terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Falta de chuva prejudica o desenvolvimento das pastagens em quase todo o país

Apesar do aumento das chuvas em algumas regiões do país, as condições climáticas ainda não são totalmente satisfatórias para o desenvolvimento das pastagens, segundo boletim da Somar Meteorologia. Mesmo no Centro-Oeste e em Minas Gerais, onde as precipitações estão sendo mais frequentes, a demora na chegada das chuvas no segundo semestre do ano fez com que o crescimento dos pastos ficasse mais lento. Como consequência, a recuperação da produção de leite também está atrasada.

A falta de chuvas regulares e o forte calor sobre a região Sul, os Estados de São Paulo, Minas Gerais e a parte sul de Mato Grosso do Sul também fizeram com que os níveis de água no solo dessas áreas sigam aquém do ideal para o pleno desenvolvimento das pastagens. Por isso, muitos produtores continuam alimentando os rebanhos com rações e outros suplementos alimentares.
No sertão nordestino, as chuvas ainda não retornaram e a seca que atinge a região há mais de um ano segue castigando produtores e animais, tanto pela falta de água quanto pela falta de alimento. A previsão, segundo os meteorologistas, é de que as chuvas só voltem a ocorrer na região na segunda quinzena de dezembro e, mesmo assim, de forma irregular. Um maior volume de água só é esperado para o início de 2013.
Os Estados de Mato Grosso, Goiás e a porção norte de Mato Grosso do Sul são as únicas regiões do país que apresentam melhores condições para o desenvolvimento das pastagens, já que os níveis de umidade do solo estão acima dos 90%.
Mesmo assim, os pesquisadores alertam que, como estão sendo registradas chuvas e céu nublado diariamente nessas regiões, as taxas de radiação solar estão muito baixas, fazendo com que os solos não tenham a concentração de nutrientes necessária para o crescimento de um pasto saudável. Assim, o animal se alimenta, mas não ganha peso na velocidade que deveria para essa época do ano.
Fonte:Canal Rural – 05/12/2012

Vacinação contra febre aftosa continua em seis Estados

A segunda etapa da campanha anual de vacinação de bovinos e bubalinos contra febre aftosa continua em seis Estados, até o final do ano. Devido à forte seca que afetou Estados do semiárido brasileiro, o período de imunização foi prorrogado por mais 30 dias no Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia e em municípios atingidos pela estiagem em Minas Gerais. A campanha segue normalmente na área pantaneira de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul até 15 de dezembro.

A vacinação foi realizada na maioria dos Estados durante todo o mês de novembro. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu estratégias diferenciadas para os Estados atingidos pela seca para garantir tempo hábil para que todos os produtores possam vacinar seus animais de forma segura.
A imunização na Paraíba, Piauí, agreste e sertão de Pernambuco está suspensa temporariamente. Os serviços veterinários oficiais desses estados deverão reavaliar a situação e definir, no início de janeiro, a estratégia a ser adotada. A flexibilização da segunda etapa da campanha, entretanto, não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013.
Os serviços veterinários oficiais têm 30 dias após o final da etapa para encaminhar ao Mapa relatório das atividades da campanha contra febre aftosa. Na primeira etapa, a cobertura vacinal foi de 97,85%.
Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação envolve áreas de 16 Estados e o Distrito Federal. A campanha e todo trabalho realizado pelo governo são fundamentais para garantir as zonas livres e impedir a reintrodução da doença no território. Santa Catarina não está no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.
Canal Rural – 04/12/2012

Exportação de carne bovina in natura foi menor em novembro

Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, vendas para o Exterior tiveram alta tanto no volume quanto no faturamento

Em novembro, o Brasil exportou 82,7 mil toneladas de carne bovina in natura, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Na comparação com outubro, quando foram embarcadas 100,6 mil toneladas, o resultado atual é 17,8% menor.
O faturamento também caiu em relação a outubro, passando de US$ 485,9 milhões para US$ 399,2 milhões, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. O valor pago por tonelada se manteve praticamente estável, ficando em US$ 4.829,30/tonelada.
Quando comparado ao mesmo período do ano passado, porém, tanto volume quanto faturamento foram maiores em novembro de 2012, registrando crescimento de 4,8% e 13,9%, respectivamente.
Fonte: Site da Carne – 04/12/2012

Custo da produção pecuária segue alto em 2013, prevê CNA

O presidente da Câmara Setorial da Carne Bovina, vinculada ao Ministério da Agricultura, Antenor Nogueira, declarou nesta terça, dia 4, que os custos de produção da pecuária de corte devem continuar pressionados até meados de 2013. Segundo ele, não há perspectiva no curto prazo de redução dos preços dos insumos, que dispararam após a alta das cotações dos grãos, provocada pela quebra da safra norte-americana.

Nogueira, que também preside o Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), afirmou que o aumento dos custos da pecuária interrompeu o processo de recomposição do rebanho dos últimos anos, já que “os criadores descapitalizados foram obrigados a se desfazer do capital imobilizado, que são as vacas, para cobrir a diferença de caixa, a fim de se manter na atividade e sustentar a família”.
O dirigente destacou que a retirada do embargo sobre as carnes pelo serviço sanitário russo deve favorecer os criadores do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso, que desde junho do ano passado estão impedidos de acessar aquele mercado.
Nogueira observou que a restrição do governo russo não tem embasamento técnico e destacou a necessidade de investimento na busca do mercado asiático, "que consome produtos de maior valor agregado". Ele também defende maior atenção ao mercado interno, que consome 85% da produção brasileira.
Fonte:Canal Rural – 04/12/2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mercado do Boi Gordo


Atualizando o mercado do Boi Gordo.


Cotações / BAHIA
Itapetinga...............................100,00        estável             29/11/12            47,65
Feira de Santana...................  106,00        estável             29/11/12            50,51
Salvador................................ 106,00        estável             29/11/12            51,46

Prazo 30 dias, para desconto imposto

Exportação de milho do Brasil em novembro tem novo recorde

As exportações de milho do Brasil seguem batendo recordes mensais em meio a uma forte demanda internacional, após reduções de safras em outros países produtores, mostraram dados oficiais divulgados nesta segunda-feira (3/12).

