segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mercado do boi gordo segue valorizado nas primeiras semanas do ano


Apesar do registro de algumas variações, o mercado do boi gordo segue com preços firmes, segundo levantamento da Scot Consultoria. Em São Paulo, houve reajuste no preço referência a prazo, atualmente cotado em R$ 98,50/arroba. Os negócios à vista são feitos, em média, a R$ 97,00/arroba, sendo que há negócios acima destes valores.
As escalas em São Paulo estão aumentando, lentamente, mas não estão confortáveis a ponto de permitir pressão de baixa, de acordo com os pesquisadores. Na maioria dos casos, elas atendem entre três e quatro dias.
No mercado atacadista, a demanda por dianteiros está melhor, gerando valorização da peça. Os estoques estão em recuperação, mas ainda não voltaram aos níveis normais. É esperado que as cotações no atacado percam força com o consumo menor de janeiro e a oferta maior de animais para abate, o que pode gerar pressão de baixa no mercado do boi gordo nas próximas semanas.

Mercado de carne bovina

O mercado atacadista de carne bovina com osso tem se sustentado em janeiro, ainda segundo informações da Scot Consultoria. Depois da alta de 1,8% na abertura do mercado no ano, os preços do boi casado de animais castrados estão firmes em R$ 6,50/kg.
A redução dos abates no final de dezembro reduziu os estoques de carne e provocou valorizações. É esperada, porém, uma redução nos preços da carne ao longo do mês, já que a incidência de impostos e contas contraídas no final do ano descapitalizaram sazonalmente a população em janeiro, reduzindo o consumo.
Além disso, a tendência é de que a oferta de boiadas aumente, com a maior disponibilidade de pastagens e volta do pecuarista às vendas.
Fonte: Canal Rural – 09/01/2013

OIE pede fim de embargos ao Brasil

O diretor geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernard Vallat, pediu a países que estão impondo embargos às importações de carne bovina do Brasil, depois da descoberta de caso atípico da vaca louca no mês passado, que suspendam as restrições assim que possível, afirmando que a medida é injustificada.
Na semana passada, a secretária de Comércio Exterior do Brasil disse que o país estava considerando recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) se os países que impuseram restrições ao produto brasileiro não levantassem os embargos.
Desde o anúncio do caso atípico, dez países já suspenderam as compras de carne do Brasil ou a seus derivados: Japão, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, China e Taiwan adotaram embargo total; Jordânia e Líbano restringiram o produto do Paraná; Peru suspendeu completamente por três meses; o Chile restringiu apenas a compra de farinha de carne e de osso. A Arábia Saudita, porém, já voltou a comprar o gado vivo.
Os países informaram que estavam adotando restrições depois que a OIE divulgou informação do Ministério da Agricultura do Brasil de que os testes realizados com uma fêmea morta no Paraná em 2010 apontaram a existência do agente causador da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como mal da vaca louca.
O Ministério da Agricultura informou que o animal nunca desenvolveu a doença, apenas tinha a forma de EEB considerada "atípica" por cientistas.
Vallat disse que os países têm o direito de adotar embargos provisórios como resposta de emergência a surtos de doenças que dependem de mais informações, mas ele diz que não há razão para tais restrições neste caso.
"Um caso em uma população de 200 milhões de cabeças de gado não justifica a mudança de classificação", Vallat disse a repórteres.  
A organização com sede em Paris manteve a classificação para o produto do Brasil como risco insignificante para a EEB, o mais seguro entre as três categorias. Este status é concedido a países que mostraram que a doença não existe ou é extremamente restrita.
"De acordo com os padrões da OIE, eles devem acabar com o embargo assim que possível", disse.
A classificação para EEB do Brasil poderá ser discutida em encontro ordinário do comitê científico que deve acontecer em três semanas.
O Ministério da Agricultura informou que dará um prazo até março para que os países levantem os embargos à carne bovina do Brasil antes de tomar qualquer ação legal na OMC.
Vallat enfatizou que mesmo vindo de animais infectados, o consumo de carne vermelha pode ser considerado seguro para seres humanos, diferentemente do que ocorre com o cérebro ou a medula espinhal.

Os embargos totais ou parciais à carne bovina do Brasil em reação ao caso atípico de vaca louca devem ter maior impacto no primeiro trimestre deste ano para as exportações brasileiras, mas a recuperação de importantes mercados e a demanda crescente dos emergentes devem garantir um aumento das vendas no ano, avaliam especialistas.

Fonte: Portal DBO – 08/01/2013

Arroba do boi em 2012 foi a menor em três anos


Os preços da arroba da carne bovina fecharam 2012 com média menor do que os valores de 2011. Conforme o último alerta de mercado divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), o mercado da carne brasileira não acompanhou o crescimento esperado.
Em novembro o Ministério da Agricultura divulgou balanço dos abates de bovinos no país. O número foi 4% maior do que o mesmo período do ano passado.
Conforme o instituo, os indicadores ESALQ/BM&FBovespa apontaram que a arroba do boi teve média de R$ 97,92 em 2012. O valor é o menor dos últimos três anos.
Houve crescimento de 14% no volume de carne in natura embarcado entre janeiro e novembro comparativamente ao mesmo período de 2011, o que corresponde a quase 865 mil toneladas na parcial de 2012.
Fonte:Boi Pesado – 07/01/2013

Brasil decide jogar pela regra na negociação dos embargos à carne bovina


Nem a confirmação do embargo peruano à carne bovina brasileira fez o Brasil mudar o tom. Até março, a ordem é seguir o manual das boas maneiras nas negociações, para, só então, comprar uma briga na Organização Mundial do Comércio (OMC).
A suspensão do Peru é por 90 dias, ampliando para 10 o número de países com algum tipo de restrição – além dos nove com embargo à carne bovina, há ainda o Chile, que suspendeu a aquisição de farinha de carne e ossos do rebanho bovino brasileiro, mas mantém as compras da carne bovina. Os embargos vieram depois da confirmação, no mês passado, do registro de um caso não clássico da vaca louca em 2010, no Paraná.
Segundo o Ministério da Agricultura, os países que já deixaram de comprar a carne brasileira são responsáveis por uma pequena parcela das exportações, cerca de 5%. A maior preocupação é a Arábia Saudita, que figura entre os maiores importadores. Ainda assim, o país já autorizou o embarque de gado vivo do Pará.
Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, diz que o Brasil buscará negociações até março antes de tomar qualquer ação mais forte. A medida é recomendada pela OMC.
– Temos expectativa de que nesses três primeiros meses, a gente consiga remover os embargos. Se depois deste período não conseguirmos sucesso com algum país específico, sempre cabe recurso à OMC. E o Brasil não se furtará de fazê-lo – destacou.
Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, cada caso precisa ser avaliado individualmente. O dirigente defende o diálogo com mercados que pediram informações técnicas ao ministério e o endurecimento com Japão, Coreia do Sul e Taiwan, que fecharam as portas para o produto "sem explicações".
Fonte:Canal Rural – 04/01/2013

