantagem competitiva em relação à de monogástricos dada a maior flexibilidade na alimentação dos primeiros e que países com maior potencial de alimentação a pasto ganhem vantagem comparativa em relação a outros países mais dependentes dos grãos para a alimentação animal", diz Vicente.
Para o Brasil, o balanço de ganhos e perdas desse cenário não é muito claro. "Por um lado, pode-se vislumbrar algum ganho relativo, notadamente para a bovinocultura (largamente ainda predominante a pasto) e para o setor sucroenergético baseado em cana-de-açúcar, mas os prejuízos para nossas importantíssimas avicultura e suinocultura, bem como para outras culturas animais, podem perfeitamente transformar o saldo final em negativo", completa Vicente Ferraz.
Artigo foi publicado no jornal Folha de SP

Importante Mudança de Rumo

Ouçam no link abaixo comentário do analista de mercado, Alcides Torres da Scot consultoria
sobre mudança de estratégia de alguns confinadores no centro-oeste do país. Se verificando a
situação comentada , pode haver alterações no mercado do boi gordo daqui para frente nesta
entre-safra e final dela.

SCOT CONSULTORIA As melhores e mais fiéis informações do mercado

domingo, 18 de setembro de 2011

Cotações

Cotação Boi gordo / 07.11.2011

PRAÇA

Bahia/ SSA

São Paulo

MS

MT

MG

GO

PARÁ

@/ R$

R$ 105,00

R$ 100,00

R$ 97,00

R$ 92,00

R$ 99,00

R$ 97,00

R$ 93,00

Base Posto Frigorífico.Pagamento 30 dd. Fonte: Scot Consultoria


 

Mercado Futuro / 07.11.2011

MESES

NOV

DEZ

JAN

FEV

MAR

ABR

@/ R$

R$ 106,37

R$ 106,09

R$ 102,20

R$ 100,33

R$ 99,60

R$ 99,73

Fonte: BM&F. Beef Point


 


 


 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Vídeo Americano sobre Carne e População Mundial


Acesse o link e veja vídeo sobre a produção de carne nos EUA e o crescimento da população mundial.
Drovers CattleNetwork - Meeting today's beef demands - Latest News - Editorial, Grain & Cattle Markets, Current Stories

Integração Lavoura-Pecuária

Acesse o link abaixo e veja a nota sobre a integração lavoura-pecuária, como fator de melhoria e aumento de safras agrícolas. No caso da pecuária esta é a grande sacada para reforma e recuperação das nossas pastagens. Sem precisar abrir novas áreas , sem desmatar e agredir o meio ambiente. Muito pelo contrário consegue-se com esta técnica melhoria da produtividade das pastagens e maior ganho de @/Ha /Ano
Agronotícias

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Especialista - XP Investimentos - Notícias Agrícolas

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Especialista - XP Investimentos - Notícias Agrícolas

Confinamento de gado deve crescer no País

A urgência de elevar a produtividade, em um ambiente de alta dos preços da carne bovina, e o apelo ambiental são fatores que devem estimular o aumento do confinamento de animais no Brasil nos próximos anos, avaliou dirigente de entidade que reúne confinadores no país.

"O Brasil não exporta mais preço, agora tem que vender qualidade", afirmou Eduardo Moura, presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon). O confinamento de animais é realizado na entressafra para manter o peso dos bois no período da seca, quando o pasto perde vigor nutricional e dificulta a engorda de animais destinados ao abate.
Custos mais altos e o real valorizado comprometem os valores da produção no Brasil e elevam o preço da carne brasileira, que se aproxima do praticado por seus principais concorrentes.
Moura observa que o Brasil sempre ofertou a carne a preços mais baixos no mercado internacional, mas atualmente vem perdendo esta vantagem comparativa.

http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/boi/96203-confinamento-de-gado-deve-crescer-no-pais.html via @NotiAgri

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Quando Novembro chegar...

O regime de chuvas na maioria das regiões da Bahia não esteve dentro da normalidade este ano. Nas regiões onde há inverno, o clima foi pouco chuvoso ou não houve inverno. Por outro lado naquelas regiões onde não há chuvas no meio do ano a estiagem está mais forte, decorrente de poucas chuvas de verão.(Período entre Dezembro e Abril).
Por conta deste cenário estamos tendo um preço de @ do boi gordo diferenciado do centro-sul  onde neste momento o preço caminha praticamente de lado com oferta firme de gado principalmente por conta dos confinamentos. O quadro mais para frente pode se modificar em ambos os casos dependendo exatamente de como vai se comportar o clima. Ter mais ou menos oferta vai depender no centro-sul se as chuvas chegam mais cedo ou não. No nosso caso dependerá do quanto se estende a estação seca, determinando maior ou menor oferta de bois, que caso estejam gordos no pasto têm que ser vendidos sob o risco de perderem em peso o que ganharam até aqui.
Nesta hora as estratégias de suplementação a pasto têm se mostrado extramamente eficazes onde temos adotado produtos proteínados, semi-confinamento e proteicos energéticos.
Se quiser saber mais sobre estas estratégias entre em contato pelos nosso telefones ou ainda por e-mail:
71 33533713 / 71 9965 6881

Produtor de leite busca parâmetros mínimos

O presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, defendeu a agilidade nas discussões sobre mudanças na Instrução Normativa (IN) 51, do Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa), que determina parâmetros mínimos de qualidade para o leite no País. O tema foi abordado na quinta-feira (8), durante reunião da comissão, realizada na sede da CNA, em Brasília, e tem preocupado os pecuaristas, diante da proximidade do início do período estabelecido pelo Mapa para consolidar uma nova proposta para a instrução normativa.