Os embarques do cereal somaram 3,9 milhões de toneladas em novembro, superando o recorde de 3,66 milhões de toneladas registrado em outubro, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
O volume é quase quatro vezes maior que o registrado em novembro de 2011, quando as vendas ao exterior foram de 907 mil toneladas.
O resultado consolida 2012 como um ano histórico nas exportações de milho para o Brasil, com um volume de 16,98 milhões de toneladas, bem acima do recorde anterior, de 10,9 milhões de toneladas nos 12 meses de 2007, e acima das 9,46 milhões de toneladas do ano passado.
O país produziu um recorde superior a 72,5 milhões de toneladas na safra passada, em meio a uma disparada no mercado internacional com a quebra de safra dos Estados Unidos, uma redução na produção da Argentina, o câmbio favorável às vendas externas e com estoques abundantes no Brasil.
O volume exportado em novembro rendeu 1,07 bilhão de dólares, com a tonelada do milho sendo vendida a 273,8 dólares na média diária.
Menores volumes de soja, café e açúcar
Na direção oposta do milho, a soja, cujos estoques estão baixos após vendas intensas nos últimos meses, registrou forte queda nos embarques em novembro ante outubro.
No último mês foram exportadas 259 mil toneladas da oleaginosa, contra 906,9 mil toneladas no mês anterior e 1,76 milhão de toneladas em novembro de 2011.
Fonte: Reuters Brasil.

Chuva forte em parte do Brasil (Retificação

Esteja antenado com o clima e previsão do tempo. Para a Bahia as chuvas continuam poucas na maior parte das regiões e só o oeste do estado tem previsão de chuvas expressivas.
Chuva forte em parte do Brasil (Retificação)

EBDA apresenta novas tecnologias na VIII Feira do Semiárido

Entre os dias 4 e 7 de dezembro, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), por meio da Gerência Regional de Feira de Santana, participa da VIII Feira do Semiárido, que acontece na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). A empresa apresentará tecnologias de convivência com a seca que beneficiam o homem do campo que sofrem com a estiagem.

“Sempre apresentamos as tecnologias para agricultores familiares, neste evento vamos expor para a comunidade acadêmica, tendo em vista que a universidade oferece um curso de Agronomia com ênfase em agricultura familiar. Iremos integrar o conhecimento e experiência da EBDA com a realidade dos estudantes da UEFS”, disse o técnico da EBDA, Rui Caldas.
Dentre as tecnologias apresentadas pela empresa estão a Bomba Rosário, a Bomba puxa-empurra e o galinheiro móvel. Também terá espaço no estande da EBDA o Programa de Segurança Alimentar do Rebanho da Agricultura Familiar, que visa oferecer, para o agricultor, formas e meios para garantir a alimentação do rebanho no período de seca, além de produzir e distribuir, anualmente - a partir de 2013 -, 75 milhões de mudas (raquetes) de palma, para mais de 30 mil agricultores familiares.
Fonte: Seagri/ Notícias


JBS quer lucrar com compra e venda de empresas

Do açougue no interior de Goiás a maior fornecedor de carne do mundo, depois de quase 60 anos de estrada - e do empurrão financeiro do BNDES -, a família Batista já poderia ter encostado a boiada na sombra e estar vivendo apenas do frigorífico JBS. Mas passaram a produzir cosméticos, artigos de higiene e limpeza, leite e iogurte - e ainda montaram um banco. O próximo passo é a inauguração, na semana que vem, da Eldorado, a maior fábrica de celulose de fibra curta do mundo. A ideia por trás de tamanha diversificação é o desejo que os Batistas têm de se reinventar como empresários.

Depois de uma trajetória fulminante no setor frigorífico, querem deixar de ser uma típica família da indústria para se transformar em investidores capitalistas e lucrar com a compra, venda e fusão de empresas. “Queremos transformar a J&F, a holding que controla nossos negócios, numa empresa de investimentos, de capital aberto e com ações negociadas em bolsa”, afirma Joesley Batista, presidente da holding e porta-voz da família. “Vamos comprar e vender empresas, criar outros negócios. Só não vamos vender o JBS.”
Ainda não há data definida para levar a J&F à bolsa, mas Joesley diz que isso poderá acontecer a partir do ano que vem. “Será assim que o mercado entender nossa proposta e mostrar disposição de pagar o preço justo”, afirma. Hoje, a holding da família Batista controla sete empresas, que possuem ativos avaliados em R$ 55 bilhões e empregam cerca de 150 mil pessoas (veja quadro). Duas das empresas já estão na bolsa: o laticínio Vigor e o JBS, com faturamento de R$ 72 bilhões previsto para este ano.

Os Batistas já montaram uma equipe própria para cuidar de fusões e aquisições. São cerca de dez pessoas, que trabalham na sede da J&F, um prédio na marginal Pinheiros, em São Paulo. Como o mercado sabe que a família está à caça de oportunidades - a especialidade é comprar empresas com a corda no pescoço - chovem propostas. Atualmente, a equipe avalia cerca de 20 ofertas e há outras dez na fila. No momento, a atenção está voltada para empresas do setor de infraestrutura, que deverá receber investimentos volumosos nos próximos anos. Já estiveram interessados na Rede Energia, grupo que controla oito distribuidoras espalhadas pelo país, e em maio estiveram a ponto de comprar a Delta, construtora de obras públicas enrolada nos escândalos de corrupção envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Fonte:Globo Rural – 03/12/2012
GEPECORTE COMENTA
Não há como negar-se e aplaudir o crescimento vertiginoso da JBS,que de simples frigorífico interiorano tranformou-se na maior empresa de carnes do mundo. Orgulho para o Brasil e Brasileiros! Muito se discute da enxurrada de financiamento que o BNDES, concedeu ao setor frigorífico no país e em especial ao grupo JBS. Preferíamos que o setor estivesse mais pulverizado permitindo ao pecuarista melhores negociações na venda do boi gordo. Mas a força e competência da empresa na questão de gestão empresarial não é possível esconder. Esperamos que novos conglemerados frigoríficos possam também crescer no mercado e permita melhor  e mais justa concorrência na hora do fazendeiro vender o seu boi.

Casa Gado de Corte será inaugurada pela Embrapa nessa semana

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugura na quinta, dia 6, o Espaço Cultural de Ciência e Tecnologia de Gado de Corte – Casa Gado de Corte, na sede da Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS).