Custos de produção da pecuária de corte acumularam alta de 8,3% em 2012


Em dezembro, o custo da pecuária de corte de alta tecnologia teve queda de 0,8%, segundo levantamento da Scot Consultoria. Na comparação com dezembro do ano anterior, porém, o índice que mede a variação mensal do preço dos insumos, ponderados para o sistema de alta tecnologia, chegou a ter alta acumulada de 8,3%.
Entre os itens com maior elevação de preços, destacam-se os alimentos concentrados proteicos, os custos com mão de obra e os alimentos concentrados energéticos, com altas acumuladas de 38,4%, 14,1% e 10% no período, respectivamente.
Margens da indústria frigorífica em 2012 foram as melhores já registradas
O resultado consolidado de 2012 demonstra que a indústria frigorífica nunca trabalhou com margens tão positivas, ainda de acordo com pesquisa da Scot Consultoria. Enquanto a diferença entre o preço de venda carne sem osso, mais couro, sebo, miúdos e subprodutos (Equivalente Scot Desossa) e o preço pago pela arroba do boi gordo historicamente é de 20,5%, o último ano teve média de 27,1%.
Apenas nos meses de janeiro a março do ano passado a margem ficou abaixo de 25%. Isso mostra que, apesar do crescente índice de inadimplência da população, da redução da atividade industrial e outros indicadores negativos para a economia, o consumo ao longo do ano foi bom.
O aumento de abates em 2012 teve como consequência a maior disponibilidade interna de carne. As exportações também cresceram 8,5% em volume, ou seja, o ano foi muito bom para os frigoríficos. A pressão ficou com o produtor, que viu a remuneração diminuir e, mais uma vez, os custos aumentarem.

Fonte: Canal Rural – 04/01/2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Estamos de volta !

Como o mundo não acabou e 2013 já começou, estamos regressando de um período sabático e de um bom descanso.
No mundo da pecuária nada de muito extraordinário ocorreu nestes 15/20 dias. Eu disse nada de muito extraordinário, mas evidente que muita coisa aconteceu e /ou permaneceu no cenário agro pecuário.
Infelizmente na Bahia o cenário de estiagem persiste na maioria das regiões de produção de bovinos. Especialmente naquelas regiões que já viam sendo castigadas desde 2011. Apesar do alento das chuvas no início de novembro, de lá para cá o tempo "alevantou" "a rãzinha não raspou o caco de cuia' e a chuva foi embora.....
Vamos ter que continuar com as estratégias de suplementação ou diminuição do rebanho, para adequar as necessidades de cada fazenda.
O mercado reagiu mais pela falta do boi acabado (vítima da seca) do que por fundamentos de mercado. No centro sul e centro oeste do país o preço está sinalizando para pequena alta com os frigoríficos com suas escalas de abate sendo encurtadas.
Os embargos, boatos de embargos, disse me disse sobre o tal caso de "vaca louca" no Paraná, continuam fazendo seus estragos aqui e acolá.
Como já me referi anteriormente neste blog, a demora na divulgação e na qualidade da informação por parte do MAPA, não é compatível com a pujança da pécuária neste país e muito menos para uma nação que está entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina.
Neste ano de 2013 a GEPECORTE estará, com muito orgulho para nós, completando 15 anos.
procuramos nestes anos realizar um trabalho de qualidade tanto na área de assessoria como na área comercial, e sabemos que não fizemos tudo certo e muito menos tudo que gostaríamos de realizar. Mas o fizemos com muita dedicação a pecuária. Em especial a pecuária da Bahia.
Espero podermos continuar a realizar um trabalho que possa contribuir para a melhoria da qualidade da bovinocultura baiana.
Então .....começou. Usem este espaço para além de ser um veículo de informação, capacitação, notícias, ser também um veículo para suas críticas, sugestões etc.
Temos também a nossa página no facebook e o twitter para nos comunicarmos e trocarmos idéias.
Um feliz ano a todos !

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Previsão do tempo

Acesse o link e veja a previsão do tempo para o Brasil

MS terá novo modelo de pesagem de bovinos

Pecuaristas do Mato Grosso do Sul passam a contar com um novo modelo de pesagem do boi gordo entregue ao frigorífico JBS. O projeto piloto, que visa tornar o processo mais confiável e melhorar a relação entre o frigorífico e o produtor, foi firmado nesta quinta-feira, 13, durante reunião na Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul).

“A pesagem, que hoje é feita pelos frigoríficos na fase pós limpeza, passará a ser feita em três momentos: logo após o abate, depois da retirada do couro e das vísceras e depois da limpeza dos animais abatidos”, explica Rogério Beretta, superintendente do sistema Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul).
Com o procedimento, os criadores esperam diminuir as alegadas diferenças no peso dos animais destinados ao abate. Em reuniões realizadas pela Famasul, produtores da região Sul do Estado chegaram a alegar que o peso da carcaça limpa registrado no frigorífico apresenta rendimento aproximado de 47% em relação ao peso do animal registrado na propriedade. Normalmente, a relação entre a carcaça no frigorífico e o boi pesado ainda na fazenda fica em torno de 53%.
O novo modelo vai contar com balanças lacradas e um software que vai transmitir as informações para um banco de dados que será analisado por uma comissão composta por membros da indústria e do setor produtivo. “Estamos nos baseando em modelo já usado com sucesso no Uruguai, mas lá são sete balanças”, explica Beretta.
Os testes terão início no primeiro trimestre de 2013 na planta de Campo Grande do JBS e devem durar entre seis meses e um ano. “Vamos colher os dados para tentar evoluir na forma de pagamento”, conclui Beretta.
“A pesagem e a classificação da carcaça sempre foram objetos de contestação dos produtores. Esperamos que essa seja a primeira de uma série de iniciativas de consenso entre os elos, as quais são necessárias para o fortalecimento da cadeia da carne, com o qual todos saem ganhado”, afirma Eduardo Riedel, presidente da Famasul.
Após a fase de teste a expectativa é que o modelo seja ampliado para todas as unidades de abate do JBS em Mato Grosso do Sul. Para Wesley Batista, presidente da multinacional, a medida soma esforços para fortalecer a cadeia da pecuária. “Precisamos investir na imagem do produto e no crescimento do consumo”, sintetiza.
Além da presidência da Famasul e Acrissul/Fenapec, o projeto contou com o aval da secretária de Produção e Turismo (Seprotur/MS), Tereza Cristina Correa da Costa Dias, e de representantes da Sociedade Rural Brasileira (SRA), Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e da União Democrática Ruralista (UDR).
Fonte:Portal DBO – 13/12/2012
Gepecorte comenta
Qualquer iniciativa que torne transparente a pesagem nas indústrias frigoríficas é bem vinda. As queixas por parte da maioria dos pecuaristas que temos contato e que fazem abate de seus animais seja nos frigoríficos de grande porte ou no "frigomato" é de quebra da pesagem entre a fazenda e o abate. É necessário que o mercado e os setores que compõem a cadeia produtiva da carne entendam que o tempo é do ganha-ganha.
Criar uma relação de credibilidade e confiança será o caminho para que o setor se fortaleça.