Prevista para entrar em vigor no dia 1º de julho deste ano, a norma teve a data prorrogada por mais seis meses para que fosse aperfeiçoada e novas sugestões pudessem ser incorporadas ao texto. No entanto, um grupo de trabalho instituído para debater novas sugestões de propostas para fazer novas adaptações ao texto da IN 51 durante esse período, ainda não se reuniu, dois meses após sua criação. "Estamos preocupados, porque faltam quatro meses para o setor definir uma proposta, mas nada foi agendado até agora. Já encaminhamos até ofício pedindo a realização das reuniões", disse Alvim.
Outro ponto discutido no encontro, também ligado à qualidade do leite, foi o controle de resíduos e contaminantes. Na ocasião, foi defendida uma proposta que tenha métodos mais precisos para identificar quantidade de resíduos no leite, para evitar prejuízos ao produtor. Atualmente, não há instrumentos eficientes voltados para esta finalidade, o que acaba resultando em desperdício do produto. Há dois meses, a CNA assumiu a coordenação de um grupo de trabalho na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados do Mapa para debater a questão.
A comissão discutiu, ainda, a isenção de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre ração e suplementos minerais para o rebanho. Estes tributos incidem em 9,25% sobre os dois insumos, que hoje têm um impacto de 35% sobre o custo operacional da pecuária leiteira.
MilkPoint – 12/09/2011


Cinco plantas de carne bovina brasileira são liberadas pela Rússia

O serviço de fiscalização veterinária e fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) liberou, desde quarta-feira (7), as importações de cinco plantas frigoríficas de abate de bovinos e uma fábrica de ração do Brasil. As informações estão disponíveis no site do órgão, que ampliou para 35 o número de plantas frigoríficas brasileiras de bovinos que podem exportar para o mercado russo. Apenas uma unidade de abate de suínos continua habilitada. No caso da exportação de frango, são 14 plantas.

O Rosselkhoznadzor liberou quatro plantas do JBS. A de SIF 504 fica em Ituiutaba (MG), a de SIF 3181 fica em Naviraí (MS), a de SIF 4.400 é de Campo Grande (MS) e a de SIF 862 fica em Goiânia (GO). Outra planta liberada é a de SIF 545, que pertence à Rodopa Exportação de Alimentos e Logística. A fábrica de ração liberada é a de SIF MG 05709, que fica em Três Corações e pertence a empresa Total Alimentos.
Fonte: Site da Carne – 12/09/2011

Restabelecendo Verdades

Excelente comentário do Xico Graziano. Acessem o link abaixo.
"Contra a política canalha. Veja meu post na rede do Observador Político"
http://www.observadorpolitico.org.br/2011/09/contra-a-politica-canalha/


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Controle de registros de medicamentos será mais intenso pela Abiec

A Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec) irá entrar com pedido de revisão dos processos de registro de medicamentos que tem ivermectina como princípio-ativo ainda no mês de setembro. Conforme o diretor técnico da associação, Fernando Sampaio, há uma exigência de pesquisa que, entre outras questões, indique o período de carência necessário entre a aplicação do medicamento e o abate do animal. No entanto até 2005 isso não era necessário, e as empresas poderiam apresentar as mesmas informações de outros medicamentos semelhantes. Sampaio esteve na Expointer, em Esteio, RS na quinta-feira (1) e participou do Workshop Carne Angus.

"Estamos perdendo mercado. Em 2009, mais de 70% do mercado norte-americano de carne processada era atendido pelo Brasil. Em 2010, ano em que o país ficou impedido de exportar para os Estados Unidos por sete meses foi menos de 10% e, neste ano será ainda menor” ,justificou Sampaio. Para ele, este é um mercado importante, pois aproveita cortes sem grande valor comercial.
O Conselho Nacional de Pecuária de Corte (CNPC) está coordenando as negociações entre a Abiec e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) para que outras ações sejam definidas. Francisco Jardim, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, afirma que uma das medidas em avaliação prevê a retenção de receitas veterinárias para estes medicamentos. "Estamos ouvindo conselhos de classe para que possamos fazer a retenção para um controle mais efetivo", destacou. Ele minimizou a abrangência dos casos de excesso de resíduos de ivermectina e afirmou que o País continua a cumprir as regras que precisam ser observadas. "O Programa de Controle de Resíduos está sob controle. O que ocorre é a má utilização de tecnologia."
Notícia veiculada no Portal DBO



DECISÃO DO EMPRESÁRIO RURAL: MONOCULTURA OU MIX DE ATIVIDADES

Este é um grande desafio para os Empresários Rurais e portanto fundamental balancear a busca de maior rentabilidade com atividades mais rentáveis, porém mais seguras.

Como vocês já sabem de um modo geral a Agricultura é uma atividade mais rentável do que a Pecuária, com giro mais rápido e com maiores possibilidades de gerar acúmulo de capital. Em contra partida os riscos na Agricultura são muito maiores do que na Pecuária, pois as chances de oscilações de mercado, clima, preços são muito altas.
O Empresário, portanto fica na dúvida: Agricultura ou Pecuária para tocar o seu negócio?
Sendo assim, aconselharia ao Empresário levar em conta ao escolher seu mix de atividades rurais os seguintes pontos.