Para abrigar a Casa, um prédio antigo do centro de Campo Grande foi totalmente reformado. Salas interativas que apresentam as etapas de desenvolvimento das forrageiras desenvolvidas pela empresa, assim como do boi, dão forma ao lugar. No espaço de aproximadamente 120m², ainda foram feitas salas para falar sobre biotecnologia, proteômica e nanotecnologia.
– O espaço foi idealizado com o intuito de mostrar à sociedade a importância da pesquisa científica no desenvolvimento de produtos tecnológicos. Ele se integra a nossa área demonstrativa como ferramenta de transferência de tecnologia, mostrando aos visitantes todos os passos de desenvolvimento de uma tecnologia até chegar ao produtor – explica Websten Cesário da Silva, responsável pela Casa e analista de TT da Empresa.
Silva destaca também que a Casa funciona com interação e o visitante tem a oportunidade de assistir vídeos sobre o trabalho dos pesquisadores e técnicos e, por meio de painéis com fotos ilustrativas, conhecer algumas tecnologias da Unidade e acessar o acervo de publicações.
Desde agosto, o Espaço Tecnológico recebe visitantes. Os estudantes das Escolas Municipais Darthesy Novaes Caminha, Pólo Barão do Rio Branco e Manoel Gonçalves Martins e as Estaduais Ulisses Serra e José Mamede de Aquino já estiveram na Gado de Corte. Ao todo, 220 alunos participaram de um bate-papo sobre a Embrapa e fizeram um passeio no Espaço e na vitrine tecnológica, acompanhados da equipe de transferência de tecnologia.
No lançamento oficial da Casa, mais duas minibibliotecas da Embrapa serão doadas a estabelecimentos de ensino sul-mato-grossenses. O Projeto Minibibliotecas é coordenado pela Embrapa Informação Tecnológica e composto por 120 títulos de publicações impressas, 40 títulos de programas de rádio Prosa Rural e 37 títulos de vídeos do programa Dia de Campo na TV e da videoteca rural editados pela Empresa.
Fonte:Canal Rural – 03/12/201
GEPECORTE COMENTA
A EMBRAPA, é certamente uma ilha de excelência entre os muitos orgãos do governo federal. Com seus técnicos fazendo o possível para não serem contaminados pelo aparelhamento sindical e partidário da empresa, característica do atual governo, tem se mostrado eficiente nas pesquisas e trabalho de extensão rural para a agropecuária brasileira.
Mas uma iniciativa louvável está noticiada acima e certamente, este espaço merece ser visitado por quem estiver em Campo Grande/MS

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Chuva forte em parte do Brasil

Como fica o tempo em todo o Brasil.
Chuva forte em parte do Brasil

Preços do leite seguem em alta, mas mercado sinaliza estabilidade

No mês de novembro, o preço recebido por produtores pelo leite entregue em outubro teve aumento de 1,5% (ou R$ 0,013 por litro) frente ao mês anterior, alcançando a média de R$ 0,8221/litro, segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O preço bruto foi de R$ 0,8952/litro. Essas médias são ponderadas pela produção de leite nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia.

Em relação ao mesmo período do ano anterior, o preço médio ficou praticamente estável, apresentando leve recuo de 0,1% em termos reais (ou seja, descontando-se a inflação do período). Pesquisas do Cepea, no entanto, mostram que os custos de produção estão quase 20% maiores. Os preços do milho continuam subindo, enquanto o preço do farelo de soja, mesmo em queda no mês de outubro, vale quase o dobro do que há um ano. Além disso, no início de 2013, deve haver novo aumento dos custos em função do reajuste do salário mínimo.
Pesquisadores do Cepea observam que o comportamento dos preços recebidos pelo leite em novembro foi atípico para o período. Normalmente, com a chegada das chuvas na primavera, em outubro, já é maior a disponibilidade de leite, o que tende a pressionar as cotações. Neste ano, entretanto, o volume mais baixo de chuvas combinado aos custos elevados têm limitado o avanço da produção.
A oferta diminuiu nos três Estados do Sul. De acordo com o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite), entre setembro e outubro, a captação média diária da região caiu quase 5%. A redução ocorreu devido ao atraso das pastagens de verão, ocasionado pelo frio intenso e chuvas insuficientes nos últimos meses. Já em Goiás, houve aumento em torno de 4% (principalmente na região sul do Estado). Em Minas Gerais, houve alta de quase 3% e, em São Paulo, o índice permaneceu praticamente estável. No balanço dos sete Estados desta pesquisa, o ICAP/Cepea recuou 0,4%.
No segmento de derivados lácteos, agentes consultados pelo Cepea já relatam aumento da oferta de leite em novembro. Até o final deste mês, entretanto, os preços permanecem firmes. No atacado paulista, o preço médio do leite UHT em novembro (cotado até o dia 29) teve aumento de 2,2% em relação a outubro, passando para a média de R$ 1,93/litro. No caso do queijo muçarela, houve alta de 4,7% na comparação mensal, com média de R$ 11,67/kg em novembro.
Fonte:Canal Rural – 30/11/2012



PIB da agropecuária cresce 3,6% no trimestre

O PIB da agropecuária cresceu 2,5% no terceiro trimestre de 2012 em comparação com o segundo trimestre do ano. Ante o mesmo período do ano passado, o incremento foi de 3,6%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o levantamento nesta sexta-feira, 30, que apontou alta de 0,6% no PIB brasileiro.

"Estamos comparando um ano de safra e de crescimento contra a base do ano passado, que não foi de safra", esclarece Cláudia Dionísio, economista de contas nacionais do IBGE, ao citar como exemplo o cultivo do café, que alterna resultados positivos a cada safra.
Segundo ela, apesar do desemoenho positivo, o peso da agropecuária é de apenas 5,6% no resultado total, o que não é suficiente para o resultado brasileiro ser positivo.
O crescimento do setor foi menor que o obtido no segundo trimestre, quando o resultado foi 4,6% superior ao do trimestre anterior, o que demonstra uma desaceleração do setor. “No terceiro trimestre do ano, as atenções dos produtores rurais estão voltadas para o planejamento da safra 2012/2013, que está sendo plantada”, afirmou a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, em nota.
No acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho da agropecuária caiu 1%. No acumulado dos últimos quatro trimestres em relação ao mesmo período do ano passado, o incremento foi de 0,8%.
Segundo o Mainistério da Agricultura, os resultados do PIB da agropecuária neste terceiro trimestre são os melhores em uma série histórica desde 1995. “Novamente o agronegócio mostra sua força na economia nacional. E os percentuais de crescimento devem ser ainda maiores no próximo ano, a partir das previsões de safra de grãos recorde e aumento das exportações do setor”, afirmou o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, em nota.
Se for considerado o valor corrente, que considera volume produzido e preço,de R$ 46,2 bilhões atingido no período, houve recuo de 0,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado e de 30,2% ante o trimestre anterior.
Fonte:Portal DBO – 30/11/2012
Gepecorte Comenta
Já se tornou repetitivo e cansativo falarmos como os índices de crescimento do setor agropecuário é que acaba ainda determinando o crescimento do PIB nacional ; mesmo em números reduzidos como foi o último dado divulgado pelo IBGE.
E ainda tentam criminalizar a atividade como se a agropecuária só penssasse em deamtamento e desrespeito ao meio ambiente .
Faça-nos uma garapa.... já dizia meu avô!