Abate de bovinos atinge número recorde no terceiro trimestre de 2012

O abate de bovinos no terceiro trimestre de 2012 atingiu a marca recorde de 8,027 milhões de cabeças – número mais alto na série histórica do abate de bovinos, que começou a ser divulgada em 1997, superando o patamar alcançado no primeiro trimestre de 2007 (7,957 milhões de cabeças abatidas). Esse valor foi 5% maior que o registrado no trimestre imediatamente anterior e 10,2% superior ao registrado no mesmo período de 2011. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O peso acumulado de carcaças também recorde, alcançando 1,911 milhão de toneladas de julho a setembro deste ano. O volume foi 6,2% maior que o registrado no trimestre anterior e 9,7% superior ao registrado no mesmo período de 2011. O valor mais alto na série histórica do peso acumulado de carcaças de bovinos, desde quando a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais foi criada, em 1997, havia sido alcançado no segundo trimestre de 2010, com a marca de 1,828 milhões de toneladas.
Algumas razões colaboraram para os recordes, como a redução dos preços da carne bovina e o aumento das exportações. As carnes apresentaram deflação média de 4,1% de janeiro a setembro de 2012 (IPCA), enquanto subiram os preços da carne de porco (2,05%), pescados (6,34%) e aves e ovos (6,03%), seus principais. Já a exportação de carne in natura, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), registrou, na passagem do segundo para o terceiro trimestre, crescimento de 16,9%.
Os países que mais importaram carne bovina in natura brasileira foram a Rússia (26%), Egito (17%), Irã (14%), Hong Kong (9%), Chile (6%), Venezuela (5%) e Arábia Saudita (3%). Os Estados de São Paulo (27%), Mato Grosso (18%), Goiás (16%), Mato Grosso do Sul (11%), Rondônia (9%) e Minas Gerais (7%) participaram com 90% do volume exportado no terceiro trimestre de 2012.
Na comparação dos terceiros trimestres 2011/2012, a região Nordeste foi a única que apresentou decréscimo no abate de bovinos, influenciado, sobretudo, pela redução de 26,8% do abate de bovinos em Pernambuco. O Centro-Oeste respondeu por 38,6% do abate nacional, com incremento de 14,5% frente ao terceiro trimestre de 2011; a região Sudeste, por 20,8%, com incremento de 12,7%; o Norte, por 18,7%, com incremento de 3%; e o Sul, por 11,9%, com incremento de 14,8%.
Fonte:Canal Rural – 13/12/2012

Incertezas sobre o comércio exterior aumentam pressão de baixa e especulação no mercado do boi gordo

A pressão de baixa no mercado do boi gordo, que já vinha sendo observada, com a dificuldade nas vendas da carne, agora se soma às incertezas referentes ao mercado externo, em razão da divulgação da presença do agente causador da doença da vaca louca em um animal do Paraná morto em 2010. Segundo levantamento da Scot Consultoria, nesta quarta, dia 12, houve queda de preços em 18 das 31 praças pesquisadas para o boi gordo.

Com isso, o mercado está fortemente especulado, com grande flutuação de preços, principalmente levando em conta as empresas exportadoras, que reduzem as compras e pressionam com maior intensidade os preços. Em São Paulo a referência ficou em R$95,00 por arroba à vista, sendo que existem ofertas de compra abaixo deste valor.
A escala média de abate no Estado é de seis dias úteis, com algumas empresas com o ano já fechado. No mercado atacadista de carne bovina com osso, houve queda no preço de algumas peças, com o boi casado de animais castrados cotado em R$6,23 por quilo.
Fonte: Canal Rural – 13/12/2012
Gepecorte comenta
Começa a se verificar na prática os riscos que comentamos ontem neste mesmo espaço. Aproveitando-se de incertezas na área sanitária, o comércio internacional cria embargos buscando vantagens comerciais na aquisilçao da carne brasileira. A demora na divulgação da ocorrência (2010 ) gera insegurança e desconfiança da comunidade internacional em relação aos mecanismos de controle sanitário no Brasil.
O pecuarista em geral vai pagar este peixe.(ou carne)!

Países estão suspendendo importações da carne bovina brasileira

Uma semana após anunciar a ocorrência de um caso considerado não-clássico do mal da vaca louca em um bovino no Paraná, em 2010, o Ministério da Agricultura confirmou que novos países estão suspendendo as importações da carne bovina brasileira. Nesta quinta, o governo confirmou as restrições de China e África do Sul ao produto nacional.


Acesse o vídeo

http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/video/rural-noticias/2012/12/paises-esto-suspendendo-importaces-carne-bovina-brasileira/7745/


Fonte: Canal Rural – 13/12/2012

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vaca Louca. Mal e tardiamente explicado.

"A ocorrência em si não é grave, mas a demora em diagnosticar e divulgar o resultado é que afeta a credibilidade do nosso sistema sanitário”, afirma Guedes, do CNPC.
Para Guedes, a Secretaria de Defesa Sanitária deve repensar o sistema de diagnóstico para agilizar análises como a desse caso. “Na nossa avaliação, embora o Ministério da Agricultura tenha atuado corretamente, com competência, ele demorou a agir”, concorda Sampaio, do Cosag e do Marfrig.

A vaca portadora do agente da doença não manifestou o mal da vaca louca e morreu por outras causas em 2010. Recentemente, nos Estados Unidos, uma ocorrência semelhante mostrou ter origem em uma mutação ocasional, e não em uma contaminação externa."
Fonte:Beef World – 12/12/2012
GEPECORTE COMENTA
Como comentamos mais cedo o estrago de certa forma está feito. O MAPA, os diversos orgãos de defesa sanitária, associações etc.. têm sido ágeis em esclarecer o ocorrido. No entanto o mercado internacional também é rápido em usar destas ocorrências para tentar baixar o preço da carne.