1º - Nunca basear sua atividade rural como uma única atividade econômica. Fuja da monocultura/ mononegócio.
2º - A diversificação deve ser feita de maneira inteligente e responsável, e principalmente de maneira competente. Há uma filosofia grega que diz “a felicidade está no meio”. Logo tomem 3 (três) como número ideal.
3º - Na escolha das atividades econômicas para seu MIX é fundamental que haja equilíbrio entre elas. O ideal seria que a atividade 1 tenha 40% do faturamento, a atividade 2 mais 40% do faturamento e a atividade 3 tenha 20% do faturamento.

Finalizando, gostaria de lembrar que em todo negócio que entramos devemos estar sempre preparados para: dar certo ou dar errado.
Para sua maior segurança o mercado hoje dispõe de profissionais capacitados a assessorá-los nesta escolha. Desejo boa sorte nos negócios!



Paulo Augusto Lopes
Diretor da Organiza Consultoria Gestão Empresarial
Cafeicultor e Pecuarista
pl42@gmail.com

  


Em agosto a exportação brasileira de gado teve um aumento de 102%

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), depois do fraco desempenho em julho, quando foram embarcados somente 16 mil cabeças de bovinos vivos, o menor resultado desde 2007, os embarques brasileiros voltaram a crescer em agosto. No último mês, o Brasil exportou 32,4 mil cabeças, um crescimento de 102% frente aos números de julho. O faturamento foi de US$ 37,8 milhões.

O número de animais exportados é o segundo maior do ano e só perde para o resultado de fevereiro, quando foram comercializadas 46 mil cabeças. Apesar do crescimento, o volume embarcado é 41% menor do que o registrado em igual período do ano passado. A receita foi 36% menor. No ano, o Brasil já exportou 238,6 mil cabeças de bovinos vivos, totalizando US$ 255,8 milhões. Desse total, 97% dos animais foram exportados pelo Pará, e o restante pelo Rio Grande do Sul. A Venezuela segue como maior importador, com 77% dos animais embarcados.
Notícia veiculada pela Acrissul e adptada pela Gepecorte

Investimento em tecnologia é necessário para ampliar produção

O manejo adequado das pastagens, o abate de animais mais jovens e a engorda intensiva foram os caminhos apontados por especialistas para alcançar uma pecuária competitiva com menor emissão de carbono. Os dados foram apresentados em São Paulo, durante painel que discutiu os desafios para uma pecuária de baixo carbono, no Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima, (Feed 2011), promovido pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA).

Até 2020 a demanda mundial por carne bovina deve saltar dos atuais 64 milhões de toneladas para 73 milhões de toneladas. De acordo com Maurício Palma Nogueira, da Bigma Consultoria, para atender esta demanda, o Brasil precisa investir em tecnologias para melhorar a eficiência na reprodução das matrizes, assegurar pastagens de melhor qualidade e aumentar a capacidade de produção por hectare.
Palma Nogueira apresentou como exemplo o trabalho realizado em uma fazenda no interior de São Paulo, onde, por meio de um processo de manutenção das pastagens, foi possível ampliar de 12@ para 37@ a produção por hectare.
Outro instrumento mal aproveitado na pecuária brasileira é a engorda intensiva. De acordo com o professor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), Dante Pazzanese Lanna, no Brasil apenas 10% dos animais são confinados, enquanto que nos EUA esse número chega a 95%. Na Argentina e Austrália, 60% do rebanho é confinado ou recebe altas doses de grão na fase final da terminação. Outra vantagem do confinamento é a possibilidade de abater animais mais jovens e mais pesados.

Leia a matéria na íntegra.
http://www.portaldbo.com.br/novoportal/site/Conteudo/Noticias/1525,,Brasil+deve+investir+em+tecnologia+para+ampliar+producao.aspx





A falta de higiene na ordenha pode contaminar o leite

Criadores de caprinos e ovinos precisam adotar nova postura quanto ao manejo na ordenha do rebanho leiteiro. A advertência é do zootecnista e consultor do Sebrae no Rio Grande do Norte, Felipe Barreto. Ele alerta para os riscos de uma ordenha em desacordo com as normas de higiene, uma das maiores causas de contaminação do leite.

A execução de uma ordenha inadequada pode causar danos como o comprometimento da qualidade do leite, o rendimento dos produtos derivados, além de perdas financeiras aos produtores durante o processo de beneficiamento, e, principalmente, sérios riscos à saúde do consumidor. “Não sabemos ainda se é por uma questão cultural ou por falta de orientação, mas muitos trabalhadores não se preocupam e não utilizam normas de higiene recomendadas para a ordenha, seja ela mecânica ou manual. Isso precisa ser modificado. A ordenha higiênica é a garantia de um leite de qualidade e com o mínimo de riscos de contaminação”, ensina Barreto.
Livre de bactérias o produtor rural Francisco de Assis Dias realiza ordenha em vacas há mais de 20 anos. “Sempre faço minhas ordenhas da forma como aprendi com meu pai e não imaginava que coisas tão simples podiam fazer a diferença na qualidade do leite que sai da nossa fazenda. A partir de agora, vamos mudar um pouco. Nunca é tarde para se aprender”, promete. Francisco assistiu a recente palestra de Felipe Barreto sobre a ordenha higiênica. Durante a palestra intitulada “Manejo Higiênico de Ordenha”, os criadores de caprinos e ovinos receberam orientação acerca de métodos simples, como reforço na higiene pessoal do ordenhador e adequação de um local específico para a ordenha, como forma de garantir a qualidade e evitar a presença de bactérias no leite.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A GESTÃO AGROPECUÁRIA