Mercado de reposição

O mercado de reposição continua em ritmo lento em quase todo o país. Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, em Mato Grosso esse cenário não é diferente.

Apesar dos poucos negócios os preços de algumas categorias tiveram ajustes positivos na última semana. O preço do boi magro (de 12 arrobas) passou de R$1.080,00 para R$1.090,00 por cabeça, o que representa uma valorização de 0,9%.
O garrote (de 9,5 arrobas) e o bezerro de ano (sete arrobas) também tiveram alterações nos preços. Estão cotados em R$880,00 e R$720,00 por cabeça, respectivamente. Estes valores correspondem a aumentos de 1,2% e 1,4% em relação à semana anterior.
A cotação do bezerro desmamado (de 5,5 arrobas) ficou estável, em R$650,00 por cabeça no mesmo período. No Estado, devido às chuvas que estão ocorrendo, espera-se uma melhora na demanda para os próximos dias.
Fonte: Boi Pesado 27/11/2012

Média de cotação do boi gordo nos meses de novembro e dezembro teve recuo de 2,7% em 10 anos

Entre novembro e dezembro, na média entre 2001 e 2011, houve recuo de 2,7% na cotação do boi gordo em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria. Apenas nos anos de 2001 e 2011 houve valorização em dezembro, frente a novembro, com altas de 0,6% e 2,4%, respectivamente.

Nos dois anos em que houve apreciação no mês de dezembro, as cotações haviam subido consistentemente entre janeiro e novembro. Em 2001, a valorização do período foi de 15,5% e, em 2007, o preço subiu 34,7% até novembro.
A cotação média do boi gordo no mês atual está em R$ 99,77 por arroba, a prazo, valor 0,2% menor que em janeiro. Caso o mercado se comporte de maneira semelhante à série analisada, o preço em dezembro ficaria ao redor de R$ 97,10 por arroba, em média.
Canal Rural 27/11/2012
GEPECORTE COMENTA
Não resta dúvida que o mercado praticamente andou de lado ao longo do ano e principalmente na entre safra;  as expectativas do pecuarista para elevação do preço da @ no período eram no sentido de aumento do preço da @ de boi gordo.
Ou seja a situação de declínio entere 2001 e 2011 descrita acima deve se repetir em 2012.
Em especial no nosso estado onde a seca castigou, e castiga ainda, fortemente a maioria das regiões produtoras. Havia um sentimento que pro ocasião da entre safra faltaria boi gordo para abastecer o mercado consumidor. Parece não ter sido esta a realidade.
Esta situação comprova e determina que cada vez mais o pecuarista pense em produtividade e os ganhos finaceiros sejam desconsiderados como fator de elevação dos rendimentos.
Será preciso desatrelar produção de preço de @. Esta o mercado determina. A sua produção de @/ha /ano é você que projeta, planeja determina. é onde o produtor pode intervir. Pense nisso!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Gepecorte e Tortuga.Agora na Fenagro.

Chuva forte em parte do Brasil

Atualizando a previsão do tempo.
Chuva forte em parte do Brasil

Seagri lança nova modalidade de GTA durante a Fenagro 2012

Nesta quinta-feira (29) a agropecuária baiana dá mais um passo rumo ao desenvolvimento tecnológico do setor, facilitando a vida do produtor rural. A Secretaria da Agricultura (Seagri), por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adab), lança uma nova modalidade da Guia de Trânsito Animal (GTA), na qual o próprio criador poderá emitir o documento, obrigatório para o trânsito de animais. O evento de lançamento da e-GTA acontecerá no Parque de Exposições de Salvador, às 19h, durante a Fenagro 2012 no stand institucional da Seagri.

Utilizando apenas um login e uma senha de acesso o criador poderá emitir sua GTA. “Essa comodidade facilita muito a vida do pecuarista, já que ele poderá emitir o documento, inclusive aos finais de semana e feridos”, informa o Diretor Geral da Adab, Paulo Emílio Torres. Nessa modalidade de emissão, ao recolher o DAE o produtor adquire créditos que serão consumidos a partir do momento em que for emitinda sua guia. “É um avanço ímpar para a defesa agropecuária na Bahia porque, facilitando a emissão da guia, o Governo do Estado compartilha com o pecuarista a responsabilidade e o compromisso pela manutenção da sanidade do rebanho”.
Fonte:Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)
Assessoria de Imprensa
GEPECORTE COMENTA

Sem dúvida uma ação da ADAB/SEAGRI, que facilitará enormemente a administração das fazendas. Quanto de nós já não se deparou com a situação de ter que emitir uma guia de GTA, e por ser final de semana ou feriado o escritório da ADAB, onde tem o seu rebanho cadastrado estar fechado. Com a emissão on-line será possível a qualquer momento ou local emitir a guia. Muito bem vinda e de parabens a ADAB .


Fenagro promove negócios e inova buscando mercado internacional

Criada para promover a agropecuária baiana e reunindo, num só espaço, fornecedores, produtores e poder público, a Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), realizada no Parque de Exposições de Salvador, chega este ano à sua 25ª edição. Mostrando força e se renovando a cada ano, a feira, a maior do gênero no Norte e Nordeste, amplia seu papel de integrar as principais cadeias produtivas da Bahia e do Brasil e apresenta o ‘Salão Internacional Vida de Viajante’.

Este ano, a previsão é de que sejam realizados R$ 100 milhões em negócios, entre financiamentos de máquinas e venda de imóveis, insumos e animais. O público esperado é de 200 mil pessoas durante o evento, que começou no último sábado (24) e vai até domingo (2 de dezembro).
Negócios e lazer – "Tudo o que aconteceu na agropecuária baiana nos últimos 25 anos foi apresentado na Fenagro; ela faz parte da história do segmento em nosso estado, trazendo para a capital um pouco do campo e proporcionando a realização de negócios, aliados ao lazer e a uma programação voltada para a família", aponta o secretário da Agricultura, Eduardo Salles.
Participam desta edição da Fenagro, 800 expositores com seis mil animais, entre bovinos, equinos, caprinos e ovinos. Os visitantes podem conhecer as 27 cadeias produtivas da Bahia, como café, sisal, cacau, fruticultura e mandioca. Há ainda uma fábrica de chocolate e um pequeno laticínio, que mostra o processo de produção do queijo desde a ordenha da vaca.
Fonte: Portal Seagri
A Gepecorte esta participando da Fenagro através da marca TORTUGA, a maior empresa de suplementação mineral da America do Sul e uma das maiores do mundo. Até o próximo domingo ( 02/12)  estaremos atendendo os amigos clientes no nosso stand que fica localizado em frenta a Abac. Aproveite e veja a s novidades e promoções para toda a linha de minerais para pecuária da TORTUGA.