Analista da Scot Consultoria fala sobre o mercado do boi gordo

Vejam o vídeo onde o anlaista da Scot Consultoria, Alcides Torres faz uma análise do mercado do boi gordo neste momento:


http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/video/jornal-da-pecuaria/2012/12/analista-scot-consultoria-fala-sobre-mercado-boi-gordo/7657/


Fonte: Scot Consultoria

O mal do pecuarista "louco"

Propositadamente postamos as quatro notícias abaixo, em sequência visando chamar atenção mais uma vez para a necessidade de que a pecuária e os elos que compõem a chamada cadeia da carne bovina estejam atentos e responsáveis no trato sanitário dos seus animais.
Várias vezes em nosso site, (http://www.gepecorte.com.br/) neste blog e na nossa  página da rede social (https://www.facebook.com/home/GepecorteGerenciaDePecuaria), temos alertados para o fato de que as barreiras sanitárias , além das econômicas e ambientais estarão presentes no jogo do mercado internacional de carne.
Quando em 2005 no Mato Grosso do Sul, ocorreram alguns focos de aftosa os prejuízos produtivos e econômicos para o estado e para o Brasil foram de grande monta. De lá para cá temos visto um grande esforço de todo o setor, envolvendo o MAPA, Defesa Agropecuária, indústria frigorífica e pecuaristas de evitar qualquer ocorrência de doença que possa afetar a pecuária bovina do país. As campanhas se espalham por todo o país e poucos ainda são os estados que não são declarados livre de aftosa com vacinação.
No caso do mal da vaca louca o Brasil é classificado como país sem risco para incidência da EEB, como  é conhecida cientificamente a doença.
Na semana passada para surpresa de todos surgiu uma notícia de poderia ter ocorrido no Paraná em 2010 um caso não manifesto de EEB, o que tecnicamente , segundo todos os órgãos internacionais não caracteriza ocorrência da doença.
Ótimo!
Mas valem algumas reflexões:
Porque o Ministério e seus órgãos de defesa levaram tanto tempo para detectar ou divulgar o caso, principalmente se tratando de "não ocorrência" clássica.
Este comportamento abriu a oportunidade de que os países importadores logo se manifestassem proibindo a importação de carne brasileira , caso do Japão, ou manifestando-se no sentido de averiguar melhor o caso com possíveis futuros embargos,caso da Rússia.
Agora faz-se necessário esforço diplomático, comercial etc para retomar o ritmo normal das exportações.
Além disso, e não menos importante, faz-se necessário mais uma vez que o pecuarista se conscientize da necessidade de cumprir todas as normas sanitárias internacionais. Se não para cumprir com as regras e leis mas para não ver ameaçado o seu empreendimento pecuário.
Sabe-se que um dos vetores da doença é o uso de ração animal na suplementação de bovinos. Tipo cama de frango (mais comum).
Pergunto: Se temos o melhor e maior potencial de alimentar os nossos bois e vacas com ração vegetal porque alguns insistem em usar insumos proibidos?
Pelo imediatismo , do argumento de baixo custo sem considerar que no longo prazo os prejuízos serão muito maiores.
É uma pena que alguns dos nossos fazendeiros ainda raciocinem segundo a famigerada "lei de Gerson": Levar vantagem em tudo!
Não sofra do "mal do pecuarista louco"
Esta pseudo vantagem poderá no futuro cair em nossas fazendas na forma de prejuízo econômico .
Pensem nisso!

Nada justifica possível restrição à carne do Brasil, diz Abrafrigo

O presidente executivo da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar, disse, por meio de nota, que não há argumentos válidos para os mercados justificarem restrições à carne bovina brasileira.
"Todas as garantias e certificações que o país pode dar sobre a ausência da doença da vaca louca (EEB, na sigla em inglês) continuam presentes e valendo; não podendo ser apresentado o argumento da presença da doença para a imposição de barreiras contra a importação do produto brasileiro", declarou.
No último fim de semana, o Japão suspendeu as compras da proteína brasileira e boatos no mercado indicam que a Rússia pode retomar o embargo imposto às carnes - embora o Ministério da Agricultura não tenha recebido qualquer informação oficial do governo russo.
Péricles comentou ainda no comunicado que o país não tem registro de vaca louca em seus animais, que a presença do agente causador do mal em uma vaca do Paraná morta em 2010 foi uma mutação aleatória da proteína, a exemplo do que ocorreu em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Portugal e Inglaterra.
"Nestes países aconteceram muitos casos da presença da proteína príon, o que não resultou na doença, passando o caso a ser identificado como "não clássico", completou.
E ressaltou que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) manteve a classificação de risco "insignificante" para a doença.
"A criação de gado bovino no Brasil é, sobretudo, realizada em pastagens, sistema que reduz muito a possibilidade de surgimento da EEB, o que, além de uma vantagem competitiva, é uma vantagem sanitária muito grande para este tipo de doença", explicou Salazar.
Fonte: Canal Rural – 11/12/2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Rússia pode suspender importações de carne bovina brasileira

A Rússia está considerando suspender as importações de carne bovina do Brasil, devido a temores relacionados à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), afirmou o órgão de fiscalização de saúde animal e vegetal russo, Rosselkhoznadzor. “Nós estamos considerando”, disse Alexei Alekseenko, porta-voz do órgão em uma mensagem de texto, evitando fazer qualquer comentário adicional.

O Brasil, tradicionalmente o maior exportador global de carne bovina, forneceu 43% da carne importada pela Rússia de janeiro a setembro deste ano. A Rússia é o principal importador de carne bovina do Brasil, tendo comprado 230 mil toneladas de um total de 1,02 milhão de toneladas das exportações brasileiras entre janeiro e outubro, de acordo com os últimos dados publicados pelo Ministério da Agricultura do país.
Fonte: Beef Point

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Governo brasileiro tenta reverter embargo do Japão à carne bovina

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está tentando reverter o embargo japonês à carne bovina brasileira. Nesta segunda, dia 10, o órgão divulgou um comunicado afirmando que está empenhado em prestar esclarecimentos ao país asiático e às demais nações importadoras das carnes do Brasil.

Na sexta, dia 7, o Japão suspendeu as compras do produto alegando a comprovação de contaminação pelo agente causador da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), também conhecida como doença da vaca louca. O embargo aconteceu após o governo brasileiro ter comprovado a presença do agente da doença em análises dos restos de uma vaca morta no Paraná, em 2010.
No documento divulgado nesta segunda, o governo brasileiro argumenta que o caso do Paraná foi uma ocorrência "não clássica" da EEB, ou seja, apesar da presença do agente a doença não se manifestou no animal. De acordo com informações do ministério, a presença do agente da vaca louca foi descoberta dois anos depois da morte em análises extras dos tecidos. O comunicado informa que hoje o adido agrícola japonês no Brasil, Kentaro Morita, se reuniu com técnicos do ministério para obter informações sobre o assunto.
Ainda segundo a nota, o adido agrícola brasileiro no Japão, Gutemberg Barone, prestará nesta terça, dia 11, esclarecimentos ao diretor de Segurança de Importações de Alimentos daquele país, Hideshi Michino, e entregará um relatório completo sobre o caso. Barone deve entregar ainda às autoridades japonesas ofícios de entidades internacionais validando os procedimentos de defesa sanitária animal adotados pelo Brasil. O Ministério da Agricultura também planeja visitas técnicas aos 20 principais parceiros comerciais de importação de carne.
Fonte: Canal Rural – 10/12/2012