Todos nós, obviamente, conhecemos a importância do setor agropecuário, no contexto econômico da sociedade brasileira e mundial. Sem sombra de dúvidas podemos afirmar, sem receio, que esse é o setor mais importante dentre todos os que existem no processo econômico. Acreditamos que isso se dá não pelo volume de recursos que movimenta, nem pelo numero de emprego que gera, mas, pelo simples fato, que é o único absolutamente fundamental a existir.
Mas a essa condição de imprescindível não tem oferecido ao setor primário garantia de recursos, subsídios ou preço justo para os produtos agropecuários. Preços justos e adequados..........Leia na integra o artigo de Paulo Lopes em http://www.gepecorte.com.br/
Paulo Lopes é Consultor de Empresas nas áreas de Gestão Estratégica, Recursos Humanos, Head Hunter e Pecuarista.






Lygia Pimentel: oferta restrita, mas só mercado interno não "estilinga" preço do boi

A semana foi marcada por lateralidade. As escalas insistiram em permanecer curtas, principalmente em praças mais ao norte do país, mas o boi em São Paulo ainda não decolou.

Pelo lado da oferta, a entressafra está aí, com disponibilidade de animais apertada e abates reduzidos. Alguns diferenciais de base já começaram a fechar.
Como tenho comentado, a demanda interna amortece bem o choque da maior disponibilidade de carne gerada pela redução das exportações, mas fica difícil "estilingar" para cima, como ocorreu no ano passado. Os gastos do brasileiro com carne estão esticados historicamente e o excedente do produto não ajuda. Isso deixa a o mercado lateralizado.
Nesta semana fiquei sabendo até mesmo de algumas paralisações no setor frigorífico, o que seria uma última medida lançada as indústrias para reduzir os prejuízos causados por altos custos (fixos e variáveis) para produzir uma mercadoria que não é precificada à altura. Nada bom para os pecuaristas que esperam ver preços nos mesmos patamares que em 2010 ainda neste próximo outubrão.
A medida adotada não aumenta a oferta de carne, mas mostra um ajuste produtivo "artificial" e necessário, já que o processamento está com margens negativas. Ruim pra todo mundo!
De toda forma, o começo do mês está aí e poderá ajudar a carne a melhorar, pelo menos no que diz respeito ao fator sazonal, e aí, quem sabe, o povo se anime a pagar mais pela arroba. Entretanto, a última semana do mês, período em que normalmente o varejo se reabastece à espera do início do mês, quando o consumo melhora, não mostrou ímpeto comprador e o boi casado ficou praticamente estável em uma época que deveria ter mostrado melhor movimentação.
Muito ruim para a arroba em plena entressafra. Será esta uma das entressafras "exceção", daquelas em que o preço registra patamares mais baixos se comparados ao primeiro semestre?
A próxima semana será importante para avaliarmos essa possibilidade.
A análise é de Lygia Pimentel, da XP Investimentos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Piora perfil das exportações de carne bovina

Em dez anos, a União Europeia saiu da posição de principal mercado para a carne bovina brasileira para um posto mais modesto, apenas o terceiro lugar. Nesse período, a emergente Rússia, que nem aparecia no ranking dos principais mercados tornou-se a primeira compradora de carne bovina do país sem considerar a região do Oriente Médio e Norte da África. O saldo dessa mudança é negativo: o país perdeu um mercado de preços mais altos e cortes mais nobres e avançou num mais instável e que demanda produtos de menor valor.
No já longínquo ano 2000, o Brasil exportou US$ 511 milhões em carne bovina para a União Europeia, uma fatia de 61% das exportações totais daquele ano, de US$ 837,2 milhões. No último ano, a participação foi bem menor, apesar do valor ter crescido: US$ 712 milhões, ou 14,5% de um total de US$ 4,886 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec).
A derrocada das vendas para a União Europeia começou em 2008, quando o bloco determinou que compraria carne bovina apenas proveniente de animais rastreados de uma lista restrita de fazendas do Brasil. Na época, havia 15,5 mil fazendas aptas a fornecer animais. Com as restrições, caiu a 2,2 mil atualmente o número de propriedades habilitadas, segundo Antônio Camardelli, presidente da Abiec.
Para ele, ao restringir as fazendas a UE criou um mecanismo para reduzir os volumes exportados pelo Brasil, numa tentativa de atender ao clamor de produtores locais. Segundo a Abiec, o bloco comprou 125,3 mil toneladas de carne bovina do Brasil no ano passado, bem abaixo das 308,4 mil toneladas de 2007, antes das restrições. "O Brasil depende da União Europeia porque não tem alternativa [de mercados] para vender aos preços que a UE paga", admite Camardelli. Segundo ele, os mesmos cortes que a UE compra têm preços 50% inferiores em mercados do Oriente Médio, por exemplo.
Reportagem do Jornal Valor adaptada pela Equipe Gepecorte.








quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Balança do Produtor

Em ótima iniciativa da Associação do Novilho Precoce do Mato Grosso do Sul, está sendo instalada em uma das unidades do JBS naquele estado a "Balança do Produtor".
Agora as pesagens das boiadas dos produtores daquele estado têm maior precisão e transparência.
É muito comum recebermos queixas de clientes e amigos pecuaristas da quebra de peso em relação as pesagens no frigorífico e as realizadas nas fazendas.
Embora seja necessário que o produtor realize a pesagem na fazenda com a boiada passando por jejum tanto de pasto quanto de água, não permitindo assim que haja distorções na pesagem, é fato que alguns matadouros são tidos com extremamente vorazes na limpeza da carcaça do boi no abate.
Será ótimo que esta iniciativa também chegasse até aqui a Bahia  moralizando desta forma o peso nos frigoríficos.