Campanha Curral dos Sonhos Coimma

Os clientes Gepecorte através da COIMMA, uma de nossas empresas representadas, encerra o ano de 2012 e inicia 2013 , (olha o treze da sorte aí !) com uma promoção imperdível. E é facil participar; veja como:


A Coimma irá sortear um curral dos sonhos no dia 04/09/13 contendo uma Balança Eletrônica KM3, um Tronco Americano Supremo e um Imobilizador Eletrônico o Imogado a todos que se cadastrarem no período de 20/11/12 a 28/08/13 no site www.curraldosonhos.com.br.

Portanto não perca tempo. Siga o link acima, cadastre-se e concorra ao Curral dos Sonhos.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Rússia suspende embargo a carnes dos Estados de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul

Após quase um ano e meio, o embargo russo às exportações de carne bovina, suína e de aves de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul foi suspenso. A decisão foi comunicada ao Embaixador do Brasil em Moscou e ao Secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques Pereira, durante encontro com o Chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) na sexta, dia 23, em Moscou, depois que a equipe russa concluiu a análise dos documentos apresentados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o serviço sanitário brasileiro.

A retomada das exportações dos três Estados ainda depende da emissão de um comunicado oficial da Rússia e da habilitação específica por estabelecimento exportador. O secretário Ênio Marques explica que os dois países também acertaram que todos os lotes de carne a serem enviados ao país deverão ser acompanhados de declaração adicional confirmando a ausência de hormônio de crescimento.
De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, a perspectiva é de que os estabelecimentos localizados nesses três Estados retomem as exportações após aprovação, pela autoridade russa, dos planos de ação demonstrando o cumprimento das normas da união aduaneira.
– Apesar de termos conquistado mais espaço com a venda do produto a outros países, é inegável a importância do mercado russo. A perspectiva para o próximo ano é que o setor de carnes brasileiro bata recordes históricos de exportação com facilidade – afirmou.
Para detalhar aspectos adicionais sobre sanidade animal, os dois países acordaram em se reunir novamente em janeiro de 2013 para continuar o debate e trabalhar a equivalência de sistemas veterinários e fitossanitários.
Fonte: ruralbr











Gepecorte e Tortuga presentes na Fenagro 2012. Aguardamos os amigos para um café e atualizarmos o papo da pecuária.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Bahia prorroga campanha de vacinação contra a Febre Aftosa

A 2ª etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa será prorrogada por mais um mês, em todo o território baiano. Os criadores podem vacinar seu rebanho até o dia 31 de dezembro. A Instrução de Serviço nº 003/2012 foi divulgada nesta terça-feira (20) pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, para todas as coordenadorias regionais.

Para o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), João Martins, o criador já entende as atividades de defesa como suporte e passaporte para o sucesso da agropecuária. "Por isso, a grande maioria deles assume suas responsabilidades, vacinando seus animais e declarando a vacinação, dentro dos prazos estabelecidos pela Adab", disse.
"Ao tomar esta decisão, consideramos o agravamento da estiagem sobre parte significativa dos municípios do Estado da Bahia e a necessidade de salvaguardar a pecuária baiana quanto ao risco de reintrodução do vírus da Febre Aftosa", explica o diretor geral da Adab, Paulo Emílio Torres, lembrando ainda o parecer do Ministério da Agricultura em sua Nota Técnica D S A Nº116/2012, que facultou aos Estados ajustar o calendário de vacinação nos municípios atingidos pela seca.
Vale ressaltar que, nesta etapa da campanha, deverão ser vacinados os bovinos e bubalinos até 24 meses de idade, a exceção dos municípios de Casa Nova, Remanso, Pilão Arcado, Campo Alegre de Lourdes, Mansidão, Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia e Buritirama, que compõem a Zona de Proteção, onde os bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias ainda precisam ser vacinados.
"Os produtores que só possuem animais com idade acima de 24 meses, e que, portanto, estão dispensados da vacinação, deverão obrigatoriamente comparecer, no período da campanha, nas unidades da Adab para declarar o rebanho existente por sexo e faixa etária", esclarece o diretor de Defesa Animal da Adab, Rui Leal, lembrando que a dose da vacina é de 5 ml para todas as faixas etárias, inclusive os bezerros recém nascidos. Após a vacinação, o produtor deve declarar o ato nos escritórios da Adab, no prazo de até 15 dias após a sua realização.
Fonte:Boi Pesado 22/11/2012
GEPECORTE COMENTA
A prorrogação da campanha de vacinação de aftosa era uma medida previsível, em função da estiagem que atingiu a maior parte dos municípios baianos. Em alguns ou na maioria deles as chuvas do início de novembro ainda foram muito fracas ou com baixos índices pluviométricos para que pudessem tirar do sufoco o pecuarista baiano. A decisão foi correta. Animais debilitados, alojados em pastos de aluguel é o quadro predominante dificultando a vacinação nas fazendas.
Mas vale o alerta: prorrogação não significa não vacinar! O pecuarista baiano está consciente da importância da sanidade do rebanho para sua atividade comercial. O prejuízo econômico que qualquer falha na vacinação acarreta é muito maior que qualquer seca. Vamos vacinar!

Bahia : Estado reduz em 17% o ICMS de carnes

Para ajustar a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos preços de mercado de comestíveis resultante do abate de aves, gado bovino e bufalino, e suínos, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), reduziu em aproximadamente 17% os valores da pauta fiscal – preço de referência para a cobrança do imposto nas compras fora do Estado – fixados para esses produtos.

A medida atende à necessidade da população e também a uma solicitação da Associação dos Distribuidores e Atacadistas da Bahia (Asdab). De acordo com o superintendente de Administração Tributária da Sefaz, Cláudio Meirelles, a redução se deu devido ao ajuste nos preços apresentados no mercado varejista e atacadista. Segundo ele, a expectativa é que os consumidores possam comprar esses produtos a preços menores, devido ao estímulo oferecido com a redução da pauta.
A redução dos valores da referida pauta diz respeito às mercadorias provenientes de fora da Bahia, visto que a aquisição interna de tais produtos está desonerada do imposto, quando são atendidas as condições previstas no Regulamento do ICMS do Estado da Bahia.
Fonte: Beef Point 23/11/2012

Panorama semanal: indicador boi gordo à vista é maior do que o mercado futuro até abr/13

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista registrou desvalorização de 0,95%, sendo cotado a R$97,28/@ na quinta-feira (22). O indicador a prazo foi cotado a R$97,83/@. Em trinta dias, o indicador valorizou 2,37%, quando em 18/out foi cotado em R$95,03/@.