CNPC diz que vaca louca mina credibilidade da vigilância sanitária

O diretor de Sanidade Animal do Conselho Nacional da Pecuária de Corte (CNPC), Sebastião Guedes, criticou nesta segunda-feira (7/12) o governo pela demora na notificação do caso classificado como "não clássico" de ocorrência do agente da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como doença da "vaca louca", identificado num animal que morreu em dezembro de 2010 no Paraná. Segundo Guedes, o episódio "mina a credibilidade da vigilância sanitária brasileira". E pode, ainda de acordo com ele, "complicar" a retomada dos embarques de carne para a Rússia. "As perdas decorrentes desse caso não serão substanciais, mas vão complicar nosso futuro (em relações comerciais)", disse nos bastidores da reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), realizada hoje na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Sebastião Guedes enfatizou que faltam comandos regionais e um controle centralizado por parte da Secretaria de Defesa Agropecuária para que a vigilância seja mais eficiente. "Temos de trabalhar com suspeitas de doenças e melhorar o sistema de diagnósticos", disse.
Para o sócio diretor da MBAgro, Alexandre Mendonça de Barros, que também participou da reunião do Cosag, falta um corpo técnico público que atue por um sistema sanitário efetivo. Segundo ele, o caso também não representa problemas mais graves, mas tende a ser usado comercialmente pelos países importadores. "É legítimo o questionamento. Vão querer baixar o preço (da carne)", disse.
Fonte:Globo Rural – 10/12/2012

Brasil vai esclarecer importadores sobre não ocorrência da vaca louca

O Ministério da Agricultura e Pecuária vai intensificar os contatos com os principais países importadores de carne bovina para esclarecer o comunicado feito na última sexta-feira (7/12) sobre um caso de ocorrência não clássica do agente da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), a doença da vaca louca, verificado em 2010.No último sábado (8/12), o Japão anunciou que irá suspender a importação de carne bovina industrializada do país.

Nesta segunda-feira (10/12), o adido agrícola japonês no Brasil, Kentaro Morita, se reunirá com técnicos das secretarias de Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária para obter mais informações, a fim de subsidiar o governo daquele país. Na terça-feira, o adido agrícola brasileiro, Gutemberg Barone, se encontrará com o diretor do escritório de Segurança de Importações de Alimentos japonês, Hideshi Michino, para entregar um relatório completo a respeito do caso, bem como, os ofícios de entidades internacionais validando os procedimentos de defesa sanitária animal que o Brasil adota.
O Mapa também planeja a organização de missões técnicas para visitar os 20 principais parceiros comerciais do Brasil em todo o mundo. “O governo como um todo está mobilizado para dar amplo esclarecimento sobre o ocorrido, para que não pairem dúvidas com relação à segurança do nosso sistema de defesa sanitária animal”, enfatiza José Carlos Vaz, Secretário-Executivo do Mapa. Os embaixadores e os adidos agrícolas serão chamados a colaborar, reforça ele.
Segundo Ênio Marques, secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, reações intempestivas são de certa forma previsíveis. “A nossa principal arma é a informação. Estamos preparados para responder a todos os questionamentos dos nossos parceiros comerciais” reitera. Ele informa ainda que o governo brasileiro está disposto a fazer reuniões bilaterais em Paris e em Genebra, nas próximas semanas, para esgotar o assunto.
Fonte:Globo Rural – 10/12/2012

Atual cenário do boi gordo é o oposto do observado em dezembro de 2010 e de 2011, avalia Scot Consultoria

O mercado do boi gordo esteve praticamente parado em São Paulo na última sexta, dia 7. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a maioria dos frigoríficos paulistas ficou fora das compras, com programações que atendiam, em média, cinco dias úteis.

A oferta de animais terminados não é abundante, mas possibilita que as indústrias mantenham as escalas de abate sem dificuldades. Situação parecida ocorre em Goiás, onde o boi gordo tem sido negociado por R$91,00 por arroba à vista e R$93,00 por arroba a prazo.
O atual cenário é o oposto do observado no mesmo período de 2010 e 2011. O movimento sazonal do início de mês, associado ao final do ano, não ocorreu e as vendas de carne com osso no atacado estão fracas. Este tem sido um dos principais fatores baixistas para o preço do boi gordo nos últimos dias.
O boi casado de animais castrados tem sido negociado por R$6,26 por quilo, valor 6,4% menor em relação ao mesmo período do ano passado, na comparação nominal.
Fonte: Canal Rural – 10/12/2012

Leite ao produtor: mercado sinaliza manutenção dos preços em curto prazo

O preço do leite ao produtor registrou a maior alta neste segundo semestre no pagamento de novembro, referente ao leite entregue em outubro.
O aumento reflete a maior concorrência entre os laticínios, visto que a captação caiu até meados de outubro nas principais bacias.
Considerando a média nacional o produtor recebeu R$0,818 por litro, alta de 1,7% em relação ao pagamento anterior. O preço atual está 0,5% menor que o vigente no mesmo período de 2011, em valores nominais.
Para o próximo pagamento, a ser realizado em meados de dezembro, o mercado sinaliza para estabilidade, com possibilidade de queda nos valores pagos aos produtores.
A pressão de baixa é maior no Sudeste e no Centro-Oeste, onde o incremento na produção deve ser mais significativo em curto prazo.
Na segunda quinzena de novembro, os preços dos lácteos no atacado ficaram praticamente estáveis, considerando a média de todos os produtos pesquisados.
No varejo houve valorização de 0,6% nas cotações dos produtos, na comparação com a primeira quinzena de novembro.
A expectativa é de mercado frouxo em curto prazo. Além do aumento da oferta de matéria prima daqui em diante, a demanda por lácteos é menor nos próximos meses.
Fonte: O Leite – 05/12/2012

Falta de chuva prejudica o desenvolvimento das pastagens em quase todo o país

Apesar do aumento das chuvas em algumas regiões do país, as condições climáticas ainda não são totalmente satisfatórias para o desenvolvimento das pastagens, segundo boletim da Somar Meteorologia. Mesmo no Centro-Oeste e em Minas Gerais, onde as precipitações estão sendo mais frequentes, a demora na chegada das chuvas no segundo semestre do ano fez com que o crescimento dos pastos ficasse mais lento. Como consequência, a recuperação da produção de leite também está atrasada.

A falta de chuvas regulares e o forte calor sobre a região Sul, os Estados de São Paulo, Minas Gerais e a parte sul de Mato Grosso do Sul também fizeram com que os níveis de água no solo dessas áreas sigam aquém do ideal para o pleno desenvolvimento das pastagens. Por isso, muitos produtores continuam alimentando os rebanhos com rações e outros suplementos alimentares.
No sertão nordestino, as chuvas ainda não retornaram e a seca que atinge a região há mais de um ano segue castigando produtores e animais, tanto pela falta de água quanto pela falta de alimento. A previsão, segundo os meteorologistas, é de que as chuvas só voltem a ocorrer na região na segunda quinzena de dezembro e, mesmo assim, de forma irregular. Um maior volume de água só é esperado para o início de 2013.
Os Estados de Mato Grosso, Goiás e a porção norte de Mato Grosso do Sul são as únicas regiões do país que apresentam melhores condições para o desenvolvimento das pastagens, já que os níveis de umidade do solo estão acima dos 90%.
Mesmo assim, os pesquisadores alertam que, como estão sendo registradas chuvas e céu nublado diariamente nessas regiões, as taxas de radiação solar estão muito baixas, fazendo com que os solos não tenham a concentração de nutrientes necessária para o crescimento de um pasto saudável. Assim, o animal se alimenta, mas não ganha peso na velocidade que deveria para essa época do ano.
Fonte:Canal Rural – 05/12/2012

Vacinação contra febre aftosa continua em seis Estados

A segunda etapa da campanha anual de vacinação de bovinos e bubalinos contra febre aftosa continua em seis Estados, até o final do ano. Devido à forte seca que afetou Estados do semiárido brasileiro, o período de imunização foi prorrogado por mais 30 dias no Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia e em municípios atingidos pela estiagem em Minas Gerais. A campanha segue normalmente na área pantaneira de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul até 15 de dezembro.