CNA vai propor a Mendes Ribeiro crédito para confinamento de boi

O presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte, Antenor Nogueira, disse hoje que a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) irá propor ao novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, a criação de uma linha de crédito específica para atender aos criadores que investem no confinamento de gado. Ele observou que a atividade é responsável pelo abastecimento do mercado durante a entressafra, evitando altas expressivas de preços das carnes.
Nogueira elogiou o ex-ministro Wagner Rossi pela inclusão da pecuária de corte no Plano de Safra, pois o setor não contava com crédito significativo para investimento desde 1986. Ele afirmou que a criação da linha de crédito para a aquisição de matrizes, implantada no Plano de Safra deste ano, atendeu a um pedido do setor.
O líder rural, que também é presidente da Agência Goiana de Defesa Agropecuária, afirmou que o embargo russo às carnes é uma questão comercial e não se deve a problemas técnicos. Nogueira observou que o embargo não atingiu Goiás, que responde por 60% do confinamento no Brasil. O gado do confinamento vai abastecer o mercado russo nos próximos meses, durante a entressafra da pecuária brasileira, diz ele.
As informações são da Agência Estado.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Comissão aprova suspensão de pagamento do Funrural para produtores rurais

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (17) o Projeto de Lei 848/11, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que suspende a retenção e o recolhimento da Contribuição Social Rural (o Funrural) incidente sobre a receita bruta referente à comercialização da produção rural e de fornecedores de bovinos para abate. A suspensão do pagamento valerá também para o recolhimento por sub-rogação (quando a empresa compradora recolhe a contribuição no lugar do produtor rural, pessoa física).

O relator da proposta, deputado Onofre Santo Agostini (DEM-SC), apresentou parecer favorável. Ele lembrou que a Justiça vem entendendo que a cobrança do Funrural no ato da comercialização é inconstitucional, tanto no caso da pessoa física quanto no recolhimento pela empresa compradora.
"A tributação, ainda que inafastável, não deverá ser exigível antes do término do exercício tributável", disse. "A retenção imediata do tributo após a efetivação do negócio jurídico impõe ao produtor ônus que interfere no retorno da produção, com reflexos diretos no novo investimento", complementou.Agostini ressaltou também que, no caso das cooperativas, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) hoje exige a retenção e o recolhimento do Funrural (2,1%) sobre o valor das mercadorias remetidas pelos seus associados para posterior venda. "A exigência sofrida pelas cooperativas é indevida. As cooperativas são associações sem fins lucrativos e têm como objetivo representar seus associados."
Inconstitucionalidade
O autor da proposta informou que o Funrural foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 3 de fevereiro de 2010. A contribuição, que incide sobre a receita bruta dos produtores rurais e de frigoríferos, é revertida para o pagamento de benefícios a trabalhadores do campo. O STF tomou a decisão ao julgar recurso extraordinário do frigorífico Mataboi S/A, de Mato Grosso do Sul.
Já o deputado Marcon (PT-RS) apresentou voto em separado à Comissão de Agricultura, no qual destaca que a decisão do STF refere-se a um caso específico, sem reconhecimento de repercussão geral, de forma que alcança somente os autores da ação.
Fonte: MilkPoint

Deve intensificar a exportação de carnes no Brasil

O Brasil tem atualmente 2.095 fazendas pecuaristas habilitadas a exportar carne para a União Européia. São propriedades que se submeteram a um processo burocrático, lento e sujeito a auditorias de seis em seis meses. Nos bons tempos no continente europeu, fazendas que se sujeitaram ao protocolo e foram aprovadas na cobiçada lista receberam até R$ 10 a mais por arroba. Atualmente, porém, o prêmio fica entre R$ 3 e R$ 4 por arroba. Adicione-se a isso a crise na Europa para que o criador se pergunte se compensa continuar exportando.
Para economista Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea/Esalq/USP, o mercado exportador continua interessante para o produtor, mas é preciso ficar atento à crise. "O pecuarista deve buscar a excelência na produção de carne não só de olho no mercado externo, mas pensando no consumidor interno, que, no futuro, vai passar a exigir carne cada vez de melhor qualidade."
Já o consultor Hyberville Neto, da Scot Consultoria, também chama atenção para o consumo crescente de carne no Brasil pelas classes C e D. "O mercado interno aquecido acaba competindo com as exportações. Se o câmbio também não está favorável e o ágio sobre o "boi-Europa" não está compensador, o pecuarista tem que avaliar o que é melhor", diz. O diretor da Praterra Agropecuária, Caio Augusto Arroyo Barbosa, concorda. "Mesmo habilitado, o produtor deve colocar tudo na ponta do lápis. Este ano, com o confinamento 30% mais caro, foi mais negócio vender os animais antes, aproveitando os picos da arroba."
Na pecuária há 40 anos, Edson Crochiquia, com rebanhos em Agudos (SP) e em Pedra Preta e Paranatinga (MT) - em Agudos, são 5.200 cabeças, entre recria e confinamento. Já as de Mato Grosso são de cria, com 25 mil animais -, garante que o esforço compensa. "Além de a fazenda se profissionalizar, a qualidade dos animais aumenta significativamente." E arremata: "A pecuária brasileira não é de excelência, mas as fazendas que cumprem o protocolo de exportação podem ser consideradas de excelência."
Para o ciclo 2011/2012, a cota brasileira é de 10 mil toneladas. Crochiquia diz que dos 4 mil animais abatidos este ano, 2.200 cabeças vão para a Cota Hilton. "O prêmio para quem exporta para a União Européia varia de 2% a 4% a mais sobre o valor da arroba; na Cota Hilton, a premiação é de 4% a 7%", diz, satisfeito, o criador.
Fonte: Acrissul