O indicador bezerro à vista teve desvalorização de 1,31% e 1,61% na semana e em trinta dias, respectivamente, sendo cotado a R$689,01 nessa quinta-feira (22).
A margem bruta na reposição ficou em R$916,11 com desvalorização de 0,67% e valorização de 5,57% na semana e em trinta dias, respectivamente, quando estava calculada em R$867,75 em 18/out.
O contrato futuro da arroba do boi gordo para dez/12 foi negociado a R$96,80 nessa quinta-feira (22) com desvalorização de R$0,80 em relação ao dia anterior.
Comparando-se o indicador do boi gordo à vista em 22/nov com o vencimento do contrato futuro do boi gordo para dez/12, observa-se baixa de 0,49% no valor da arroba negociada, de R$97,28 para R$96,80 em dez/12.
O dólar comercial fechou a R$ 2,06 (PTAX compra) nessa quinta-feira (22), com valorização de 1,37% em uma semana. Em 30 dias, teve leve valorização de 3,04%. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares teve baixa de 2,29% na semana, sendo calculado em US$46,53/@ na última quinta-feira (22).
No atacado paulista, o equivalente físico manteve-se estável, calculado em R$ 96,68/@ na última quinta-feira (22). O spread (diferença) entre o indicador de boi gordo e equivalente físico foi de R$0,60/@, com baixa de R$1,13 na semana e alta de R$2,11 em 30 dias.
Fonte: Beef Point 23/11/2012

Preços do boi gordo e participação de fêmeas nos abates

No primeiro semestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as fêmeas compuseram 44,8% dos abates sob algum tipo de inspeção (municipal, estadual ou federal).

O preço do boi gordo, na média até novembro está em R$ 99,96/arroba, a prazo, recuo de 9,2% em relação ao valor deflacionado em 2011, que foi de R$ 110,14/arroba, a prazo. Esse é o segundo ano de aumento na participação de fêmeas nos abates.
Em relação aos preços, é o primeiro ano de recuo desde 2009. Em 2011, as cotações começaram o ano em patamar elevado, o que gerou preço médio acima de 2010, mesmo com valores máximos menores.
Esses indicadores demonstram que o momento corresponde à fase de baixa do ciclo pecuário, o que exige ainda mais planejamento do pecuarista para os próximos anos, segundo pesquisadores da Scot Consultoria.
Fonte: Canal Rural 21/11/2015
GEPECORTE COMENTAContinua bastante expressivo o abate de fêmeas em todo Brasil. Este fato nos leva a tirar algumas conclusões em relação ao mercado pecuário.
Em primeiro lugar a atividade de cria continua se mostrando puco rentável para o pecuarista por vários fatores o que o desetimula a retençaõ de fêmeas.
O avanço da agricultura sobre as terras de pecuária, elevam os preços da terra tornando o capital investido na terra a ser incompatpivel com a rentabilidade da cria.
O abate clandestino certamnete também favorece o maior precentual destes animais indo para os "frigomatos"
Será preciso que sencontre mecanismos dentro e fora da proteira que favoreçam a atividade pecuária de cria para a diminuição do abate.
O reflexo disto continua sendo em alguns momentos o elevado preço no mercado de reposição, por conta da escassez de bezerros.

Chuva forte em parte do Brasil

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Chuva forte em parte do Brasil

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Demanda por animais de reposição aumenta em alguns Estados

As expectativas de melhora no volume de negócios no mercado do boi gordo começam a se confirmar em alguns Estados brasileiros. Em Rondônia, os preços tiveram leves reajustes devido ao aumento constante na procura nas últimas semanas.

A firmeza do mercado do boi gordo no Estado anima os produtores a saírem às compras por animais de reposição. A oferta de machos erados está restrita. O boi anelorado está cotado em R$1.090,00/cabeça. Um aumento de 2,8% em relação à semana anterior.
Em Santa Catarina, houve reajustes para todas as categorias. A procura por animais aumentou, principalmente por machos jovens. Para animais erados é menor a demanda devido ao final de ciclo das pastagens cultivadas, que são utilizadas para a engorda destes. Isto aquece o mercado de animais de recria.
O fato de o Estado não poder comprar animais de fora, pelo status sanitário, colabora para o aumento na demanda e dá sustentação às cotações.
No geral, onde os negócios estão mais travados, o recuo acontece decido à falta de pastagens, principalmente na região Sudeste, no Pará, Tocantins e Maranhão.
Fonte: Boi Pesado 19/11/2012

Chuva forte e acumulado significativo em parte do Brasil

Previsão do tempo !

Chuva forte e acumulado significativo em parte do Brasil

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Fenagro 2012

A partir do próximo sábado se inicia a Fenagro 2012. Já consolidada como a maior feira agropecuária do Estado da Bahia e uma das maiores dos país, a FENAGRO, é ótima oportunidade para os pecuaristas , trocarem experiências e realizar bons negócios.
São animais de várias espécies com destaque para os bovinos, equinos, ovinos e caprinos.
Com vários leilões e stands das mais variadas empresas do agronegócio, a exposição permite ao fazendeiro, adquirir animais e insumos, num mesmo momento e local.
Como faz todo ano, a nossa representada, TORTUGA, estará com seu tradicional stand para recebê-los e podermos atualizar o "papo pecuário"
Aguardamos a sua visita!

Brasil bate recorde de exportação de carne bovina in natura em outubro

No acumulado do mês, o país exportou 100,6 mil toneladas desse tipo de carne, maior quantidade mensal exportada em 2012.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), outubro foi um mês especialmente bom para as exportações de carne bovina in natura brasileira. No acumulado do mês, o país vendeu 100,6 mil toneladas dessa carne, volume 10,7% maior que o embarcado em setembro, quando totalizou 90,9 mil toneladas.
O faturamento também aumentou no período, passando de US$421,1 milhões para US$485,9 milhões, um incremento de 15,4%, segundo pesquisa da Scot Consultoria. Em volume, essa foi a maior quantidade mensal exportada em 2012.
Fonte: Boi Pesado 16/11/2012

Preço médio do boi gordo em 2012 está 4,2% menor que em 2011

Maior oferta de animais terminados ao longo do ano, incluindo o acréscimo nos abates de fêmeas, pode ter influenciado na queda, segundo a Scot Consultoria.