A vacinação foi realizada na maioria dos Estados durante todo o mês de novembro. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu estratégias diferenciadas para os Estados atingidos pela seca para garantir tempo hábil para que todos os produtores possam vacinar seus animais de forma segura.
A imunização na Paraíba, Piauí, agreste e sertão de Pernambuco está suspensa temporariamente. Os serviços veterinários oficiais desses estados deverão reavaliar a situação e definir, no início de janeiro, a estratégia a ser adotada. A flexibilização da segunda etapa da campanha, entretanto, não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013.
Os serviços veterinários oficiais têm 30 dias após o final da etapa para encaminhar ao Mapa relatório das atividades da campanha contra febre aftosa. Na primeira etapa, a cobertura vacinal foi de 97,85%.
Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação envolve áreas de 16 Estados e o Distrito Federal. A campanha e todo trabalho realizado pelo governo são fundamentais para garantir as zonas livres e impedir a reintrodução da doença no território. Santa Catarina não está no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.
Canal Rural – 04/12/2012

Exportação de carne bovina in natura foi menor em novembro

Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, vendas para o Exterior tiveram alta tanto no volume quanto no faturamento

Em novembro, o Brasil exportou 82,7 mil toneladas de carne bovina in natura, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Na comparação com outubro, quando foram embarcadas 100,6 mil toneladas, o resultado atual é 17,8% menor.
O faturamento também caiu em relação a outubro, passando de US$ 485,9 milhões para US$ 399,2 milhões, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. O valor pago por tonelada se manteve praticamente estável, ficando em US$ 4.829,30/tonelada.
Quando comparado ao mesmo período do ano passado, porém, tanto volume quanto faturamento foram maiores em novembro de 2012, registrando crescimento de 4,8% e 13,9%, respectivamente.
Fonte: Site da Carne – 04/12/2012

Custo da produção pecuária segue alto em 2013, prevê CNA

O presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, vinculada ao Ministério da Agricultura, Antenor Nogueira, declarou nesta terça, dia 4, que os custos de produção da pecuária de corte devem continuar pressionados até meados de 2013. Segundo ele, não há perspectiva no curto prazo de redução dos preços dos insumos, que dispararam após a alta das cotações dos grãos, provocada pela quebra da safra norte-americana.

Nogueira, que também preside o Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), afirmou que o aumento dos custos da pecuária interrompeu o processo de recomposição do rebanho dos últimos anos, já que “os criadores descapitalizados foram obrigados a se desfazer do capital imobilizado, que são as vacas, para cobrir a diferença de caixa, a fim de se manter na atividade e sustentar a família”.
O dirigente destacou que a retirada do embargo sobre as carnes pelo serviço sanitário russo deve favorecer os criadores do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso, que desde junho do ano passado estão impedidos de acessar aquele mercado.
Nogueira observou que a restrição do governo russo não tem embasamento técnico e destacou a necessidade de investimento na busca do mercado asiático, "que consome produtos de maior valor agregado". Ele também defende maior atenção ao mercado interno, que consome 85% da produção brasileira.
Fonte:Canal Rural – 04/12/2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mercado do Boi Gordo


Atualizando o mercado do Boi Gordo.


Cotações / BAHIA
Itapetinga...............................100,00        estável             29/11/12            47,65
Feira de Santana...................  106,00        estável             29/11/12            50,51
Salvador................................ 106,00        estável             29/11/12            51,46

Prazo 30 dias, para desconto imposto

Exportação de milho do Brasil em novembro tem novo recorde

As exportações de milho do Brasil seguem batendo recordes mensais em meio a uma forte demanda internacional, após reduções de safras em outros países produtores, mostraram dados oficiais divulgados nesta segunda-feira (3/12).

Os embarques do cereal somaram 3,9 milhões de toneladas em novembro, superando o recorde de 3,66 milhões de toneladas registrado em outubro, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
O volume é quase quatro vezes maior que o registrado em novembro de 2011, quando as vendas ao exterior foram de 907 mil toneladas.
O resultado consolida 2012 como um ano histórico nas exportações de milho para o Brasil, com um volume de 16,98 milhões de toneladas, bem acima do recorde anterior, de 10,9 milhões de toneladas nos 12 meses de 2007, e acima das 9,46 milhões de toneladas do ano passado.
O país produziu um recorde superior a 72,5 milhões de toneladas na safra passada, em meio a uma disparada no mercado internacional com a quebra de safra dos Estados Unidos, uma redução na produção da Argentina, o câmbio favorável às vendas externas e com estoques abundantes no Brasil.
O volume exportado em novembro rendeu 1,07 bilhão de dólares, com a tonelada do milho sendo vendida a 273,8 dólares na média diária.
Menores volumes de soja, café e açúcar
Na direção oposta do milho, a soja, cujos estoques estão baixos após vendas intensas nos últimos meses, registrou forte queda nos embarques em novembro ante outubro.
No último mês foram exportadas 259 mil toneladas da oleaginosa, contra 906,9 mil toneladas no mês anterior e 1,76 milhão de toneladas em novembro de 2011.
Fonte: Reuters Brasil.

Chuva forte em parte do Brasil (Retificação

Esteja antenado com o clima e previsão do tempo. Para a Bahia as chuvas continuam poucas na maior parte das regiões e só o oeste do estado tem previsão de chuvas expressivas.
Chuva forte em parte do Brasil (Retificação)

EBDA apresenta novas tecnologias na VIII Feira do Semiárido

Entre os dias 4 e 7 de dezembro, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), por meio da Gerência Regional de Feira de Santana, participa da VIII Feira do Semiárido, que acontece na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). A empresa apresentará tecnologias de convivência com a seca que beneficiam o homem do campo que sofrem com a estiagem.