Mendes Ribeiro é o novo ministro da Agricultura

O Palácio do Planalto anunciou na quinta-feira (18) a escolha do deputado Mendes Ribeiro como novo ministro da Agricultura. O nome do líder do governo no Congresso era o mais cotado para assumir o cargo deixado por Wagner Rossi, e a decisão ocorreu em conversa entre o parlamentar e a presidente Dilma Rousseff. Mendes Ribeiro tem 56 anos e está no quinto mandato de deputado federal.
 Fonte Portal DBO

EUA rejeita carne da JBS por excesso de vermífugo

Atenção para a notícia abaixo:
"O Ministério da Agricultura convocou reuniões com representantes da indústria de carne bovina e das companhias farmacêuticas de produtos veterinários, em Brasília, após os Estados Unidos (EUA) rejeitarem um carregamento de carne processada de uma unidade do frigorífico JBS de Barretos (SP). O secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Francisco Jardim, afirmou que uma carga da companhia foi refugada após o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar norte-americano detectar níveis do vermífugo ivermectina acima do permitido.

Os altos níveis de ivermectina na carne bovina processada já causaram o embargo do produto pelos Estados Unidos durante sete meses em 2010. O governo e as companhias foram obrigados a adotar uma nova revisão de avaliação do nível do vermífugo, reduzido de 100 partes por bilhão para 10 partes por bilhão, como exigido pelos norte-americanos. Com isso, em 24 de dezembro do ano passado, o embargo ao produto foi suspenso. A assessoria da JBS também confirmou o refugo e informou que iria encaminhar um posicionamento oficial ainda hoje sobre o caso. A companhia teria ainda outras cargas em análise por parte da autoridade sanitária norte-americana".
Fonte: Site da Carne – 17/08/2011
Já há algum tempo, temos preconizado o uso da vermifugação estratégica como a melhor forma de combater os parasitas internos e externos dos bovinos. O uso indiscriminado e constante da ivermectina como princípio ativo de vermifugação trouxe durante muito tempo grande benefícios aos pecuaristas, principalmente pela possibilidade que este vermífugo abre de combate tanto a parasitas internos quanto externos.
No entanto como nos últimos anos foi praticamente o único vermífugo usado em nossa fazendas passamos a correr risco de criar resistência a tal princípio ativo.
Agora mais um problema. Ou por dosagens excessivas ou por falta de escrúpulo do fazendeiro em não observar carência no abate dos animais, estamos sujeitos a imposição de mais uma barreira sanitária por parte dos importadores, o que acaba trazendo dificuldades para toda a cadeia produtiva da carne.
Preconizamos o uso alternado de princípios ativos na vermifugaçãoo do gado e como exemplo podemos citar o levamisol e o albendazole além da própria abamectina que muito próxima na sua composição molecular da ivermectina
Para melhor entender a vermifugação estratégica observe a tabela abaixo. Tire suas dúvidas também pelos nossos telefones 71 9965 6881 / 71 3353 3713 / 71 9934 9919 ou ainda pelo nosso e-mail:
http://www.gepecorte.com.br/





sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Wolf Seeds / Naterra . A melhor Genética

Se você vai recuperar ou refromar pastagens tenha muito cuidado com a qualidade da semente que adquire.
Atualmente sementes são dos insumos de maior custo na formação das pastagens.
Depois da terra pronta plantar semente que não nascem potencializa o seu prejuízo.
Pense nisso ao adquirir sementes
http://www.facebook.com/video/video.php?v=251938384827155

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Produtividade da Pecuária Brasileira


Impressiona o ganho de produtividade da Pecuária Brasileira nos últimos dez anos. Impressiona mais ainda quando se compara com o ocorrido no resto do mundo.
A tabela abaixo desmistifica a lenda que o campo é causador de desmatamento, e provoca danos ambientais para o país.
Na verdade é o contrário. Diminuímos as áreas de pastagem em 2,21% e aumentamos o rebanho em 26,5%
Do campo vem boa parte dos ganhos da economia brasileira e ele responde por mais de 30% do PIB nacional.
#souagro.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Código Florestal deve ser votado na CCJ até dia 31, diz relator

O relator do projeto de lei que atualiza o Código Florestal Brasileiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Luiz Henrique (PMDB-SC), disse ontem (10) à Agência Brasil que pretende apresentar seu parecer até o dia 24 e, se não houver pedido de vista, votá-lo até dia 31.