Entre janeiro e o início de novembro, o preço médio do boi gordo em São Paulo foi de R$ 96,65/arroba, a prazo, segundo pesquisa da Scot Consultoria. No mesmo período de 2011, a cotação média foi de R$100,87/arroba, também a prazo.
O recuo, em valores nominais, foi de 4,2% no período. Os preços menores são atribuídos à maior oferta de animais terminados ao longo do ano, incluindo o acréscimo nos abates de fêmeas. A maior diferença ocorreu em agosto. O preço médio no mês este ano foi 8,6% menor que em 2011.
Parte dessa pressão de baixa observada em agosto pode ser atribuída à saída de animais ao final da safra prolongada. As chuvas persistiram em meados do ano, o que manteve a capacidade de suporte das pastagens em boa parte da região central. Quando a seca chegou, houve desova e pressão de baixa, o que aumentou a diferença em relação a agosto de 2011.
Fonte: Canal Rural 14/11/2012

Crise argentina atinge até a carne bovina

Se o melhor uísque é escocês e o perfume francês, também não há dúvidas sobre a melhor carne do mundo, a argentina. Pois a crise no país vizinho atinge também a carne bovina, conforme pormenorizada análise da brasileira Scot Consultoria, especializada em agropecuária. Citando dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, Scot revela que, este ano, pela primeira vez na história, a Argentina não estará entre os dez maiores exportadores de carne bovina do mundo - setor atualmente liderado pelo Brasil. Até setembro, as exportações foram de 159,9 mil toneladas, com queda de 12,7% em relação a igual período de 2011. O total para 2012 - 170 mil toneladas - deverá ser o menor de uma década. Como no ano passado, a Argentina não deverá atingir a quota Hilton, ou seja, 12 mil toneladas da carne mais cara do mundo.

Scot Consultoria cita que a seca atingiu duplamente a pecuária, pois também a produção de grãos foi afetada, o que gera um segundo efeito negativo para a produção de carne e leite. No entanto, garante que o principal obstáculo é político. Lembra que, em 2006, o governo criou quotas de exportação - a pretexto de beneficiar o mercado interno e de evitar efeito inflacionário. Com isso, houve desestímulo à produção, o que é muito ruim, uma vez que o país passa por crise cambial e precisaria da moeda forte obtida com vendas externas.
E também o consumo interno está em baixa. Na década de 80, o consumo per capita argentino era o maior do mundo em carne bovina, com 80 quilos por pessoas, e, em 2001, caiu para apenas 57,9 quilos por pessoa.
Em resumo, problemas não faltam para um dos países mais bonitos e potencialmente mais ricos do planeta. No século passado, a Argentina chegou a ser o quinto país mais rico do mundo. Em 1930, o PIB brasileiro não chegava a 70% do argentino. Hoje, a produção total do país vizinho corresponde a 17% da riqueza brasileira.
Fonte: Beef World 14/11/2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Produção de leite deve alcançar 8,2 bilhões de litros em 2012

A falta de chuvas, a pressão do varejo sobre a indústria e a importância do Brasil no cenário mundial lácteo afirmam a importância do alinhamento de todos os atores da cadeia produtiva do leite

Apesar de ter enfrentado grandes adversidades neste ano, a indústria acredita que encerrará 2012 com um crescimento de 2%, superando a captação de leite em Minas Gerais no ano anterior, que atingiu a marca de 8,2 bilhões.
O vice-presidente de estratégia de negócios da Tetra Pak, Eduardo Eisler, reforçou para a relevância do país no mercado mundial. Segundo Eisler, o Brasil é conhecido no exterior por suas belezas naturais, pelo futebol, pelo carnaval, mas nunca por sua produção de leite. "Quando as empresas e entidades lá de fora falam sobre a produção de leite na América do Sul, citam, em primeiro lugar, o Uruguai e a Argentina. O Brasil é lembrado em terceiro, mesmo estando entre os maiores produtores do mundo", afirma.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias (ABLV), Laércio Barbosa, toda a cadeia do leite precisa trabalhar por um objetivo comum, que na produção de laticínios é o reconhecimento dos lácteos como um elemento indispensável no cardápio do brasileiro. "Precisamos nos fortalecer como segmento reconhecendo a importância do leite no mercado. Enquanto nossos setores internos brigam entre si, algumas indústrias, como a da soja, enaltecem as características comuns do leite para conquistar mais espaço entre os consumidores", afirma.
Para modificar esta realidade, Laércio defende que a indústria se organize e torne público as potencialidades do alimento. "Assim como outros setores do mercado alimentício, precisamos nos unir e criar uma agenda positiva do leite, disseminando para os consumidores os benefícios do alimento para a saúde", sugere.
Fonte: O Leite 13/11/2012

Estados do Nordeste definem estratégias para segunda etapa de vacinação contra aftosa

Os Serviços de Veterinários Oficiais (SVOs) da Paraíba e Piauí suspenderam, até o final de dezembro, a segunda etapa de vacinação de bovinos e bubalinos contra febre aftosa. A decisão foi tomada com base em Nota Técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que flexibilizou o calendário de vacinação nos Estados do Nordeste com áreas muito afetadas pela seca. No início de janeiro, será reavaliada a situação nesses dois Estados e definida a estratégia a ser adotada.

Os municípios do agreste e sertão pernambucanos também terão a vacinação interrompida até dezembro e devem comunicar ao Mapa, em janeiro, uma nova análise da situação. Já na região da zona da mata, os animais serão vacinados durante o mês de novembro, seguindo calendário oficial.
De acordo com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DSA/Mapa), Guilherme Marques, a flexibilização da segunda etapa da vacinação para o Nordeste não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013.
Alagoas, Ceará, Maranhão, Sergipe e Bahia mantiveram o calendário oficial da segunda etapa de vacinação contra febre aftosa e vacinarão os animais durante todo o mês de novembro. Já os municípios baianos mais atingidos pela estiagem serão monitorados semanalmente pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia, a fim de avaliar a necessidade de prorrogação da etapa.
No Rio Grande do Norte, a vacinação foi estendida até o final de dezembro, para garantir tempo hábil para que todos os produtores possam vacinar seus animais de forma segura.
Devido à seca mais intensa que assola o Nordeste, o Mapa prevê, de forma excepcional, a prorrogação da vacinação por até 30 dias, de acordo com a necessidade, ou a suspensão temporária da aplicação da vacina, nos municípios em situação de emergência decretada. Neste caso, os SVOs ficam obrigados a enviarem nova análise da situação para apreciação do Departamento de Saúde Animal até 15 de janeiro de 2013.
Fonte: Canal Rural 13/11/2012
GEPECORTE COMENTA
Vale sempre lembrar que para o Estado da Bahia a campanha está em pleno vigor, e não há previsão de prorrogação a não ser após a ADAB, via monitoramento, perceba da necessidade deste adiamento da vacinação.