“Sempre apresentamos as tecnologias para agricultores familiares, neste evento vamos expor para a comunidade acadêmica, tendo em vista que a universidade oferece um curso de Agronomia com ênfase em agricultura familiar. Iremos integrar o conhecimento e experiência da EBDA com a realidade dos estudantes da UEFS”, disse o técnico da EBDA, Rui Caldas.
Dentre as tecnologias apresentadas pela empresa estão a Bomba Rosário, a Bomba puxa-empurra e o galinheiro móvel. Também terá espaço no estande da EBDA o Programa de Segurança Alimentar do Rebanho da Agricultura Familiar, que visa oferecer, para o agricultor, formas e meios para garantir a alimentação do rebanho no período de seca, além de produzir e distribuir, anualmente - a partir de 2013 -, 75 milhões de mudas (raquetes) de palma, para mais de 30 mil agricultores familiares.
Fonte: Seagri/ Notícias


JBS quer lucrar com compra e venda de empresas

Do açougue no interior de Goiás a maior fornecedor de carne do mundo, depois de quase 60 anos de estrada - e do empurrão financeiro do BNDES -, a família Batista já poderia ter encostado a boiada na sombra e estar vivendo apenas do frigorífico JBS. Mas passaram a produzir cosméticos, artigos de higiene e limpeza, leite e iogurte - e ainda montaram um banco. O próximo passo é a inauguração, na semana que vem, da Eldorado, a maior fábrica de celulose de fibra curta do mundo. A ideia por trás de tamanha diversificação é o desejo que os Batistas têm de se reinventar como empresários.

Depois de uma trajetória fulminante no setor frigorífico, querem deixar de ser uma típica família da indústria para se transformar em investidores capitalistas e lucrar com a compra, venda e fusão de empresas. “Queremos transformar a J&F, a holding que controla nossos negócios, numa empresa de investimentos, de capital aberto e com ações negociadas em bolsa”, afirma Joesley Batista, presidente da holding e porta-voz da família. “Vamos comprar e vender empresas, criar outros negócios. Só não vamos vender o JBS.”
Ainda não há data definida para levar a J&F à bolsa, mas Joesley diz que isso poderá acontecer a partir do ano que vem. “Será assim que o mercado entender nossa proposta e mostrar disposição de pagar o preço justo”, afirma. Hoje, a holding da família Batista controla sete empresas, que possuem ativos avaliados em R$ 55 bilhões e empregam cerca de 150 mil pessoas (veja quadro). Duas das empresas já estão na bolsa: o laticínio Vigor e o JBS, com faturamento de R$ 72 bilhões previsto para este ano.

Os Batistas já montaram uma equipe própria para cuidar de fusões e aquisições. São cerca de dez pessoas, que trabalham na sede da J&F, um prédio na marginal Pinheiros, em São Paulo. Como o mercado sabe que a família está à caça de oportunidades - a especialidade é comprar empresas com a corda no pescoço - chovem propostas. Atualmente, a equipe avalia cerca de 20 ofertas e há outras dez na fila. No momento, a atenção está voltada para empresas do setor de infraestrutura, que deverá receber investimentos volumosos nos próximos anos. Já estiveram interessados na Rede Energia, grupo que controla oito distribuidoras espalhadas pelo país, e em maio estiveram a ponto de comprar a Delta, construtora de obras públicas enrolada nos escândalos de corrupção envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Fonte:Globo Rural – 03/12/2012
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Não há como negar-se e aplaudir o crescimento vertiginoso da JBS,que de simples frigorífico interiorano tranformou-se na maior empresa de carnes do mundo. Orgulho para o Brasil e Brasileiros! Muito se discute da enxurrada de financiamento que o BNDES, concedeu ao setor frigorífico no país e em especial ao grupo JBS. Preferíamos que o setor estivesse mais pulverizado permitindo ao pecuarista melhores negociações na venda do boi gordo. Mas a força e competência da empresa na questão de gestão empresarial não é possível esconder. Esperamos que novos conglemerados frigoríficos possam também crescer no mercado e permita melhor  e mais justa concorrência na hora do fazendeiro vender o seu boi.

Casa Gado de Corte será inaugurada pela Embrapa nessa semana

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugura na quinta, dia 6, o Espaço Cultural de Ciência e Tecnologia de Gado de Corte – Casa Gado de Corte, na sede da Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS).

Para abrigar a Casa, um prédio antigo do centro de Campo Grande foi totalmente reformado. Salas interativas que apresentam as etapas de desenvolvimento das forrageiras desenvolvidas pela empresa, assim como do boi, dão forma ao lugar. No espaço de aproximadamente 120m², ainda foram feitas salas para falar sobre biotecnologia, proteômica e nanotecnologia.
– O espaço foi idealizado com o intuito de mostrar à sociedade a importância da pesquisa científica no desenvolvimento de produtos tecnológicos. Ele se integra a nossa área demonstrativa como ferramenta de transferência de tecnologia, mostrando aos visitantes todos os passos de desenvolvimento de uma tecnologia até chegar ao produtor – explica Websten Cesário da Silva, responsável pela Casa e analista de TT da Empresa.
Silva destaca também que a Casa funciona com interação e o visitante tem a oportunidade de assistir vídeos sobre o trabalho dos pesquisadores e técnicos e, por meio de painéis com fotos ilustrativas, conhecer algumas tecnologias da Unidade e acessar o acervo de publicações.
Desde agosto, o Espaço Tecnológico recebe visitantes. Os estudantes das Escolas Municipais Darthesy Novaes Caminha, Pólo Barão do Rio Branco e Manoel Gonçalves Martins e as Estaduais Ulisses Serra e José Mamede de Aquino já estiveram na Gado de Corte. Ao todo, 220 alunos participaram de um bate-papo sobre a Embrapa e fizeram um passeio no Espaço e na vitrine tecnológica, acompanhados da equipe de transferência de tecnologia.
No lançamento oficial da Casa, mais duas minibibliotecas da Embrapa serão doadas a estabelecimentos de ensino sul-mato-grossenses. O Projeto Minibibliotecas é coordenado pela Embrapa Informação Tecnológica e composto por 120 títulos de publicações impressas, 40 títulos de programas de rádio Prosa Rural e 37 títulos de vídeos do programa Dia de Campo na TV e da videoteca rural editados pela Empresa.
Fonte:Canal Rural – 03/12/201
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A EMBRAPA, é certamente uma ilha de excelência entre os muitos orgãos do governo federal. Com seus técnicos fazendo o possível para não serem contaminados pelo aparelhamento sindical e partidário da empresa, característica do atual governo, tem se mostrado eficiente nas pesquisas e trabalho de extensão rural para a agropecuária brasileira.
Mas uma iniciativa louvável está noticiada acima e certamente, este espaço merece ser visitado por quem estiver em Campo Grande/MS

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Chuva forte em parte do Brasil

Como fica o tempo em todo o Brasil.
Chuva forte em parte do Brasil

Preços do leite seguem em alta, mas mercado sinaliza estabilidade

No mês de novembro, o preço recebido por produtores pelo leite entregue em outubro teve aumento de 1,5% (ou R$ 0,013 por litro) frente ao mês anterior, alcançando a média de R$ 0,8221/litro, segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O preço bruto foi de R$ 0,8952/litro. Essas médias são ponderadas pela produção de leite nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia.