Luiz Henrique, que também foi indicado para relatar a matéria nas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, disse que tem conversado "frequentemente" com o senador Jorge Viana (PT-AC), relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente, para organizar um calendário semelhante de apreciação e votação da proposta nas comissões. Uma vez aprovado o mérito do projeto na CCJ, Luiz Henrique garantiu que apresentará um só relatório nas outras duas comissões.
Já Jorge Viana disse que pretende convidar o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que relatou o Código Florestal na Câmara, para detalhar seu relatório aos senadores. "Vou seguir o que feito pelo Aldo, por isso acho importante que ele, como autor do relatório aprovado pelos deputados, participe da discussão no Senado", argumentou o senador petista.
A matéria é de Ivan Richard e Marcos Chagas, da Agência Brasil

Deputados aprovam prazo para laticínio informar preço do leite.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na última terça-feira (2) proposta que obriga o laticínio a informar ao produtor de leite o preço pago pelo litro do produto até o dia 25 do mês anterior à entrega. A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para o Senado, a menos que haja recurso para ser votada pelo Plenário.
O texto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural ao Projeto de Lei 547/03, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Pela proposta, caso descumpra a determinação, o laticínio terá de pagar ao produtor o maior preço praticado no mercado.
O relator na CCJ, deputado João Magalhães (PMDB-MG), recomendou a aprovação. A comissão analisou o texto apenas quanto aos seus aspectos de admissibilidade, ou seja, se estava de acordo com a Constituição e com as normas gerais do Direito.




EUA voltam a barrar carne exportada pela JBS

As autoridades sanitárias norte-americanas voltaram a encontrar a presença do vermífugo ivermectina acima do permitido pelas regras dos EUA em uma carga de carne industrializada da JBS.

A carne, industrializada na unidade da companhia em Barretos (SP), foi devolvida pelo FSIS (Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar), após análises laboratoriais. A empresa foi informada na sexta-feira passada.
O órgão manterá análises laboratoriais em mais 15 carregamentos da unidade de Barretos e, caso problemas semelhantes sejam registrados, essa fábrica pode ser excluída da lista de frigoríficos habilitados a exportar carne industrializada para os EUA.
Essa não é a primeira vez que a JBS tem carregamento devolvido pelos americanos. No ano passado, os EUA encontraram a presença do vermífugo acima do permitido em uma carga de Lins (SP).
O episódio acabou em prejuízo para todo o setor. Os embarques de carne foram suspensos logo após a devolução da carga da JBS, no final de maio de 2010, e retomados apenas em dezembro.
A assessoria de imprensa da JBS informou que a devolução do contêiner de Barretos é um caso isolado, pois a empresa tem adotado todas as recomendações do acordo entre Brasil e EUA. Entre elas está o cuidado dos produtores em respeitar o prazo de carência da aplicação do ivermectina nos animais até o abate.
A matéria é de Mauro Zafalon, publicada na Folha de S.Paulo

Emergentes se consolidam como principais clientes da carne brasileira

Mesmo diante do inevitável reflexo da crise no consumo de carne da UE, que importa cortes nobres e paga bem por isso, a pecuária nacional tem, nos países emergentes, um amplo mercado a ser explorado. "A crise de 2008 quebrou frigoríficos que dependiam das exportações. De 2006 a 2010, a UE caiu do primeiro para o quinto lugar na lista dos principais destinos da carne brasileira", diz o economista Thiago Bernardino de Carvalho, do Cepea. No caminho inverso, vêm os mercados "emergentes", como Irã, Hong Kong e Egito.

Segundo a Abiec, as exportações brasileiras de carne bovina para o Irã cresceram 325% entre 2006 e 2010; para Hong Kong, o salto foi de 141%. "A carne que vai para a China entra por Hong Kong", diz o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio. "Assim como a Europa, EUA e Japão também estão em dificuldades", diz Carvalho, do Cepea.
"Quem tem dinheiro e está comprando carne são os países emergentes". Conforme Carvalho, a UE compra principalmente cortes de primeira, como filé mignon, contrafilé e alcatra. Já os emergentes preferem cortes dianteiros, mais baratos. Com a atual crise, a China pode ser alternativa: "Embora ainda seja um mercado obscuro, pois cada província tem regras próprias de importação". Para Sampaio, "o desafio do frigorífico é desmontar o boi e ter um corte para cada mercado". A previsão da Abiec é a de que as exportações de carne bovina fechem este ano em US$ 5 bilhões. Em 2010, foram US$ 4,8 bilhões.
A matéria é de Fernanda Yoneya, publicada no jornal O Estado de S.Paulo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mendonça de Barros: crise não muda cenário para agronegócio

A crise internacional não muda o quadro desenhado para o agronegócio e para a demanda por alimentos nos próximos anos, avalia o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Para ele, caso os Estados Unidos e alguns países europeus entrem em recessão, pode haver uma freada nas economias do mundo emergente. Mas esses países continuarão puxando a demanda por comida.