Confinamento de gado bovino no Brasil segue concentrado

Carente de estatísticas precisas, a pecuária intensiva ganhou novos contornos. Com 877 unidades que somam uma capacidade para abrigar 2,7 milhões de cabeças por ciclo, os confinamentos brasileiros de gado bovino estão concentrados nas mãos de poucos produtores, aponta o levantamento inédito realizado pela Associação Nacional dos Confinadores (Assocon).

No ano passado, apenas 8% das 849 propriedades que optaram por esse sistema de criação foram responsáveis por 50% dos 3,3 milhões de animais terminados em cocho em todo o país, aponta o estudo da entidade. "Esse é um padrão. Você tem muito boi em pouco confinamento", afirma o gerente-executivo da Assocon, Bruno Andrade.
Batizado pela Assocon como o primeiro "censo" da atividade, o levantamento evidencia a distância entre pequenos e grandes produtores do segmento no país. Naqueles 8% que costumam representar a metade de todos os animais confinados, a capacidade estática média é de 35 mil cabeças, sendo que a maior propriedade do tipo no país pode abrigar 140 mil animais de uma vez só. Em contrapartida, os 92% restantes detêm uma capacidade estática média de mil cabeças. No levantamento da Assocon, o giro médio por propriedade foi de 1,2 vez a capacidade estática.
O gerente da Assocon reconhece que o universo de 877 unidades pesquisadas não é propriamente um censo, uma vez que só o cadastro da entidade tem 1,3 mil confinamentos. Muitos produtores não responderam os questionários feitos pela associação.
"O número deve ser maior que esses 1,3 mil, mas abaixo de 2 mil confinamentos", diz Andrade, citando os confinamentos mais distantes e de pequeno porte que a entidade não conseguiu ter acesso. Se consideradas essas propriedades, o Brasil confina ao menos 4 milhões de cabeças ao ano, estima o executivo. O número é superior às projeções da própria Assocon. Neste ano, a entidade prevê que o Brasil confine cerca de 3,4 milhões de cabeças, mesmo patamar do ano passado.
Fonte: Beef World 13/11/2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Preços das carnes aumentam 50% neste ano

Os preços das carnes no varejo subiram quase 30% neste ano e devem continuar em linha ascendente até dezembro, totalizando 50% de majoração no período. Esse é o efeito mais visível da crise de encarecimento da nutrição animal que assola as cadeias produtivas da avicultura, suinocultura e bovinocultura no Brasil.Ao fazer esta avaliação, o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), Clever Pirola Ávila, estima que desde o início da crise dos grãos até o encerramento do ano, a proteína animal registrará crescimento nos preços na ordem de 50%. "Não se trata de lucro, mas de transferência de custos", ressalva.
O cenário de grãos com preços elevados persistirá até a próxima safra. "As commodities saltaram para um novo patamar de preços e, como existem contratos de aquisição firmados já para a próxima safra, é bastante provável que os preços continuarão altos", coloca Ávila.
Os preços de soja, farelo de soja e milho não crescerão mais nesse período, mas se manterão elevados. O presidente do Sindicarne acredita que não há mais espaço para aumentos em função da safra já comercializada, entretanto os valores se manterão nos atuais níveis ou com uma leve queda.
O temor do setor é que muitos frigoríficos de pequeno e médio porte ficaram fragilizados e ameaçados de desaparecer em conseqüência dessa crise. Para evitar isso, o Sindicarne trabalha para a criação de um fundo de aval junto ao Governo Federal, visando facilitar o crédito para financiamento do capital de giro e minimizando o impacto nas empresas.
Ávila continua insistindo em um plano estratégico de longo prazo, no qual a logística multimodal será ponto fundamental para manter a competitividade do Estado de Santa Catarina. Na avaliação do Sindicarne, as medidas que devem ser tomadas para evitar a repetição desse quadro de superencarecimento dos grãos não devem ser casuísticas.
Santa Catarina tem mais de 17.000 suinocultores e avicultores integrados às agroindústrias produzindo num setor que emprega diretamente 105 mil pessoas e, indiretamente, mais de 220 mil trabalhadores. O setor no País se desenvolveu copiando o modelo de parceria produtor/indústria implantado em Santa Catarina a partir do início dos anos 70.
Fonte: Site da Carne 09/11/2012





Leite com mais qualidade e menos imposto são metas de produtores e indústrias

Conferência nacional traça objetivos para aperfeiçoar a produção em todo o país. Menos custos e melhor logística para os produtores, mais alimentos de qualidade a preços justos na mesa do consumidor. Estas metas estão sendo buscadas pelos participantes da 1ª Conferência Nacional do Leite, que terminou nesta quinta, dia 8, em Brasília.

Um documento propondo uma política brasileira para o setor, que movimenta R$ 50 bilhões por ano, foi apresentado ao final do evento. Relator da Subcomissão Permanente do Leite na Câmara Federal, o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) diz que o embrião da conferência deve ser a criação do Conselho Nacional do Leite.
Os 1,3 milhão de produtores do país querem melhor estrutura, como energia elétrica potente para resfriar o leite cru e elaborar ração para as vacas com máquinas. Também reivindicam estradas e escolas para evitar que os filho migrem às cidades.
Moreira diz que outra preocupação são os custos. No Brasil, o leite é tributado já na produção, desde o momento da compra da ração e dos insumos. O deputado entende que o Uruguai e a Argentina, que cobram os impostos sobre o lucro, levam vantagem na disputa de mercados:

- Aqui, ao olhar para uma vaca, o produtor sabe que 30% do animal pertence ao governo.

Depois de um dia marcado por debates internos, na quarta, dia 7, foram alinhavadas as propostas para a política nacional. Integrante do Conselho Estadual do Leite (Conseleite-RS), Carlos Feijó diz que os produtores exigem, antes de tudo, melhor logística.
Uma das reivindicações é por uma escola técnica especializada, nos moldes das que existem em Minas Gerais. Feijó ressalta que é necessário formar ordenhador, inseminador e também funcionários da indústria, como pasteurizadores e controladores de qualidade:
- Com melhorias na produção, os primeiros resultados serão produtos de qualidade para o consumidor.
O Leite 09/11/2012
GEPECORTE COMENTA
Em todos os setores da atividade nacional o "custo Brasil" cresce a cada ano sem que se perceba por parte do governo uma real vontade política de promover uma reforma tributária que contemple a produção. Ao contrário:  os impostos, encargos sociais e sobre carga fiscal nas folhas de trabalho mensal só desestimulam a produção. Sem contar como citado acima, nos gargalos da logística.
O setor pecuário sofre ainda mais com esta política em função das características muito próprias que regem a tividade no campo.
A organização dos pecuaristas em busca das soluções é o melhor caminho de reinvindicar do governo uma plítica justa para o setor leiteiro.