Em relação ao mesmo período do ano anterior, o preço médio ficou praticamente estável, apresentando leve recuo de 0,1% em termos reais (ou seja, descontando-se a inflação do período). Pesquisas do Cepea, no entanto, mostram que os custos de produção estão quase 20% maiores. Os preços do milho continuam subindo, enquanto o preço do farelo de soja, mesmo em queda no mês de outubro, vale quase o dobro do que há um ano. Além disso, no início de 2013, deve haver novo aumento dos custos em função do reajuste do salário mínimo.
Pesquisadores do Cepea observam que o comportamento dos preços recebidos pelo leite em novembro foi atípico para o período. Normalmente, com a chegada das chuvas na primavera, em outubro, já é maior a disponibilidade de leite, o que tende a pressionar as cotações. Neste ano, entretanto, o volume mais baixo de chuvas combinado aos custos elevados têm limitado o avanço da produção.
A oferta diminuiu nos três Estados do Sul. De acordo com o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite), entre setembro e outubro, a captação média diária da região caiu quase 5%. A redução ocorreu devido ao atraso das pastagens de verão, ocasionado pelo frio intenso e chuvas insuficientes nos últimos meses. Já em Goiás, houve aumento em torno de 4% (principalmente na região sul do Estado). Em Minas Gerais, houve alta de quase 3% e, em São Paulo, o índice permaneceu praticamente estável. No balanço dos sete Estados desta pesquisa, o ICAP/Cepea recuou 0,4%.
No segmento de derivados lácteos, agentes consultados pelo Cepea já relatam aumento da oferta de leite em novembro. Até o final deste mês, entretanto, os preços permanecem firmes. No atacado paulista, o preço médio do leite UHT em novembro (cotado até o dia 29) teve aumento de 2,2% em relação a outubro, passando para a média de R$ 1,93/litro. No caso do queijo muçarela, houve alta de 4,7% na comparação mensal, com média de R$ 11,67/kg em novembro.
Fonte:Canal Rural – 30/11/2012



PIB da agropecuária cresce 3,6% no trimestre

O PIB da agropecuária cresceu 2,5% no terceiro trimestre de 2012 em comparação com o segundo trimestre do ano. Ante o mesmo período do ano passado, o incremento foi de 3,6%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o levantamento nesta sexta-feira, 30, que apontou alta de 0,6% no PIB brasileiro.

"Estamos comparando um ano de safra e de crescimento contra a base do ano passado, que não foi de safra", esclarece Cláudia Dionísio, economista de contas nacionais do IBGE, ao citar como exemplo o cultivo do café, que alterna resultados positivos a cada safra.
Segundo ela, apesar do desemoenho positivo, o peso da agropecuária é de apenas 5,6% no resultado total, o que não é suficiente para o resultado brasileiro ser positivo.
O crescimento do setor foi menor que o obtido no segundo trimestre, quando o resultado foi 4,6% superior ao do trimestre anterior, o que demonstra uma desaceleração do setor. “No terceiro trimestre do ano, as atenções dos produtores rurais estão voltadas para o planejamento da safra 2012/2013, que está sendo plantada”, afirmou a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, em nota.
No acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho da agropecuária caiu 1%. No acumulado dos últimos quatro trimestres em relação ao mesmo período do ano passado, o incremento foi de 0,8%.
Segundo o Mainistério da Agricultura, os resultados do PIB da agropecuária neste terceiro trimestre são os melhores em uma série histórica desde 1995. “Novamente o agronegócio mostra sua força na economia nacional. E os percentuais de crescimento devem ser ainda maiores no próximo ano, a partir das previsões de safra de grãos recorde e aumento das exportações do setor”, afirmou o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, em nota.
Se for considerado o valor corrente, que considera volume produzido e preço,de R$ 46,2 bilhões atingido no período, houve recuo de 0,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado e de 30,2% ante o trimestre anterior.
Fonte:Portal DBO – 30/11/2012
Gepecorte Comenta
Já se tornou repetitivo e cansativo falarmos como os índices de crescimento do setor agropecuário é que acaba ainda determinando o crescimento do PIB nacional ; mesmo em números reduzidos como foi o último dado divulgado pelo IBGE.
E ainda tentam criminalizar a atividade como se a agropecuária só penssasse em deamtamento e desrespeito ao meio ambiente .
Faça-nos uma garapa.... já dizia meu avô!


Mercado de reposição

O mercado de reposição continua em ritmo lento em quase todo o país. Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, em Mato Grosso esse cenário não é diferente.

Apesar dos poucos negócios os preços de algumas categorias tiveram ajustes positivos na última semana. O preço do boi magro (de 12 arrobas) passou de R$1.080,00 para R$1.090,00 por cabeça, o que representa uma valorização de 0,9%.
O garrote (de 9,5 arrobas) e o bezerro de ano (sete arrobas) também tiveram alterações nos preços. Estão cotados em R$880,00 e R$720,00 por cabeça, respectivamente. Estes valores correspondem a aumentos de 1,2% e 1,4% em relação à semana anterior.
A cotação do bezerro desmamado (de 5,5 arrobas) ficou estável, em R$650,00 por cabeça no mesmo período. No Estado, devido às chuvas que estão ocorrendo, espera-se uma melhora na demanda para os próximos dias.
Fonte: Boi Pesado 27/11/2012

Média de cotação do boi gordo nos meses de novembro e dezembro teve recuo de 2,7% em 10 anos

Entre novembro e dezembro, na média entre 2001 e 2011, houve recuo de 2,7% na cotação do boi gordo em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria. Apenas nos anos de 2001 e 2011 houve valorização em dezembro, frente a novembro, com altas de 0,6% e 2,4%, respectivamente.

Nos dois anos em que houve apreciação no mês de dezembro, as cotações haviam subido consistentemente entre janeiro e novembro. Em 2001, a valorização do período foi de 15,5% e, em 2007, o preço subiu 34,7% até novembro.
A cotação média do boi gordo no mês atual está em R$ 99,77 por arroba, a prazo, valor 0,2% menor que em janeiro. Caso o mercado se comporte de maneira semelhante à série analisada, o preço em dezembro ficaria ao redor de R$ 97,10 por arroba, em média.
Canal Rural 27/11/2012
GEPECORTE COMENTA
Não resta dúvida que o mercado praticamente andou de lado ao longo do ano e principalmente na entre safra;  as expectativas do pecuarista para elevação do preço da @ no período eram no sentido de aumento do preço da @ de boi gordo.
Ou seja a situação de declínio entere 2001 e 2011 descrita acima deve se repetir em 2012.
Em especial no nosso estado onde a seca castigou, e castiga ainda, fortemente a maioria das regiões produtoras. Havia um sentimento que pro ocasião da entre safra faltaria boi gordo para abastecer o mercado consumidor. Parece não ter sido esta a realidade.
Esta situação comprova e determina que cada vez mais o pecuarista pense em produtividade e os ganhos finaceiros sejam desconsiderados como fator de elevação dos rendimentos.
Será preciso desatrelar produção de preço de @. Esta o mercado determina. A sua produção de @/ha /ano é você que projeta, planeja determina. é onde o produtor pode intervir. Pense nisso!