"A renda e o consumo devem seguir aumentando nesses países. O mercado chinês e asiático tem um bocado para avançar". Ele também avalia que o dólar deve continuar fraco, o que beneficia os preços dos produtos negociados nessa moeda, caso das commodities agrícolas. "A evolução da gestão da crise sugere que o dólar permanecerá frágil. E a fraqueza do dólar ajuda a dar piso para as commodities."
No médio e longo prazos, Mendonça de Barros prevê que as mudanças estruturais no mercado de alimentos, como a adoção de biocombustíveis pelo mundo, também serão fatores de sustentação das cotações agrícolas. "Os preços se alteraram no século 21 porque a demanda passou a mandar no mercado."
Ele disse que o cenário de consumo forte de alimentos deve continuar por mais dez anos a 15 anos, a depender do crescimento da China e outros asiáticos e da demanda por energia. "As condições de demanda são de tal natureza que, para alterar isso, teríamos que desmontar o cenário asiático", diz.
A matéria é de Ana Conceição e Eduardo Magossi, publicada na Agência Estado

Pressão se confirma e commodities recuam

A esperada pressão dos tremores irradiados dos Estados Unidos e da Europa sobre as cotações das commodities se confirmou e os principais produtos agrícolas negociados nas bolsas de Chicago e Nova York registraram forte queda ontem. Foi o primeiro dia de negociações após o rebaixamento da nota dos papéis da dívida americana pela agência de avaliação de risco Standard & Poor's.

Especificamente no caso dos grãos, transacionados em Chicago e com maior liquidez entre as agrícolas, as previsões de clima favorável às lavouras dos EUA também não ajudaram a conter a sangria, o que reduz os temores inflacionários globais mas prejudica países exportadores de alimentos como os próprios EUA e o Brasil.
Fonte: Beef Point



Brasil segue negociando com a Rússia, mas embargo parece impactar pouco a carne bovina

A indústria de carne suína cobra uma ação mais ágil do governo para a recuperação do mercado russo. O embargo do país a frigoríficos brasileiros, que vigora desde junho, é apontado como principal responsável pela queda nas exportações em julho. Na carne bovina, a cobrança é a mesma. Mas a indústria frigorífica destaca que o impacto do embargo russo no setor é bem menor.

Acrimat aponta desafios para a pecuária

Hoje o Brasil é o maior produtor comercial de proteína vermelha do mundo. Mas, para a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) muitos desafios precisam ser enfrentados dentro e fora do Brasil, apesar dessa colocação. "O Brasil está sendo observado e cobrado pelo mundo, pois é daqui que sairá o alimento que o planeta precisa", disse o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari. Ele aponta três grandes desafios e as ações que são necessárias para que o país continue produzindo alimento: mostrar que o Brasil não tem passivo e sim ativo ambiental, melhorar a renda do produtor e erradicar a febre aftosa.
Fonte: Beef Point 

Indicadores Econômicos x Produtos Agrícolas.1º Semestre 2011

Produto

Unidade

Jan/11

Jun/11

Variação

Milho Grão

R$/saca

R$ 30,00

R$ 31,00

3,33%

Soja Grão

R$/saca

R$ 51,00

R$ 45,00

-11,76%

Boi Gordo

R$/@

R$ 101,20

R$ 96,85

-4,30%

Leite

R$/litro

R$ 0,72

R$ 0,85

11,97%

Couro Verde

R$/Kg

R$ 1,35

R$ 1,70

25,93%

Dólar

R$

R$ 1,67

R$ 1,58

-5,39%

Ouro

R$/g

R$ 74,30

R$ 80,49

8,33%

Bovespa

Pontos

68.494

62.403

-8,89%

Poupança

Acumulado jan/11 a jun/11

3,63%

Fonte: Scot Consultoria / BM&F BOVESPA WWW.scotconsultoria.com.br

Vendas de leite têm alta de 3% no país no primeiro semestre

Apesar da recente desaceleração do ritmo de crescimento da economia do país, a tendência de aumento da renda da população nos últimos anos continua a puxar para cima as vendas de leite no mercado doméstico.

Dados compilados pela Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) mostram que, no total, as vendas alcançaram 5,105 bilhões de litros no primeiro semestre de 2011, 3,2% mais que em igual período do ano passado.
Carro-chefe dessa comercialização, o leite longa vida registrou incremento de 4% na mesma comparação e o volume vendido somou 2,86 bilhões de litros de janeiro a junho. As vendas de leite em pó subiram 7,4%, para o equivalente a 1,45 bilhões de litros, e houve queda de 6% do caso do leite pasteurizado, para 795 milhões de litros.
"Há consumo de leite em 99% dos lares brasileiros. Mesmo com a economia crescendo menos, o aumento da renda mantém as vendas em alta", afirma Laércio Barbosa, presidente da ABLV.
Como historicamente as vendas de leite no Brasil são mais fortes no segundo semestre do que no primeiro, diz Barbosa, é possível que o aumento no acumulado de 2011 alcance 5%. Em 2010, as vendas totalizaram 5,5 bilhões de litros.
Apesar da boa fase da demanda interna, notadamente no Nordeste, a ABLV continua a chamar a atenção para a alta das importações de leite em pó. "Nesse momento de entressafra no país está tudo calmo, mas se as importações seguirem aquecidas na safra os produtores terão problemas".
Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, o período de safra começa entre os meses de setembro e outubro. E na atual entressafra, desde junho, houve mais problemas na oferta do que o normal em consequência de adversidades climáticas.
O presidente da ABLV destaca que o acordo que limitou as importações desde a Argentina a 3,3 mil toneladas por mês, prorrogado até o último dia 31 de julho, será rediscutido pelos dois países na semana que vem. Se o volume acordado crescer, a pressão sobre os produtores brasileiros certamente vai aumentar.
Apesar das incertezas de curto prazo nas economias internacional e doméstica, Barbosa reitera que o segmento de lácteos deverá registrar em 2011 seu maior déficit comercial em uma década, com importações equivalentes a mais de 1 bilhão de litros.

As informações são do Valor Econômico,adpatadas pela Milk Point .